Brubaker

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Brubaker (1980)
Brubaker
Média do filme: 3.7 de 5 — baseado em 298 votos
MÉDIAFILMOW
3.7
298 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Stuart Rosenberg
Data de lançamento 20 Junho 1980 Outras datas
Duração 131 min (2h11)
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

20 Junho 1980

Duração

131 minutos
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Sinopse

Na prisão sulista de Wakefield, Henry Brubaker (Robert Redford), o novo diretor, chega disfarçado de prisioneiro e assim convive com os detentos, podendo apurar livremente todos os tipos de corrupções e ilegalidades que imperam na instituição. Quando ele se revela encontra uma oposição velada, pois suas idéias reformistas contrariam vários interesses políticos e financeiros.

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Trailer do dia

Marília Mendonça: Sentimento Louco | Trailer

Marília Mendonça: Sentimento Louco

Comentários 0
amigos querem ver
juliano-supostamente
JULIAN!Ø
½
7 meses atrás

Quem, de fato, precisa de reabilitação? O prisioneiro ou a própria prisão?

O DNA do cinema dos anos 70: o ceticismo com as instituições, a admiração pelo anti-herói solitário que desafia um sistema corrupto e um compromisso com o realismo cru

A ideia de que o poder corrompe não era uma tese, mas um axioma da época. Hoje, também o status

"Às vezes, a melhor maneira de medir um homem não é por aqueles que estão com ele, mas por aqueles que se alinham contra ele." – Uma reflexão sobre a natureza da integridade e da oposição que ela gera

O artifício de começar com o protagonista disfarçado é uma jogada de mestre que cativa o público instantaneamente

Redford usa seu carisma com moderação, criando um personagem crível, determinado e vulneravelmente humano

O filme não glamouriza a violência, mas a retrata como algo sujo, sistêmico e desolador. Rosenberg cria uma atmosfera palpável de desesperança e corrupção

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

A recusa de um final feliz de Hollywood é o maior trunfo do filme. A cena do aplauso lento, iniciada por Kotto, é icônica, transmitindo uma vitória moral que transcende a derrota profissional.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

A cena dos aplausos no final é linda, mas eu só conseguia pensar: 'Ótimo, agora quem vai ser o novo diretor é o vice dele, que era um dos corruptos. Boa sorte, pessoal!'

Enquanto Brubaker é bem desenvolvido, alguns membros do conselho da prisão beiram a caricatura do "político corrupto", carecendo de maior nuance

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Corrupção Sistêmica. Idealismo Vs. Realismo Político. Dignidade Humana. O Indivíduo Contra a Máquina.

Os empresários locais que lucram com a prisão são os vilões, enquanto o burocrata do governo é o herói. Pura propaganda

Um produto de uma época em que o empenho e a liderança ainda importavam mais que a identidade

Me convenceu a nunca, jamais, em hipótese alguma, reclamar do bandejão da minha faculdade de novo

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

O filme questiona se a retidão absoluta sem o "jeito" político é eficaz na Cidade dos Homens. A prudência guia a justiça.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

A vida de Brubaker serve como uma "lição de coisas", movendo os outros para o bem através da admiração.

lifeoverdose
Mark
½
1 ano atrás

Não gostei desse filme. Achei muito cansativo, arrastado, modorrento, com situações muito abruptas e pouco cuidadosas. principalmente com seu roteiro. Quem lê a sinopse já sabe tudo, e tudo que vai encontrar. E ela se arrasta 131 de uma trama que eu achei totalmente desinteressante. Eu achei.

Primeiro. Não me interessa o aspecto meio "tendencioso" de certos roteiros, se baseando em livros, biografias, historias reais ou não, porém, tem que ser bem feito, passar alguma coisa e me entreter, se eu vou gostar ou não é outra historia, o porque também.

O cara que escreve pode escrever o que quiser. O problema é quando escreve mal, e passa de forma rasa, quadrada e didática um assunto interessante. Não gostei mesmo, ficou desinternasse, e logo o interesse foi caindo, ficando enfadonha, atropelada em alguns momentos, com um final bem "açucarado". Não gostei da atuação de Robert Redford, sempre com a mesma cara, sempre com mesmo corte de cabelo, as mesma expressões, e seu personagem é pouco explorado para torna-lo interessante. Ele tem uma uma ideia, a ideia é boa e ele quer aplicar essa ideia, botando pra frente, não tentando tratar os bandidos como bichos, mas como seres humanos. Ok

Segundo. Não gosto de bandido! Sou do Rio de Janeiro, em uma área rodeada dos "coitados", que gente do personagem do Robert Redford passaria a mão na cabeça. Mas não quero dizer que quem gostou do filme goste de bandido, não seja tonto, por favor.

Quero dizer, que filmes de cadeia precisam ter um certo "tato", uma certa "mão" para deixar a coisa interessante. Não digo de "torcer para o bandido", ou "defender o bandido", ou "bandido bom é bandido morto", etc. E sim, defender a sua causa e o que está sendo contado de uma forma palatável, coerente e condizente com o que é proposto, e não acho que esse filme faça bem. Só isso.

Ele é legal, "bonitinho", serviu de alguma forma e entretém alguns, mas está longe de fazer, ou trazer uma discussão pertinente como acha que trás. Se a intenção era essa, ótimo. Mas não gostei.

"Filmes de prisão", que se propõem a ser sérios, passar uma mensagem ou discussão precisam ter um fio narrativo preciso, e aqui, aborta certas coisas e certos personagens que não levam a muita coisa, certas cenas parecem um documentário, com questionários de perguntas e respostas bem preguiçosos e expositivos.

Terceiro. O filme chega a tratar muito desses prisioneiros em prisão perpétua como coitados e vitimas de corrupção. Tudo bem, tinha mesmo e tem até hoje. Pertinente, mas muita dessas porcarias que matam, tiram a vida de um jovem, uma mãe, um pai de família e acabam totalmente com a vida de alguém por causa de uma moto, um celular, não são personagens, anti-heróis de revista em quadrinhos, são seres completamente de má índole, perversos, totalmente corrompidos de formas irreparáveis. Então "tudo bem". Você conta sua história, legal.

Agora, acho que certos filmes tomam mais cuidado com esse tipo de coisa, independente de seus contexto ou propostas, eu acho legal e acertou o "Os Últimos passos de um Homem" (1995), filme com Sean Penn e Susan Sarandon, ótimos, sobre, "pena de morte", "perdão", "circunstancia da vida", não chega a ser expositivo e imbecil como "Brubaker". Propondo um discussão bacana sobre o tema e sempre deixando o personagem do Sean Penn em dúvida sobre o que ele fez, se fez mesmo, e merece seu destino. A discussão é essa, se vai gostar do personagem ou não vai de cada, o final de dá o que pensar.

"Midnight Express" (1978), personagem do Brad Davis (excelente), passa o inferno na terra, tomando uma pena pesada por porte de maconha. Tudo que acontece dentro daquela prisão é triste, porém crível e interessante, feio, poético, mas feito com cuidado, coisa que não tem no "magro" "Brubaker".

"The Green Mile" (1999), também, julgar John Coffey, Michael Clarke Duncan, excelente atuação, logo de cara parece ser uma tarefa errônea, as discussões são diferentes e o filme é um drama em outro contexto, mas passa alguma coisa pra refletir sobre maldade, nossas escolhas, o que é certo ou errado, punição terrena ou divina, finitude da vida, tendo belas cenas e composições, com quase 3 horas que passam voando. Coisa que "Brubaker' falha.

"The Shawshank Redemption" (1994) nem se fala! Excelente filme!. Você sabe ou não se "Andy Dufresne", matou sua esposa? Não, pois não é o ponto que o filme quer tocar, mas sabe em que ponto quer te pegar, e tem precisão para saber quando e onde, o que se discutir. Não vou me estender muito. Mas "Brubaker" é um rinoceronte numa loja de vidro.

"Kiss of the Spiderwoman" (1985), onde o preconceito, racismo, homofobia, maldade, vem de forma muito pior, mais fora das grades do que dentro delas, não julgamos os personagens, e eles vão se desenvolvendo sozinhos, se necessidades de recursos de grandes produções enlatadas hollywoodianas.

"Das Experiment" (2001), tratar seres humanos como completo lixo, como cobaias imundas a bel prazer, os confinando e se aproveitando das suas fraquezas. Até "Hell" (2003) O.o' mostra uma prisão melhor! É uma prisão, não um convento, ou um centro pra criminosos fazerem crochê.

Inclusive, o próprio Stuart Rosenberg, em melhor forma, fez o bem melhor, superior e mais velho "Cool Hand Luke" (1967), com Paul Newman, impecável, e um ator muito superior em todos os sentidos a Robert Redford. Então, afinal, o que sobra pra "Brubaker", que me entreteve? Nada. Como já falei, nada. Um enorme pastel de vento e uma bobagem, que por causa de todos esses elogios, e essas estrelas todas, fazendo pensar que é algum grande/bom filme, ou tem uma ideia interessante, eu vou ver e acaba sendo um experiência muito pior do que eu veria se não tivesse essas expectativas todas.

Horrível. Dá a impressão de que só comenta quem gosta. Tudo bem gostar, problema de cada um, mas tá aqui meu "contrapeso".

Não gosto de comparar filmes, botei pontos em filmes de prisão que eu achei bem melhores e que me prenderam bem, independe se um é mais velho que o outro, ou um fez a "escola de outro", me foquei na prisão/drama/mensagem. Também não gosto de ficar escrevendo muito pra esses pires pretenciosos, enlatados, que parece que todo mundo gosta por algum "vírus do modismo", sei lá, não importa. Mas aqui está um que não gostou, não me passou absolutamente nada, só tédio, em discussões que seriam boas, mas feitas de forma medíocre.

"Corrupção", "cadeia", "sistema carcerário", "propina", "diferentes penas", "se funciona ou não", "manipulação", "fanatismo", "resistência ao que é bom/correto", etc, Enfim, estou no Brasil, nada de novo na de novo atualizado nessa discussão também...

Assistido com meu pai: 02-05-2025

[Lembrete para mim mesmo] Chato "Brubaker". "O Brubaker! My Brubaker!".

Adios!

ricky78
Ricky
1 ano atrás

BRUBAKER, é um ótimo drama prisional bem interpretado pelo ótimo elenco e conduzido directivamente por Stuart Rosenberg. O filme mostra a corrupção, crueldade e as ilegalidade do sistema prisional, de modo que, é envolvido gente do mais alto escalão da política. Um filme denúncia, comumente político. Confesso que estou apaixonado pelo personagem de Robert Redford, homem honesto, íntegro, de caráter ilibado que luta por causas justas, humanitárias, sobretudo, a racial. E Robert Redford com seu talento e carisma defendeu seu personagem de modo muito peculiar. Ponho este filme no rol dos grandes dramas prisionais do cinema.

andrezanarella
André Zanarella
1 ano atrás

30.08.1986

davidlima
David
½
4 anos atrás

Uma crítica social bem significante e reflexiva sobre o tratamento do sistema dos presídios com uma visão bem interessante.
Chega a ser chocante o tanto de absurdos que são acobertados por todos à volta e de como o isolamento invade aquele que pretende fazer o que é certo.
Robert Redford em um de seus melhores desempenhos, sua atuação é digna dos aplausos que são dados à seu personagem.

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por harrisonduarte

Elenco de Brubaker

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Albert Salmi 0 5

Albert Salmi

(Rory Poke)
Alex Brown (III) 1 0

Alex Brown (III)

(Alex A. Brown)
Bill McNulty 0 0

Bill McNulty

(Richards)
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Brent Jennings (I)

(Brent N. Jennings)
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David Harris (I)

(David D. Harris)
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(Larry Lee Bullen)

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