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Harry fica traumatizado quando flagra seu pai fazendo sexo com sua mãe vestido como Papai Noel. Anos depois, já adulto, Harry começa a trabalhar numa fábrica de brinquedos enquanto tenta a todo custo resgatar o espírito natalino.
Mas o comportamento das crianças, o cinismo e a hipocrisia da data acabam enlouquecendo o homem e trazendo de volta aquele trauma de infância. Quando chega a noite de Natal, ele decide dar início a uma vingança sangrenta.
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Queria assistir a esse filme desde 2020, na época da pandemia. Foi difícil encontrar, e só consegui assistir agora, em janeiro de 2026. Mas, antes tarde do que nunca, finalmente matei minha curiosidade.
Acho que a maioria das crianças que vissem o Papai Noel tocando na perna da própria mãe não ia gostar, mas, na minha opinião, ficar traumatizado é um exagero. O roteiro é fraco e raso, sendo mais um suspense/drama do que terror, o que acaba frustrando bastante. O ritmo é lento, e as poucas mortes são bem mediocres.
O final é péssimo e vergonhoso de tão ridículo. A atuação do protagonista é fraquíssima e sem carisma. O filme até tem alguns momentos interessantes, mas no geral, é só mais um filme natalino mediano.
Harry Stadling (Brandon Maggart) é um cara quebrado psicologicamente desde criança, quando viu o pai (vestido de Papai Noel) em um momento íntimo com a mãe. Isso dá um tom trágico pro personagem, que não é só um vilão, mas alguém que você meio que entende e sente pena.
Apesar do meio arrastado, o filme acerta na construção do Harry, um cara que dá pena mesmo tendo seus problemas psicológicos. A atuação do Brandon Maggart é boa e segura a onda, mostrando ele afundando na loucura por causa de um trauma de infância
Muitas críticas apontam que o filme demora pra engrenar, com quase uma hora até a primeira morte. Mas essa lentidão é meio proposital, pra mostrar a deterioração mental do Harry.
O filme cutuca a hipocrisia do Natal, tipo o consumismo e a falsidade de empresas como a fábrica de brinquedos onde Harry trabalha. Ele fica puto com a exploração dos trabalhadores e a falta de cuidado com as crianças, o que motiva a matança dele.
Só que a última cena, com o protagonista voando na van, putz, totalmente dispensável.
Assistido em 23/05/2025
É um drama disfarçado de terror rs. Apesar de arrastado e chato em alguns momentos, tem uma história interessante. Com certeza quem procura um slasher em sua raiz, vai se satisfazer muito mais com Natal Sangrento de 1984.
Fita de terror independente que antecipou outro slasher que ficaria famoso e ganharia continuações, ‘Natal sangrento’ (1984). As histórias são parecidas, protagonizadas por alguém traumatizado que ataca as vítimas com machado vestindo-se de Papai Noel – a diferença é que aqui o protagonista é um homem de quarenta e poucos anos, enquanto no filme seguinte é um jovem de 18 anos. Em ‘Natal diabólico’, conhecemos um cara fissurado pela figura do Papai Noel – ele coleciona adesivos, ímãs de geladeira e bonecos de Santa Claus e dorme vestido com roupas de Noel. Na abertura, mostra sua infância, na década de 40, quando, pequeno, presenciou dentro de casa a mãe transando com um Papai Noel em frente à arvore de Natal. Esse trauma vai e vem em sua mente, ele vive sozinho e tem um lado temperamental aguçado. Num dia de trabalho, na fábrica de brinquedos natalinos, tem um ataque de nervos ao ser zombado, sai correndo para casa e acaba assumindo a figura de um Santa Claus sinistro – com um machado na mão e outras armas, sai atacando quem estiver no caminho, deixando um rastro de sangue.
Além do terror slasher, o longa carrega tons perturbadores de drama psicológico, que configura o clima de estranheza e violência do filme. O protagonista, cansado da hipocrisia e do cinismo da sociedade em torno do Natal, dá um basta e chega ao seu limite. Brandon Maggart, de ‘Vestida para matar’ (1980), está assustador como o protagonista atormentado, e no elenco temos Jeffrey DeMunn, de ‘A morte pede carona’ (1986) e Diane Hull, de ‘Assassinato a sangue-frio’ (1979). Sai no box ‘Slashers volume XIV’, pela Versátil Home Video, com os filmes ‘A hora das sombras’ (1981), ‘Corpo estudantil’ (1981) e ‘Doce debutante’ (1983). POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
Com certeza, esse é um dos filmes mais desinteressantes que eu já assisti. Praticamente, não tem estória ou algo que te faça querer continuar assistindo, no máximo, você espera que o protagonista surte logo e comece a matar gente. E demora mais de 50 minutos pra isso acontecer, algo que já era totalmente previsível, leva uma eternidade. Se pelo menos compensasse a demora, mas nem isso, são mortes pouco memoráveis e sem qualquer tipo de impacto, chega a ser vergonhoso. Então quase não tem elementos de terror, boa parte do filme é focado num drama psicológico do protagonista, que é completamente tedioso (o ator até que se esforçou, mas com um roteiro desses, não tem atuação que salve).
P.S: Pelo menos, o pôster principal é bonito.
Assisti no dia 25/12/23