Peguei passando em algum canal, acho que foi no Curta ou Arte 1, sei lá. Mas é interessante, legal ter o ator narrando a trajetória e querendo ou não ele foi um dos caras, se não o cara que ajudou na expansão, ou talvez dizer que foi uma revolução do chamado "cinema negro".
Co-produção anglo-franco-estadunidense feita para a TV, sendo escrita por Melvin Van Peebles (1932-2021), dirigido por Mark Daniels e narrado por Van Peebles, que detalha a história dos negros no cinema americano ao longo do século XX, desde os anos 10 (durante o cinema mudo) até os anos 80.
Muito bom e elucidativo este curto documentário mostrando como a maioria dos afro-americanos eram tratados no cinema e, na maior parte das vezes, eram papéis de coadjuvantes. Uma história de como os negros americanos lutaram para ganhar dignidade em uma indústria que continuou a humilhá-los de várias maneiras.
O estabelecimento do racismo institucionalizado por meio da imagem em movimento, o processo doentio de lavagem cerebral na comunidade negra para pensar que eles não valiam nada quando, na verdade, eram os mais talentosos. Trechos de vários filmes, astros e estrelas famosos, são mostrados sempre na companhia destes atores marginalizados pela indústria de Hollywood.
Peguei passando em algum canal, acho que foi no Curta ou Arte 1, sei lá. Mas é interessante, legal ter o ator narrando a trajetória e querendo ou não ele foi um dos caras, se não o cara que ajudou na expansão, ou talvez dizer que foi uma revolução do chamado "cinema negro".
Co-produção anglo-franco-estadunidense feita para a TV, sendo escrita por Melvin Van Peebles (1932-2021), dirigido por Mark Daniels e narrado por Van Peebles, que detalha a história dos negros no cinema americano ao longo do século XX, desde os anos 10 (durante o cinema mudo) até os anos 80.
Muito bom e elucidativo este curto documentário mostrando como a maioria dos afro-americanos eram tratados no cinema e, na maior parte das vezes, eram papéis de coadjuvantes. Uma história de como os negros americanos lutaram para ganhar dignidade em uma indústria que continuou a humilhá-los de várias maneiras.
O estabelecimento do racismo institucionalizado por meio da imagem em movimento, o processo doentio de lavagem cerebral na comunidade negra para pensar que eles não valiam nada quando, na verdade, eram os mais talentosos. Trechos de vários filmes, astros e estrelas famosos, são mostrados sempre na companhia destes atores marginalizados pela indústria de Hollywood.