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Data de lançamento
9 Junho 2006Duração
Um show de variedades no rádio chamado "A Prairie Home Companion" faz sucesso há muito tempo. Acompanhado por milhões de ouvintes, o programa inclui apresentações ao vivo de bandas e cantores, falsos comerciais e anedotas da pequena vila Lake Wobegon, em Minnesota. O prédio da emissora foi vendido e agora o novo dono quer derrubá-lo para fazer um estacionamento. Durante a última transmissão acontece uma série de catástrofes nos bastidores e paixões secretas, mal-entendidos e casos amorosos começam a dominar o elenco do show.
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è nao deu, quando o estilo nao agrada, nunca gostei de musicais apesar de assistir filmes indianos, mas esse aqui nao me pegou, nao sei se ate onde assisti a coisa deslancha depois , mas ate o ponto, era só falação em camarins e musica country...e apresentações como em um radio, e sim sei que a ideia era essa..
Mas foi me cansando e fui me perdendo quando dei por mim ja estava com foco em outras coisas, pelas criticas muita gente teve apelo nostálgico e realmente gostou, pelo diretor, por ser o ultimo dele, mas o formato nao deu para mim...nem terminei..
Um Altman pra iluminar o dia.
Só Robert pra juntar Meryl e Woody num filme.
Pra ver e rever.
Ver Meryl Streep e Lily Tomlin juntas é uma coisa linda demais.
Alias, todo o elenco está incrível.
Umas das primeiras vezes que vi Meryl Streep cantando, jamais esquecerei o quanto fiquei encantanda. A mulher nasceu pra ser rainha msm.
Amo esse filme.
Bela despedida do Robert Altman: há algo de ostensivamente anacrônico e arrítmico no filme, mas isso foi proposital, no sentido de que temas de filmes anteriores do diretor são convocados. Não é por acaso que o narrador chama-se Guy Noir. E que elenco! Kevin Kline e Lindsay Lohan demoram um tanto para encontrar o tom, mas Meryl Streep e Lily Tomlin cativam a nossa atenção, sempre que estão em cena. A dupla formada por John C. Reilly e Woody Harrelson também é muito boa (ri na canção das piadas!) e quis saber mais sobre a trajetória de Garrison Keillor. Muito fofo este filme - e o agradecimento em destaque para o Paul Thomas Anderson, nos créditos finais, não foi casual: ele aceitou com fervor a empreitada continuadora! (WPC>)
Mamma Mia, pra que?