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Ainda abalada pela perda da mãe, que morreu há 3 anos de câncer, a bela e sensível Mary Bradford (Mischa Barton) não consegue se comunicar com o pai e a madrasta. Alheios aos problemas emocionais dela, eles a enviam para um internato feminino. A recepção das novas colegas é ótima e ela é instalada no quarto das lindas Paulie Oster (Piper Perabo) e Tory Moller (Jessica Paré), a primeira rebelde e idealista e a outra insegura e rica. Aos olhos dos outros Paulie e Tory boas amigas, mas em seus corações elas são amantes ardentes. Apesar do espanto inicial, Mary, com seu jeito tímido, conquista a confiança das duas e se torna a única confidente do casal. Enquanto tenta se adaptar ao novo ambiente, Mary vê a dificuldade das amigas em lidar com alguns dos impasses do relacionamento, causados pelo preconceito de suas famílias e por suas profundas crises de identidade, principalmente quando Paulie e Tory são pegas na cama. Temendo uma reação contrária da família, Tory passa a ter uma relação heterossexual, para acalmar os ânimos. Além disto a própria Tory quer se convencer que é só amiga de Paulie, que não se conforma com esta situação pois a ama profundamente e não medirá conseqüências para ter de volta a pessoa que mais ama. Caberá a Mary tentar impedir que algo trágico aconteça.
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Analisando esse filme que assisti em 2002 quando tinha 13 anos com a visão de hoje, dá pra perceber claramente com toda a certeza do mundo que uma das meninas tem o Transtorno de Personalidade Borderline, a outra faz Ghosting o tempo todo, como se fosse beber água e parece ter claramente o Transtorno de Apego Evitativo.
Parecia ser tão profundo na época que foi feito, mas hoje em dia é como se o filme tivesse perdido o charme pois com a evolução da psicologia, você consegue identificar os transtornos claramente e por isso a romantização deles simplesmente não faz o menor sentido. A única coisa que continua igual na minha análise é a protagonista, pq até hoje não entendi o que ela está fazendo nesse filme, kkkkkk
Marcou minha adolescência lésbica. A trilha sonora é ótima. Revi hj, depois de muitos anos.
Esse filme foi umas das minhas primeiras referências de filmes sáficos na época que eu buscava algo que eu pudesse me identificar. Reassistindo hoje percebo o quanto ele é problemático principalmente para meninas sáficas que nasceram no começo da década de 90. Que bom que hoje existem outros que representam melhor quem somos sem tanto apagamento.
A garota já tinha o não e foi atrás da humilhação. Mas eu entendo o final pela separação da menina e a carta da mãe. Mas não achei o filme isso tudo, a história acho que quis trazer né essa questão de ser lgbt e a homofobia e a aceitação dos pais. Mas acho que foi algo meio extremo demais, muito drama.
Muito triste. Time Paulie! Gracinha ela