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Data de lançamento
2 Julho 1980Duração
O piloto Ted Striker (Robert Hays), ex-combatente de guerra, é forçado a assumir os controles de um avião quando a tripulação sucumbe à comida contaminada. Elaine (Julie Hagerty), sua namorada, tem de ser aeromoça e co-piloto. Juntos, eles vão tentar salvar os passageiros e terminar o voo com sucesso, mas existe um problema: ele é neurótico.
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Cidade De Deus: A Luta Não Para (2ª Temporada)
Não é tão engraçado quanto Corra que a policia vem aí, mas é mais engraçado que o Top Gang. O inicio do filme é muito lento e fica muito tempo sem graça.
Embora seja inegável o status de Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu! (1980) como um divisor de águas na comédia de paródia, revisitá-lo hoje revela uma obra que depende quase inteiramente de sua velocidade, e não necessariamente da consistência de seu material. O trio de diretores Zucker, Abrahams e Zucker (ZAZ) acertou em cheio na estrutura ao subverter o cinema de catástrofe da época, criando um bombardeio de piadas visuais e trocadilhos que acontecem em primeiro e segundo plano ao mesmo tempo. É uma metralhadora de humor: se uma piada falha, outra surge três segundos depois para limpar o terreno.
O grande mérito do longa permanece na brilhante decisão de escalar atores dramáticos veteranos para entregar os maiores absurdos com total seriedade. A performance de Leslie Nielsen como o impassível Dr. Rumack é cirúrgica e, com razão, redefiniu sua carreira. O contraste entre o pânico genuíno da premissa — um avião comercial cujos pilotos foram intoxicados por peixe estragado — e as reações completamente descoladas da realidade do elenco (como o impagável piloto automático inflável Otto) cria momentos de puro gênio cômico que resistiram muito bem ao teste do tempo.
No entanto, a mesma estrutura de esquetes fragmentadas que dá ritmo ao filme também expõe seu calcanhar de Aquiles. Ao apostar no volume exaustivo de piadas, o roteiro inevitavelmente abraça uma irregularidade incômoda. Enquanto algumas gags visuais são atemporais, boa parte do humor datou de forma considerável, apoiando-se em referências muito específicas da cultura pop dos anos 1970 ou em estereótipos que hoje soam forçados e cortam a fluidez da narrativa. Quando o ritmo desacelera para tentar desenvolver o romance central entre Ted e Elaine, o filme perde tração e revela sua fragilidade dramática.
IMPRIMATUR - visto pela primeira vez em 1987:
O tempo em que minha irmã e eu viamos sempre a Sessão da Tarde, esse era imperdível. Esse estará sempre no topo da minha lista das melhores comédias de todos os tempos.
Avaliação em nota: 8.5
Muito bom mesmo
Um marco para quem viveu a tv aberta na década de 80 e 90. O filme todo é aquela comédia pastelão, que infelizmente não deve agradar tanto aos cinéfilos mais jovem e de fato, mesmo assistindo depois de mais experientes, algumas piadas não funcionam tanto assim, mas no geral é um filme divertido e que causa aquela ótima sensação de nostalgia.
*** (Bom)