Final do século 18 na Itália. Uma bela jovem se casa com um homem rico, porém cruel. No entanto ela é apaixonada por outro homem, mais jovem. Quando o marido descobre, mata o amante durante uma luta de espadas, e leva sua esposa em uma longa viagem pela Europa. Meses depois ela morre ao dar à luz um filho. O marido deixa a criança em um convento. O garoto se transforma em um aprendiz de um comerciante local, que lhe dá o apelido de anthony Adverse, por causa das adversidades de sua vida.
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Há de se louvar o trabalho de adaptação: pelo tamanho do original literário, o roteiro foi hábil na condensação de situações e na manutenção do bom ritmo romântico e aventuresco. O problema é que, por mais que a redenção moral seja tematizada e que o contexto de época seja levado em consideração, é muito difícil simpatizar com a conjuntura colonial e as situações de extrema violência escravagista, quando a trama migra para Cuba e, depois, para um país africano indeterminado. Gosto muito do arco dramático envolvendo a personagem de Olivia de Havilland e, claro, fiquei impressionado perante a eloqüência vilanaz de Gale Sondergaard. Mas, a despeito de todos os elogios técnicos que eu possa elencar aqui, o filme cansou-me, sobretudo quando adere frontalmente à ideologia estadunidense (vide o desfecho). Enquanto exemplar de gênero, pioneiro em diversos aspectos! (WPC>)
Com um enredo novelesco o filme mantém a nossa atenção à sua história do início ao fim por mais de duas horas. Olivia de Havilland aparece pouco, mas o suficiente para mostrar o seu brilho. Com um grande elenco o filme tem como protagonista Fredric March fazendo um ótimo trabalho. Só achei um pouco confusa a ambientação da história que se passa em diferentes países, mas nem sempre isso é feito de maneira muito clara.
Superprodução dos anos 30 ,baseado num best seller de mesmo nome,esse filme é grandioso em todos os aspectos, fotografia, trilha sonora,roteiro e atuações de todo elenco .Esse filme realmente me deixou empolgado com a história, uma mistura de aventura, com romance e drama ,religiosidade, cobiça, dinheiro, poder ,filosofia de vida ,em certos aspectos lembra as histórias de Dickens.
Enfim ,são tantos adjetivos pra se falar desse filme ,acho q o seu maior mérito foi conseguir transpor um livro tão extenso e épico quanto .. E o Vento Levou ,para duas horas e 20min de filme,sem perder o ritmo, o filme levou 4 oscar na época, merecia mais .
Drama clássico indicado a 7 estatuetas no Oscar: melhor filme, melhor diretor assistente e melhor direção de arte, vencendo os de melhor atriz coadjuvante, Gale Sondergaard (1899-1985), melhor fotografia, melhor montagem e melhor trilha sonora. Com dupla direção, Michael Curtiz (1886-1962) não foi creditado. Com produção e elenco classe A, o filme teve locações em Cuba, na África, Paris e na Itália. Baseado no best-seller de Harvey Allen, um dos maiores êxitos literários da época da Grande depressão, foi seu maior sucesso. Foi o filme mais longo produzido pelos estúdios Warner e uma das mais caras produções da época.
Na Itália do século XVIII (começa em 1773), a dívida de um órfão para com o homem que o criou ameaça separá-lo para sempre da mulher que ele ama. o personagem principal não apresenta qualquer caráter heróico, e como seu próprio nome diz, é mais uma vítima das adversidades do destino e de constantes humilhações: um personagem absolutamente filosófico envolvido em transações financeiras e não em duelos de espada.
Lindo filme, e cá entre nós, mas Olivia de Havilland era muito linda heim, meu deus que mulher bela gente!