Um grupo de quatro jovens liderados por Beto invade a casa de um famoso industrial paulista a fim de violentar sua esposa, Marlene. Após algum tempo, Marlene acaba se afogando na piscina. Os quatro amigos fogem. Beto é intimado a depor pois deixou seus documentos caírem no chão enquanto fugia. Na delegacia, durante o interrogatório, chega Marlene que fingira afogamento para salvar-se dos marginais. Ela retira a queixa. Ramiro, amigo íntimo de Beto, massageia suas costas numa sauna para homens e sugere que ele vá visitar Marlene. Quando Marlene chega em casa, Beto espera-a no portão. Ela permite que o garoto entre em sua casa e os dois iniciam um caso amoroso.
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Pela primeira vez visto hoje(14/09/2025) esse obscuro e raro filme nacional no final da década de 70. Não achei bom mas também não achei ruim. Seu clima é bem despojado e tem uma trilha sonora bem legal. Para mim a maior raridade foi a presença do saudoso Wagner Montes bem jovem e ainda não tinha perdido uma de suas pernas. Sua atuação é uma canastrice só, mas valeu pela raridade. O final é até surpreendente e lembra aqueles bons filmes de suspense. Enfim, valeu mais pela raridade e da presença do Wagner do que pelo enredo.
Gostei mais dos outros dois filmes anteriores que assisti do Carlos Hugo Christensen. A morte transparente é um bom passatempo, mesmo a história tendo alguns clichês, e sendo bem previsível (tirando o final que não esperava), e tendo um Wagner Montes que não entrega uma boa atuação, mesmo assim, acredito que vale ser conhecido.
Poderia ser bem melhor.
O começo é muito bom, com aquele descompasso fantástico entre trilha sonora 'disco' e roteiro muito violento. A produção como um todo, aliás, me fez lembrar bastante os filmes do Eloy de la Iglesia, com todo este homoerotismo eminentemente urbano. De fato, a interpretação de Wagner Montes compromete um pouco o saldo geral, mas Bibi Vogel é linda, o desfecho é surpreendente, o clima do filme é ótimo e a direção se renova muito bem em relação aos melodramas e comédias anteriores. Muito bom! (WPC>)
Excelente. Ótimo roteiro, me surpreendi muito com todo desenrolar da história e principalmente o seu desfecho.
Carlos Hugo Christensen foi um grande diretor e roteirista , acho incrível e lamentável ele ser tão pouco lembrando! merece ser redescoberto.
Bibi Vogel era belíssima e Osmar de Mattos, o Nando, foi um dos atores mais belos do Brasil, pena que se foi muito cedo. Apenas Wagner Montes compromete um pouco com atuação fraca mas naquela época não existia preparadores de elenco. Descubram!