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Sinopse
Marquinhos (Carlo Mossi) é um jovem alienado que sonha em ter um Mustang vermelho. Ele inicia um romance com uma mulher madura (Odete Lara), mas ela acaba se envolvendo também com o irmão mais velho do rapaz (Claudio Marzo).
Sempre gosto de assistir a esses filmes sob a ótica da mudança social. Os anos 60 foram os anos da liberdade, da luta por direitos civis e é curioso pensar nisso enquanto vivíamos sob os chamados "anos de chumbo" da ditadura militar. Especialmente aqui, para além do roteiro em si, é magnífico identificar a ambientação daquela Copacabana dos anos 60. Odete Lara tão linda e talentosa. A beleza do Carlo Mossy também chamou muito a minha atenção. Os diálogos são profundos e a trilha sonora melhor ainda.
Em 'Copacabana me Engana' (1968), dirigido por Antônio Carlos da Fontoura, a juventude alienada do Rio de Janeiro dos anos 60 ganha vida através de Marquinhos, um protagonista perdido em seus sonhos de um Mustang vermelho.
Com trilha sonora dos Mutantes e Gal Costa, o filme aborda relacionamentos tumultuados e questões sociais em meio ao caos emocional. A fotografia em preto e branco amplifica a melancolia, enquanto diálogos intensos exploram as fissuras das relações familiares e sociais.
Uma pérola do cinema brasileiro que transcende sua época, desafiando e provocando reflexões sobre a condição humana e os labirintos do destino.
- um jovem com sonhos, mas sem perspectiva de alcançá-los, por pura preguiça e por levar uma vida de regalias - opta sempre pelo mais fácil, tem suas filosofias, mas nunca coloca em prática, só sabe falar - ótima trilha sonora - retrato da juventude transviada carioca da época
Um filme singelo, com uma trilha belíssima e que consegue levantar discussões bem interessantes. Principalmente quando toca em temas como as relações familiares de emancipação psicológica e física dos filhos sobre os pais, e todo os transtornos causados por esse processo.
Sempre gosto de assistir a esses filmes sob a ótica da mudança social. Os anos 60 foram os anos da liberdade, da luta por direitos civis e é curioso pensar nisso enquanto vivíamos sob os chamados "anos de chumbo" da ditadura militar. Especialmente aqui, para além do roteiro em si, é magnífico identificar a ambientação daquela Copacabana dos anos 60. Odete Lara tão linda e talentosa. A beleza do Carlo Mossy também chamou muito a minha atenção. Os diálogos são profundos e a trilha sonora melhor ainda.
Em 'Copacabana me Engana' (1968), dirigido por Antônio Carlos da Fontoura, a juventude alienada do Rio de Janeiro dos anos 60 ganha vida através de Marquinhos, um protagonista perdido em seus sonhos de um Mustang vermelho.
Com trilha sonora dos Mutantes e Gal Costa, o filme aborda relacionamentos tumultuados e questões sociais em meio ao caos emocional. A fotografia em preto e branco amplifica a melancolia, enquanto diálogos intensos exploram as fissuras das relações familiares e sociais.
Uma pérola do cinema brasileiro que transcende sua época, desafiando e provocando reflexões sobre a condição humana e os labirintos do destino.
- um jovem com sonhos, mas sem perspectiva de alcançá-los, por pura preguiça e por levar uma vida de regalias
- opta sempre pelo mais fácil, tem suas filosofias, mas nunca coloca em prática, só sabe falar
- ótima trilha sonora
- retrato da juventude transviada carioca da época
Marquinhos é a própria rebeldia dos anos 60.
A música da Gal dá o tom exato do filme e a cena final é linda e reflexiva.
Visto no Cine Antiqua, 29|12|23.
Um filme singelo, com uma trilha belíssima e que consegue levantar discussões bem interessantes. Principalmente quando toca em temas como as relações familiares de emancipação psicológica e física dos filhos sobre os pais, e todo os transtornos causados por esse processo.