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Data de lançamento
5 Dez. 2012Duração
Celeste (Rashida Jones) e Jesse (Andy Samberg) se conheceram no ensino médio, se casaram jovens e estão cada vez mais distantes. Agora aos 30, Celeste é a determinada dona de uma empresa de consultoria de mídia, Jesse está novamente desempregado e não tem a menor pressa em fazer nada na vida. Celeste está convicta de que se divorciar de Jesse é a coisa certa a fazer -- ela está a caminho do topo; ele, de lugar nenhum; e se fizerem isso agora, e não mais tarde, podem continuar sendo grandes amigos. Jesse aceita passivamente a transição para a amizade, embora ele ainda seja apaixonado por ela. À medida que se adapta à realidade da separação, Celeste começa, lenta e dolorosamente, a perceber que havia sido indiferente quanto à relação e à sua decisão, que antes parecera madura e moderna, e agora parece impulsiva e egoísta. Mas seu timing com Jesse não é nada fortuito. Enquanto navegam em meio às mudanças turbulentas em suas vidas e em seus corações, os dois aprendem que a fim de amar alguém de verdade, talvez seja preciso abrir mão deles.
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Mediano.
Achei Celeste bem narcisista. Parece que as mudanças na vida de Jesse só a incomodaram porque ela estava sendo obrigada a sair da sua zona de conforto, pois era mais conveniente continuar se fingindo de cega e usufruir dos benefícios de ter sempre uma pessoa dependente emocional disponível para entretê-la, do que ser racional e refletir sobre os motivos do divórcio. Além disso, era mais confortável que Jesse permanecesse estagnado e inferiorizado, pois assim ele continuaria dependente e ela não precisaria mudar.
Enfim, é um drama bem humorado, embora as piadas não tenham funcionado muito comigo.
Achei diferenciado, tem uma condução única e bem interessante justamente por abordar uma questão tão delicada de uma maneira bem realista.
Os dois são perfeitos …
Assisti faz teeeeeempos e havia esquecido de adicionar aqui. Lembro que fiquei obcecada por "Littlest Things" da Lily Allen após esse filme. Forma ótima de falar sobre términos de relacionamentos que a gente pensa que "eram pra ser".
Se a missão era me fazer chorar, conseguiram 👏👏