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Duração
Leila (Lauren Lee Smith) é uma jovem que adora sexo, se relacionando com os homens através de encontros casuais e sempre de forma breve. Uma noite, em uma festa lotada, ela encontra-se com David (Eric Balfour). Mais tarde Leila e um homem transam atrás da casa, com David e sua namorada observando sua performance de longe. David também transa com a namorada, sendo que seu olhar e o de Leila se cruzam enquanto ambos estão fazendo sexo com outra pessoa. Pouco depois David e Leila começam a namorar e, em seu relacionamento, eles começam a ter necessidades e desejos que vão além do lado físico.
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Claudia Raia /Brittany Murphy do metaverso
O protagonista homem
aparece pelado quase o filme todo. Muito bom hahaha
Achei estranho
Aquele relacionamento cheio de infantilidades e complicações acabar em um estilo final feliz, mas acho que tudo merece uma segunda chance, afinal, né?
A recusa em fornecer personagens imediatamente simpáticos é uma escolha estética deliberada
Para uma certa cepa da psique moderna, o corpo se tornou a principal arena de expressão, e a linguagem verbal, uma ferramenta de ofuscação. Assim, sua explicitação não é pornografia, mas uma forma radical de realismo psicológico, uma tentativa de mapear a geografia do ego através da topografia da pele
Mulher no Id é apenas puta.
O filme se destaca por sua representação franca e não estetizada da sexualidade. A explicitação serve a um propósito narrativo, comunicando os personagens de uma forma que o diálogo não conseguiria
Narrativa Tênue: pode parecer estagnado, repetitivo e sem propósito
Os "desafios" são os momentos de intimidade inesperada. Cada passo em direção à conexão é uma provação
Sexo Vs. Intimidade. Medo da Vulnerabilidade. A Performance do Desejo.
Nunca é nada, até ser
Não é a descoberta de um amor de conto de fadas, mas a aceitação aterrorizada da possibilidade de vulnerabilidade
Reflexo mundano que busca o Infinito em objetos finitos, resultando em tristeza (acedia).
A ideia inicial é interessante,depois o filme se perde na própria história querendo criar outras por cima.
>Assistido em 23 de Abril de 2025
Na primeira vez, adorei, fui arrebatado (Eric Balfour consegue!). Na segunda vez, logo em seguida entretanto, o achei convencional... Passaram-se quase vinte anos, e eu volto ao filme, após experimentar algumas frustrações, similares àquelas que a protagonista enfrenta - e adorei novamente. As duas interpretações principais são muito boas e o roteiro é assertivo em sua exposição de situações concernentes ao tédio existencial, em viés neurastênico. Há uma forçação de barra quando tenta-se associar a depressão de Leila à separação de seus pais, mas é um defeito menor. Uma precipitação que ocorre em nossa realidade, aliás. Trilha cancional bem selecionada e cenas de sexo e masturbação inseridas de maneira funcional na trama. Gosto bastante, mexeu comigo - em mais de um sentido! (WPC>)