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Data de lançamento
10 Out. 2014Duração
A trama conta uma história recheada de ação e sensualidade sobre desejo e os riscos da indiscrição. Empresária de sucesso, Zoe Reynard (Sharon Leal) parece ter conquistado tudo na vida – o marido dos sonhos que ela ama (Boris Kodjoe), dois filhos maravilhosos e uma carreira influente. Mas, se tudo parece ser perfeito, Zoe sente-se atraída por desejos que não consegue evitar ou resistir. Porém, essa vida secreta pode colocar tudo à perder, inclusive a própria vida.
Há uma linha muito tênue entre querer trair, e trair e se render aos desejos e fantasias. Se passarmos essa linha é como provar um prato diferente e afrodisiaco que nos sacia e nos deixa querendo sempre provar mais.
Assim como a personagem desde de pequeno eu sou fascinado/ viciado por sexo. Nunca fui abusado, muito pelo contrário, era eu que instigava pra consumar algum sexo. E quando adulto provei de tudo que queria, mas quando percebi que eu era um viciado por pornografia e sexo, tentei me conter focando em outras coisas e mantendo minha o vicio sob controle. Até tentei psicóloga mas como no filme me via só com perguntas sem respostas. Então por conta parei o tratamento e foquei em mudar meus comportamentos no dia a dia. Devo confessar que eu adorava sexo e ainda me pego meio vulnerável principalmente por carencia as vezes ajo por impulso, e de algumas coisas me arrependo e de outras não.
O filme é o estilo do Super Cine que a Globo exibia nos anos 90.
O drama, a meu ver, ao contrário da opinião da maioria aqui, é muito bom! sensual, provocante, bonitos cenários, e apresenta um fator compulsivo-libidinoso bastante conhecido, ou seja, o vício do sexo. Soma-se a isso um desempenho convincente e expressivo de Sharon Leal e um desfecho até bem previsível e aceitável. Gostei!
cacete que filme é esse kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
e como ngm ta comentando do Quinton ter quase posto uma arma na cabeça da mina no inicio do filme pra eles foderem... n teve nem uma emoçao no inicio, ele so pressionou ela na segunda vez que se viu e pronto... eu fiquei extremamente constrangida com a cena. e depois de anos e anos de casamento a mina tem doença? como assim caralho que filme de maluco
ADDICTED
Direção: Bille Woodruff
Ano: 2014
Assistido em: 30/10/2023
Não sei quem foi que inventou o termo guilty pleasure, mas essa pessoa deveria receber um prêmio, porque vergonha é exatamente a palavra que define o fato de que sou fã de um gênero que para cada filme bom, tem mil ruins. Adoro um bom thriller erótico, mas por Deus que filmeco foi esse?! E olha que existiam condições perfeitas para fazer um bom trabalho, mas a incompetência dos envolvidos foi maior, e o resultado final foi uma verdadeira lástima.
Zoe é uma mulher bem sucedida, dona de uma empresa de arte, bem casada com um marido que ama, e dois filhos. A vida dela seria perfeita se Zoe não tivesse um pequeno problema: ela é viciada em sexo. Certo dia ela acaba conhecendo Quinton, um artista com quem deveria fazer negócios, entretanto ela é seduzida pela beleza do misterioso homem e acaba começando um caso com ele. Entretanto o comportamento doentio de Zoe vai colocar a sua vida até então toda ajeitadinha em um caminho completamente desgovernado.
Olha, vício é uma coisa muito delicada de ser tratada, é preciso muito cuidado por parte do roteiro e da direção de um filme para não acabar causando um grande desserviço. Zoe é vendida na história como uma mulher doente, uma pessoa viciada em sexo, o problema é que o roteiro em momento algum transparece isso, a história nos mostra uma pessoa normal, que devido a uma fase morna no casamento, quando se viu diante da oportunidade de transar com um gostosão acabou decidindo por chifre no marido. O roteiro tenta nos dizer uma coisa, mas mostra outra, em momento algum você sente que a protagonista é doente, muito pelo contrário, a única impressão que fica é que ela é uma bela de uma vagabunda, que entediada com o casamento perfeito, decidiu botar um chifre no marido. Se ali existe um problema de saúde não pareceu.
O roteiro é tão mal escrito e tão deficiente em transmitir qualquer desenvolvimento de personagem, que as coisas não fluem com naturalidade, tudo acontece na história brotando do nada, Quinton era um homem compassivo, amante das artes, e do absoluto nada, vira um psicopata, assim como a própria Zoe, que também do nada se recorda de um estupro, que é usado como desculpa para as suas atitudes. Não que isso não seja possível na realidade, mas em um filme, isso não pode acontecer do nada, faltando 10 minutos pro fim da história. E outra, como esse marido é banana hein?! Perdoar a adúltera depois de ter levado chifre de não sei quantos, é muita falta de amor próprio.
Em linhas gerais "Addicted "é ruim em todos os sentidos, o roteiro parece ter sido escrito por um adolescente de 15 anos, a direção é capenga, uma protagonista que Deus que me livre, que atriz horrenda. Para não dizer que não tem nada que presta aqui, há bastante, homem gostoso pelado, aliás cheguei aqui por causa do William Levy, e ainda ganhei o Boris Kodjoe e o Tyson Beckford igualmente sem roupa, e pelo menos nesse sentido o filme se garante, mas de resto é daquele tipo de produção C, que na época das locadoras ficavam no fundo da prateleira, criando pó e teia de aranha, porque definitivamente não merecia sair de lá.
Fazia tempo que eu nao via um filme tão ruim, nussenhora...
ô, vai ter spoiler jogado ai e eu nao vou marcar, pode ler que nao ta perdendo nada...
Esses filmes que se vendem eróticos, quase sempre são de medíocres a ruins, mas caramba esse é tão ruim que faz 50 tons parecer uma obra prima.
Não tem um ator nesse elenco que faz o mínimo, são todos terríveis, de atuações novelescas pra baixa, destaque pro pintor la, péssimo no nível propaganda da Verisure.
O filme parece que muda de ideia no meio do caminho, ele começa querendo contar sobre uma mulher casada que sente falta de uma vida sexual mais agitada e diferenciada e em seguida quer nos convencer de um drama pesado sobre uma mulher viciada em sexo, envolvendo até estupro em seu passado, mas NADA funciona. Tudo acontece rápido, sem desenvolvimento, sem um pingo de coerência.
Ai tem a questão do puritanismo...um filme que o tema central da trama é sexo tem uma cenas de sexo mais conservadoras que muita novela da globo, praticamente zero nudez, pode parecer uma crítica boba, mas o filme trata sobre isso e tem que te passar aquelas emoções e só consegue te passar irrealidade.
Sem contar as mudanças repentinas dos personagens...o pintor do nada ficou um louco homicida, a mulher do nada virou suicida, foi atropelada igual Todo Mundo Em Pânico, mas só quebrou um braço...
Lixo total.
Se quer um bom filme sobre vício em sexo assista Shame com Fassbender e se quer um bom filme erótico assista o clássico Instinto Selvagem.
PS: segundo contato da protagonista com o pintor: "quero pintar um quadro seu, pra bater uma pra vc quando vc não estiver aqui" o nome disso pra mim é assédio, mas a moça responde "estou lisonjeada, mas não sei se posso..." kkkkkkkkkk puta merda