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Em Nilópolis Eliane (Fernanda Torres), uma jovem de 15 anos que é filha de um casal de classe média baixa, se apaixona por Otávio (Carlos Augusto Strazzer), um desquitado com 33 anos. Ao saberem do namoro Eunice (Marieta Severo) e Mílton (Reginaldo Farias), os pais de Eliane, a proíbem de ver Otávio. Porém Eliane continua o namoro e fica grávida. Seus pais descobrem a situação, tendo início pressões psicológicas acrescidas de prisão domiciliar imposta pela família, que tinha levado o caso à justiça e o juiz ordenara que Eliane e Otávio podiam regularmente se ver até que a situação deles se legalizasse. Além disto uma agressão do pai a faz abortar. Eliane procura ajuda legal e descobre que sem a presença dos pais não pode reclamar por seus direitos. Desta maneira o casal decide fugir, pois esta é a única saída que resta.
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Na Baixada Fluminense, uma área proletária e extensa do estado do Rio de Janeiro, Eliane (Fernanda Torres), de quinze anos, vive com sua mãe neurótica e frustrada, Eunice (Marieta Severo), e seu pai doente, Milton (Reginaldo Farias), um ex-sargento do exército. O relacionamento entre eles não é dos melhores. Quando Eliane conhece Otávio (Carlos Augusto Strazzer), um homem divorciado dezoito anos mais velho, e os dois se apaixonam, a família pressiona Eliane a ponto de ela fugir de casa para outra cidade. "Com Licença, Eu Vou à Luta" é um drama marcante sobre uma família da classe média baixa, baseado na biografia de Eliane Maciel. A história se concentra nos conflitos entre as frustrações da mãe e a vida sentimental da filha, e é muito envolvente. Apesar de ser um filme de baixo orçamento, a história é realista e muito atual, e as atuações do elenco são excelentes, com destaque para Fernanda Torres e Marieta Severo.
Marieta Severo praticamente toma o filme para ela, a ideia era mostrar como que um lar opressivo e problemático poderia levar filhos a decisões questionáveis. Aos anacrônicos que querem analisar um filme de 1988 com a cabeça de hoje é bom deixar claro que é baseado no livro da propria Eliane, que conta sua historia. Então o filme não normaliza a pedofilia, ele só conta a história conforme relatado pela protagonista. Eu que era criança naquela época achei tão familiar a maioria das situacoes, o pai ausente e que só se pronuncia pela violência, a mãe controladora e por vezes frustrada que quer jogar na filha toda sua frustração.
Impactante e realista.
Um pouco complexo e polêmico, mas na época não tinham tanta noção de coisas... então da pra relevar, Fernanda Torres dias desses comentou das sus bochechas nas antiga , esse filme confirma rs
Retrata bem situações problemáticas que acontecem facilmente até os dias atuais.O problema maior fica na execução,várias situações medianas e atuações ruins.
>Maratona Fernanda Torres - Assistido em 29 de Março de 2024