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Na Baixada Fluminense, uma área proletária e extensa do estado do Rio de Janeiro, Eliane (Fernanda Torres), de quinze anos, vive com sua mãe neurótica e frustrada, Eunice (Marieta Severo), e seu pai doente, Milton (Reginaldo Farias), um ex-sargento do exército. O relacionamento entre eles não é dos melhores. Quando Eliane conhece Otávio (Carlos Augusto Strazzer), um homem divorciado dezoito anos mais velho, e os dois se apaixonam, a família pressiona Eliane a ponto de ela fugir de casa para outra cidade. "Com Licença, Eu Vou à Luta" é um drama marcante sobre uma família da classe média baixa, baseado na biografia de Eliane Maciel. A história se concentra nos conflitos entre as frustrações da mãe e a vida sentimental da filha, e é muito envolvente. Apesar de ser um filme de baixo orçamento, a história é realista e muito atual, e as atuações do elenco são excelentes, com destaque para Fernanda Torres e Marieta Severo.
O diretor Benjamin Ree fez um ótimo trabalho ao capturar a vida de Mats Steen, que faleceu devido a uma doença muscular degenerativa, e o impacto que Steen deixou na comunidade gamer de World of Warcraft. A abordagem de Ree em relação à atmosfera, às emoções e às conversas com os participantes foi ponderada, interessante e envolvente, já que cada um deles teve discussões muito interessantes sobre amizade, comunidades e uma visão positiva da comunidade gamer. Muitos documentários e filmes retrataram as comunidades gamer de uma perspectiva tendenciosa e injusta, e Ree faz um bom trabalho ao mostrar uma visão honesta de como a comunidade gamer pode gerar impactos positivos sem parecer tendenciosa.
A produção, a cinematografia e o design de som são maravilhosos do início ao fim. O documentário utiliza um estilo muito interessante, misturando entrevistas reais com pessoas e discussões narradas no estilo de animação de World of Warcraft, o que funciona muito bem. Essa combinação cria uma apresentação documental interessante que quase nos faz sentir envolvidos com os personagens e ver como eles são reais. Há momentos em que os personagens interagem dentro do World of Warcraft que ainda estão gravados na minha memória.
Minha única pequena ressalva em relação ao filme é que achei algumas das escolhas musicais um pouco bregas e, às vezes, inadequadas para certos momentos. Mas, no geral, foi uma jornada emocionante. É impressionante ver Benjamin Ree criando um documentário tão comovente que te deixa feliz e te leva às lágrimas.
Você não precisa necessariamente ser um gamer para gostar deste documentário. Qualquer pessoa que tenha vivenciado perdas, amizades e comunidades pode tirar algo de valor dele. Adorei.
Últimos recados
Obg por me aceitar 💞
Oi, Ellen, obrigado pela curtida da minha lista de filmes sobre História Geral e espero que tenha gostado dela, mas tem também as minhas outras duas listas complementares de História do Brasil e do Oriente Médio, espero que você goste também. Abraços.
muito dela envelheceu como vinho