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Sinopse
Após o seu plano diabólico para invadir hospitais de crianças na América ser arruinado, Chucky se vingará daqueles que ele considera responsáveis: Jake, Devon, Lexy e sua ex Tiffany, que agora se tornou a sua principal inimiga.
Achei essa temporada um pouco melhor que a primeira. Tá certo que ela tem uns três episódios meio que de “enchimento”, fora do tema central (o primeiro, que é uma grande justificativa para os personagens irem para o reformatório, o quarto, só focado no Jennifer Tilly e o último que se passa depois da temporada já “ter acabado”), mas ela tem episódios isoladamente muito bons, dei nota nove para dois, enquanto para a primeira temporada nenhum mereceu essa nota. Digo, a primeira era mais sólida como um todo, mas esta daqui teve alguns episódios que se detacaram mais. Continuo achando os personagens da série bem fracos, o que salva mesmo são os personagens da franquia original, embora aqui tivemos o padre como um bom personagem. E a Nadine também,
que era a personagem original da série mais interessante com sobras e foi morta sem mais nem menos. O gore aqui também está legal e a série lembra mais os tempos de extravagância e exageros de Noiva do Chucky e Filho do Chcuky, com resultados variados, mas pelo menos sendo mais interessante que a temporada anterior na minha opinião. Mas, ainda tem algumas coisas meio irritantes e repetitivas, como na temporada anterior, e não justifica não ser um filme ao invés de série. Se na primeira tínhamos a chatíssima trama do Júnior (no relacionamento e na corrida), aqui o romance de Devon e Jake, com briguinhas, é meio repetitivo, além de toda aquela melação sem sentido com o Chucky bonzinho (que é até um bom personagem, é engradinho, mas a execução na temporada ficou a desejar). A trama da Lexy ainda vai. Abaixo, uma pequena opinião de cada episódio: 1 – Halloween II: Caramba, vai continuar o mesmo trio como protagonistas? Mesmo que quase todo mundo tenha morrido na primeira temporada? Vamos ver onde isso vai levar e se esses personagens vão ficar mais interessantes. Esse episódio, aliás, é só uma justificativa enorme para colocar os personagens no lugar onde a trama da temporada muito provavelmente vai se passar. E aquele psicóloga é suspeitíssima. Nota: 7. 2 – The Sinners Are Much More Fun: Se o episódio anterior era o de justificativa, esse é o introdutório, apresentando o local onde a trama vai se passar e os novos personagens, incluindo Nadine, que parece que vai ser até uma personagem legalzinha (melhor que o trio). Curioso com Glen e Glenda. Nota: 7. 3 – Hail, Mary!: Nadine é uma personagem divertida. As referências são muito boas, principalmente ao Laranja Mecânica. Nunca achei que ia ficar com dó do Chucky e a versão dele bonzinho é bem bizarra. Nadine e Lexy têm uma interação até interessante e que possui alguma construção. E DO ABSOLUTO NADA e sem qualquer explicação somos brindados com um Chucky bombado. Episódio caótico e engraçado, o melhor da série até aqui. Nota: 9. 4 – Death On Denail: Com certeza colocaram a sketchizinha do Chucky no sofá só para ter alguma morte e cena envolvendo ele. E, sinceramente, nem precisava, Tiffany e sua trama poderiam carregar bem o episódio e o carregam. Aquele clima meio Agatha Christie, o humor metalinguístico envolvendo a Jennifer Tilly funcionam muito bem e são bem executados. Ademais, o filho do Chucky, ou seja, Glen e Glenda finalmente dá as caras e gosto do que fizeram com as personagens. Nota: 9. 5 – Doll On Doll: Nadine e Lexy protagonizam uma cena boa no banheiro, embora nada excepcional, é uma cena mais intimista que funciona, ainda mais numa série com tendência ao extravagente. Já o drama do Devon com o Jake está meh. Finalmente é revelado o que aconteceu com a boneca da noiva do Chucky. Nota: 7. 6 – He Is Risen, Indeed: Depois do Chucky Rambo agora aparece o Chucky Apocalypse Now. E Santamãededeus, o Andy tá a um ano tendo sua perna amputada centímetro por centímetro e ainda assim consegue FICAR DE PÉ sem problemas? Aliás, ficou todo mundo vivo, aquela explosão na casa da primeira temporada e Andy saiu vivo, Devon saiu vivo, Kyle saiu viva. Nota: 7. 7 – Goin’ To The Chapel: Episódio com energia caótica, personagens de diferentes gerações da franquia Chucky se encontrando, exorcismo... As cenas das confissões são muito boas. O padre se mostrou ser um bom personagem, também. E simplesmente acaba a temporada faltando um episódio. Nota: 8. 8 – Chucky Actually: Bem, Chucky ainda não tinha tido um episódio de Natal. E também tinha que dar andamento para a trama da irmã da Lexy e para o GG. Então esse episódio é meio que um epílogo, mas não tem nada de demais, apesar da reviravolta no fim. Bom, quanto ao gore não podemos reclamar. Nota: 7.
Achei a trama bem lenta sem necessidade, personagens que são meio chatos e entediantes. Tem alguns momentos bons de humor, mas são poucos em relação ao total.
Achei essa temporada um pouco melhor que a primeira. Tá certo que ela tem uns três episódios meio que de “enchimento”, fora do tema central (o primeiro, que é uma grande justificativa para os personagens irem para o reformatório, o quarto, só focado no Jennifer Tilly e o último que se passa depois da temporada já “ter acabado”), mas ela tem episódios isoladamente muito bons, dei nota nove para dois, enquanto para a primeira temporada nenhum mereceu essa nota. Digo, a primeira era mais sólida como um todo, mas esta daqui teve alguns episódios que se detacaram mais.
Continuo achando os personagens da série bem fracos, o que salva mesmo são os personagens da franquia original, embora aqui tivemos o padre como um bom personagem. E a Nadine também,
que era a personagem original da série mais interessante com sobras e foi morta sem mais nem menos.
O gore aqui também está legal e a série lembra mais os tempos de extravagância e exageros de Noiva do Chucky e Filho do Chcuky, com resultados variados, mas pelo menos sendo mais interessante que a temporada anterior na minha opinião.
Mas, ainda tem algumas coisas meio irritantes e repetitivas, como na temporada anterior, e não justifica não ser um filme ao invés de série. Se na primeira tínhamos a chatíssima trama do Júnior (no relacionamento e na corrida), aqui o romance de Devon e Jake, com briguinhas, é meio repetitivo, além de toda aquela melação sem sentido com o Chucky bonzinho (que é até um bom personagem, é engradinho, mas a execução na temporada ficou a desejar). A trama da Lexy ainda vai.
Abaixo, uma pequena opinião de cada episódio:
1 – Halloween II: Caramba, vai continuar o mesmo trio como protagonistas? Mesmo que quase todo mundo tenha morrido na primeira temporada? Vamos ver onde isso vai levar e se esses personagens vão ficar mais interessantes. Esse episódio, aliás, é só uma justificativa enorme para colocar os personagens no lugar onde a trama da temporada muito provavelmente vai se passar. E aquele psicóloga é suspeitíssima. Nota: 7.
2 – The Sinners Are Much More Fun: Se o episódio anterior era o de justificativa, esse é o introdutório, apresentando o local onde a trama vai se passar e os novos personagens, incluindo Nadine, que parece que vai ser até uma personagem legalzinha (melhor que o trio). Curioso com Glen e Glenda. Nota: 7.
3 – Hail, Mary!: Nadine é uma personagem divertida. As referências são muito boas, principalmente ao Laranja Mecânica. Nunca achei que ia ficar com dó do Chucky e a versão dele bonzinho é bem bizarra. Nadine e Lexy têm uma interação até interessante e que possui alguma construção. E DO ABSOLUTO NADA e sem qualquer explicação somos brindados com um Chucky bombado. Episódio caótico e engraçado, o melhor da série até aqui. Nota: 9.
4 – Death On Denail: Com certeza colocaram a sketchizinha do Chucky no sofá só para ter alguma morte e cena envolvendo ele. E, sinceramente, nem precisava, Tiffany e sua trama poderiam carregar bem o episódio e o carregam. Aquele clima meio Agatha Christie, o humor metalinguístico envolvendo a Jennifer Tilly funcionam muito bem e são bem executados. Ademais, o filho do Chucky, ou seja, Glen e Glenda finalmente dá as caras e gosto do que fizeram com as personagens. Nota: 9.
5 – Doll On Doll: Nadine e Lexy protagonizam uma cena boa no banheiro, embora nada excepcional, é uma cena mais intimista que funciona, ainda mais numa série com tendência ao extravagente. Já o drama do Devon com o Jake está meh. Finalmente é revelado o que aconteceu com a boneca da noiva do Chucky. Nota: 7.
6 – He Is Risen, Indeed: Depois do Chucky Rambo agora aparece o Chucky Apocalypse Now. E Santamãededeus, o Andy tá a um ano tendo sua perna amputada centímetro por centímetro e ainda assim consegue FICAR DE PÉ sem problemas? Aliás, ficou todo mundo vivo, aquela explosão na casa da primeira temporada e Andy saiu vivo, Devon saiu vivo, Kyle saiu viva. Nota: 7.
7 – Goin’ To The Chapel: Episódio com energia caótica, personagens de diferentes gerações da franquia Chucky se encontrando, exorcismo... As cenas das confissões são muito boas. O padre se mostrou ser um bom personagem, também. E simplesmente acaba a temporada faltando um episódio. Nota: 8.
8 – Chucky Actually: Bem, Chucky ainda não tinha tido um episódio de Natal. E também tinha que dar andamento para a trama da irmã da Lexy e para o GG. Então esse episódio é meio que um epílogo, mas não tem nada de demais, apesar da reviravolta no fim. Bom, quanto ao gore não podemos reclamar. Nota: 7.
Nota: 7.5.
Caiu bastante em relação à temporada anterior, e o fato de a história se passar quase toda no internato, deixou tudo um pouco maçante.
Achei a trama bem lenta sem necessidade, personagens que são meio chatos e entediantes. Tem alguns momentos bons de humor, mas são poucos em relação ao total.
arrastada, porém ainda vale a pena pela dose de humor.
Parece que essa temporada andou em.circulos e nada mudou.
Chucky duro de matar infinitamente.