Judd é um caipira psicótico que administra um hotel caindo aos pedaços na beira de um pântano e alimenta um gigantesco crocodilo de estimação com os incautos visitantes que por ali aparecem.
Eaten Alive 1976, no Brasil, Devorado Vivo, já começa me causando um certo cansaço visual por causa daquele “hotel” com aquelas luzes vermelhas exageradas. Eu realmente me recuso a pensar que alguém pararia em um lugar daqueles, ainda mais na frequência em que as pessoas chegam ali durante o filme. Poderiam no mínimo dar uma arrumada naquele hotel para deixar a situação mais crível, porque ninguém em sã consciência passaria uma noite em um lugar daqueles, muito menos com filhos. Isso me tirou bastante da imersão logo de cara e acabou prejudicando minha experiência desde o início.
Outro ponto que me incomodou bastante foi a questão da iluminação e da ambientação. O filme parece ser rodado praticamente inteiro à noite, e eu sinceramente não me lembro de uma única cena de dia. O problema é que é uma noite realmente escura, com uma iluminação estranha, artificial, que acaba cansando a vista e deixando tudo com um aspecto meio tosco. Só na meia hora final essa iluminação dá uma leve melhorada e fica um pouco mais agradável de assistir, mas aí já era tarde demais para recuperar o desgaste visual que o filme tinha causado até então.
Também senti falta de personagens que gerassem alguma simpatia ou empatia do público. Nem mesmo o pai que procura sua filha, interpretado pelo saudoso Mel Ferrer
que já tinha sido uma das primeiras vítimas de Judd (Neville Brand) e seu crocodilo, consegue criar uma conexão mais forte com quem está assistindo
. Os personagens em geral são bem nulos e pouco interessantes, o que faz com que as mortes e os conflitos não tenham o impacto que poderiam ter. Um destaque positivo fica para a pequena participação de Robert Englund, que depois viria a se tornar um dos grandes ícones do terror como Freddy Krueger, e aqui já mostra uma boa presença, mesmo que bem pequena e irrelevante.
O crocodilo, que poderia ser um grande elemento de destaque em meio a tantos personagens apagados, praticamente não aparece.
Ele surge poucas vezes, geralmente só com a cabeça para fora da água, e nem parece tão grande ou ameaçador assim.
Fica aquela sensação de oportunidade desperdiçada, porque se o animal tivesse mais presença talvez ajudasse a elevar a tensão do filme. Se fosse algo mais impactante, talvez no nível de Pânico no Lago (1999), quem sabe ainda poderia salvar alguma coisa por aqui, mas do jeito que foi feito acaba sendo só mais um elemento pouco explorado dentro de um filme que tinha potencial, mas não conseguiu aproveitar direito suas próprias ideias.
Tobe Hopper vem de O Massacre da Serra Elétrica e dirige uma história bem peculiar, por mais que se auto plagie em diversas cenas, inclusive uma cena praticamente identica a que Leatherface persegue sally com a motosserra por um matagal e quando ela escapa fica girando a ferramenta em cima da cabeça, aqui o maniaco persegue uma garota com uma foice imensa e repete o gesto no fina, Hopper traz diferenças marcantes para esse filme, se o anterior era praticamente todo em externas e locações, aqui temos um filme todo em estúdio que tira um bom proveito disso, com uma bela fotografia que exalta as cores das roupas e a adereços e uma direção de arte que torna os cenários sinistro e ameaçadores, ae fosse uma mistura de Psicose e Tubarão Devorado Vivo é uma história simples, muitas vezes trash, mas wue diverte bastante. No elenco, Hooper além de trazer alguns veteranos de Hollywood, retorna com Marilyn Burns a protagonista de Massacre da Serra Elétrica e alguns atores que participariam no futuro de obras icônicas de terror, como Robert Englund, futuro Freddy Kruegger e a na época atriz mirim Kyle Richards que 2 anos faria Lindsay, amiguinha de Tommy em Halloween.
Sádico,claustrofóbico,escuro e desconforto geral. Por isso gosto dos filmes de Hooper. Atributos que só ele conseguia colocar. Apesar de apontar alguns erros e até ai é normal. para época com classificação e censura somados ao orçamento.
Pelo que li Eaten alive foi inspirado em um caso real envolvendo um homem chamado Joe Ball, que supostamente alimentava jacarés com as vítimas em sua casa de hóspedes. Embora o filme seja ficcional, Hooper se baseou em eventos reais para criar a trama.
Nem tendo como comparar com a franquia The Texas chainsaw massacre.Mas o enredo é impiedoso principalmente com uma foice como arma no meio daquele hotel gerenciado por Judd.Se é que pode ser considerado hotel...está mais para uma armadilha.
Os anos 1970 podem ser considerados como uma fase de amplas sensações para cinéfilos. É a era de ouro para o cinema de horror crítico, repleto de produções que flertam com a maldade humana, em narrativas distantes do clima gótico de castelos assombrados, inspirados na literatura romântica e em contos e mitos clássicos. Saem os monstros sobrenaturais e entram os seres humanos como criaturas mais perigosas que qualquer vampiro e lobisomem. É também um período de inquietação estética, com diversas produções independentes que transformaram as telas de projeção em sessões audiovisuais terapêuticas, com questionamentos implícitos sobre as gerações apáticas que se formavam, sendo o humano o ser mais terrível de todos. Era também a época dos finais infelizes, tal como A Noite dos Mortos-Vivos, de George Romero.
Imagens no estilo documental mixavam-se com enredos ficcionais, num misto de sensações e profunda reflexão contextual e artística. Devorado Vivo é um desses frutos da época, dirigido por Tobe Hooper depois do clássico O Massacre da Serra Elétrica, de 1974. Guiado pelo roteiro escrito por Alvin L. Fast e Mardi Rustam, dupla que contou com o apoio do criador de Leatherface, Kim Henkel, a produção traz um dos animais assassinos mais ferozes do cinema: um réptil, ora tratado como crocodilo, ora como jacaré, animais que sabemos, fazem parte da mesma “família”, mas são tipos totalmente diferentes em suas estruturas físicas e instintivas.
Lançado em 1976, o filme não está muito longe da realidade. Há relatos de bastidores que confirmam a inspiração da história num caso de 1930, quando um homem chamado Joe Ball supostamente matou cerca de 20 mulheres e descartou os seus restos para um crocodilo que mantinha no espaço do fundo de sua casa. A trama, com alguns traços de Psicose, se estabelece da seguinte maneira: Judd (Neville Brand) é um dono de hotel numa estrada obscura. Basicamente, ele mata os seus hóspedes e serve para seu réptil africano. Com sua perna de pau, devorada pelo próprio animal que cria, ele comporta-se de maneira violenta constantemente, movido pelas drogas e álcool diariamente.
Representação cabal da perversidade humana, o proprietário do hotel, atormentado por sua vida complexa e traumática, transforma a passagem de vidas alheias pelo local numa lista de alimentos para o seu animal. O filme começa com Clara Wood (Roberta Collins), uma garota que entra para uma casa de prostituição, mas não consegue se entregar ao seu primeiro cliente. Assim, a Sra. Mattie (Carolyn Jones) a entrega para a rua. Com ajuda de uma bondosa senhora que cuida dos afazeres domésticos do “puteiro”, ela se hospeda no misterioso hotel, até conseguir um horário para ir embora ao amanhecer.
Ao chegar, é recebida de maneira razoável por Budd que num lapso, a identifica como prostituta e, estabelece um embate físico que acaba por ceifar a vida da moça. O corpo? Jogado para o animal devorar, mas já sem vida, ferido pelos golpes de foice do inescrupuloso personagem. Logo mais, uma família decide parar no local para hospedagem. Faye, Roy e a pequena Angie acham o clima nojento, mas ficam no local. Há também o cachorro que logo desaparece, devorado pelo réptil, motivo para que o patriarca Roy saia em busca e logo perca a sua vida, tornando-se saldo para a lista alimentícia do animal. Mãe e filha tornam-se novas na lista da perseguição. A menina passa por alguns obstáculos e consegue escapar para a região embaixo da casa. A mãe passa por apuros e fica horas numa sessão de tortura psicológica e física, semelhante ao que faz o clã de Leatherface.
Mais adiante, Harvey Wood e Libby vão atrás de Clara Wood. Ela é parte da família. Desconfiam da possibilidade de estar nas proximidades. Depois de investigações, com a colaboração do Xerife Martin, eles aproximam-se da verdade, sem antes não deixar o Sr. Wood sem vida e outros que tem a infelicidade de passar por perto. O final apoteótico promove a histeria e uma série de perseguições que acaba em mortes e muito alimento para o animal de estimação. Robert Englund, mais tarde Freddy Krueger na franquia A Hora do Pesadelo, interpreta Buck, um dos valentões da história que tarda, mas torna-se comida de réptil também.
Visualmente, Devorado Vivo é uma experiência estética eficiente. O tom avermelhado e iluminação em tons vermelhos da direção de fotografia de Robert Caramico transforma cada frame da cenografia em algo fascinante. Ele também traz câmeras que se movimentam bem pelos ambientes, algo que se estabelece como uma demonstração cabal de consciência do que se realiza em termos de imagem, numa produção técnica conectada com as demandas do roteiro. O animal, criado pela equipe de efeitos especiais comandada por Robert A. Matty, arrasta as suas vítimas e aparece pouco, haja vista os poucos recursos da produção.
Tal como O Massacre da Serra Elétrica, Tobe Hooper também assina a condução sonora do seu filme, juntamente com os sons esquizofrênicos oriundos dos instrumentos de Wayne Bell. No que tange ao trabalho de design, o filme conta com a direção de arte de Marshall Reed e cenografia de Michael Wiegand, ambos também eficientes, responsáveis por erguer cada centímetro do espaço aberrante, causador de ojeriza em qualquer pessoa minimamente higiênica. Marilyn Burns, mais uma vez, torna-se uma histérica desesperada por conta do monstro interior (Judd) e exterior (réptil faminto e que age por instinto natural).
Uso das cores vermelhas nesse filme pra incomodar foi genial. Mais um bom filme do Tobe Hooper! O psicopata do filme é muito socavel!*
Eaten Alive 1976, no Brasil, Devorado Vivo, já começa me causando um certo cansaço visual por causa daquele “hotel” com aquelas luzes vermelhas exageradas. Eu realmente me recuso a pensar que alguém pararia em um lugar daqueles, ainda mais na frequência em que as pessoas chegam ali durante o filme. Poderiam no mínimo dar uma arrumada naquele hotel para deixar a situação mais crível, porque ninguém em sã consciência passaria uma noite em um lugar daqueles, muito menos com filhos. Isso me tirou bastante da imersão logo de cara e acabou prejudicando minha experiência desde o início.
Outro ponto que me incomodou bastante foi a questão da iluminação e da ambientação. O filme parece ser rodado praticamente inteiro à noite, e eu sinceramente não me lembro de uma única cena de dia. O problema é que é uma noite realmente escura, com uma iluminação estranha, artificial, que acaba cansando a vista e deixando tudo com um aspecto meio tosco. Só na meia hora final essa iluminação dá uma leve melhorada e fica um pouco mais agradável de assistir, mas aí já era tarde demais para recuperar o desgaste visual que o filme tinha causado até então.
Também senti falta de personagens que gerassem alguma simpatia ou empatia do público. Nem mesmo o pai que procura sua filha, interpretado pelo saudoso Mel Ferrer
que já tinha sido uma das primeiras vítimas de Judd (Neville Brand) e seu crocodilo, consegue criar uma conexão mais forte com quem está assistindo
O crocodilo, que poderia ser um grande elemento de destaque em meio a tantos personagens apagados, praticamente não aparece.
Ele surge poucas vezes, geralmente só com a cabeça para fora da água, e nem parece tão grande ou ameaçador assim.
Assistido em 04/02/2025
Tobe Hopper vem de O Massacre da Serra Elétrica e dirige uma história bem peculiar, por mais que se auto plagie em diversas cenas, inclusive uma cena praticamente identica a que Leatherface persegue sally com a motosserra por um matagal e quando ela escapa fica girando a ferramenta em cima da cabeça, aqui o maniaco persegue uma garota com uma foice imensa e repete o gesto no fina, Hopper traz diferenças marcantes para esse filme, se o anterior era praticamente todo em externas e locações, aqui temos um filme todo em estúdio que tira um bom proveito disso, com uma bela fotografia que exalta as cores das roupas e a adereços e uma direção de arte que torna os cenários sinistro e ameaçadores, ae fosse uma mistura de Psicose e Tubarão Devorado Vivo é uma história simples, muitas vezes trash, mas wue diverte bastante. No elenco, Hooper além de trazer alguns veteranos de Hollywood, retorna com Marilyn Burns a protagonista de Massacre da Serra Elétrica e alguns atores que participariam no futuro de obras icônicas de terror, como Robert Englund, futuro Freddy Kruegger e a na época atriz mirim Kyle Richards que 2 anos faria Lindsay, amiguinha de Tommy em Halloween.
Sádico,claustrofóbico,escuro e desconforto geral. Por isso gosto dos filmes de Hooper. Atributos que só ele conseguia colocar. Apesar de apontar alguns erros e até ai é normal.
para época com classificação e censura somados ao orçamento.
Pelo que li Eaten alive foi inspirado em um caso real envolvendo um homem chamado Joe Ball, que supostamente alimentava jacarés com as vítimas em sua casa de hóspedes. Embora o filme seja ficcional, Hooper se baseou em eventos reais para criar a trama.
Nem tendo como comparar com a franquia The Texas chainsaw massacre.Mas o enredo é impiedoso principalmente com uma foice como arma no meio daquele hotel gerenciado por Judd.Se é que pode ser considerado hotel...está mais para uma armadilha.
Mais uma excelente obra do grande Tobe Hooper. História simples mas muito funcional juntamente com ótimos cenários e um gore bem bacana.
Os anos 1970 podem ser considerados como uma fase de amplas sensações para cinéfilos. É a era de ouro para o cinema de horror crítico, repleto de produções que flertam com a maldade humana, em narrativas distantes do clima gótico de castelos assombrados, inspirados na literatura romântica e em contos e mitos clássicos. Saem os monstros sobrenaturais e entram os seres humanos como criaturas mais perigosas que qualquer vampiro e lobisomem. É também um período de inquietação estética, com diversas produções independentes que transformaram as telas de projeção em sessões audiovisuais terapêuticas, com questionamentos implícitos sobre as gerações apáticas que se formavam, sendo o humano o ser mais terrível de todos. Era também a época dos finais infelizes, tal como A Noite dos Mortos-Vivos, de George Romero.
Imagens no estilo documental mixavam-se com enredos ficcionais, num misto de sensações e profunda reflexão contextual e artística. Devorado Vivo é um desses frutos da época, dirigido por Tobe Hooper depois do clássico O Massacre da Serra Elétrica, de 1974. Guiado pelo roteiro escrito por Alvin L. Fast e Mardi Rustam, dupla que contou com o apoio do criador de Leatherface, Kim Henkel, a produção traz um dos animais assassinos mais ferozes do cinema: um réptil, ora tratado como crocodilo, ora como jacaré, animais que sabemos, fazem parte da mesma “família”, mas são tipos totalmente diferentes em suas estruturas físicas e instintivas.
Lançado em 1976, o filme não está muito longe da realidade. Há relatos de bastidores que confirmam a inspiração da história num caso de 1930, quando um homem chamado Joe Ball supostamente matou cerca de 20 mulheres e descartou os seus restos para um crocodilo que mantinha no espaço do fundo de sua casa. A trama, com alguns traços de Psicose, se estabelece da seguinte maneira: Judd (Neville Brand) é um dono de hotel numa estrada obscura. Basicamente, ele mata os seus hóspedes e serve para seu réptil africano. Com sua perna de pau, devorada pelo próprio animal que cria, ele comporta-se de maneira violenta constantemente, movido pelas drogas e álcool diariamente.
Representação cabal da perversidade humana, o proprietário do hotel, atormentado por sua vida complexa e traumática, transforma a passagem de vidas alheias pelo local numa lista de alimentos para o seu animal. O filme começa com Clara Wood (Roberta Collins), uma garota que entra para uma casa de prostituição, mas não consegue se entregar ao seu primeiro cliente. Assim, a Sra. Mattie (Carolyn Jones) a entrega para a rua. Com ajuda de uma bondosa senhora que cuida dos afazeres domésticos do “puteiro”, ela se hospeda no misterioso hotel, até conseguir um horário para ir embora ao amanhecer.
Ao chegar, é recebida de maneira razoável por Budd que num lapso, a identifica como prostituta e, estabelece um embate físico que acaba por ceifar a vida da moça. O corpo? Jogado para o animal devorar, mas já sem vida, ferido pelos golpes de foice do inescrupuloso personagem. Logo mais, uma família decide parar no local para hospedagem. Faye, Roy e a pequena Angie acham o clima nojento, mas ficam no local. Há também o cachorro que logo desaparece, devorado pelo réptil, motivo para que o patriarca Roy saia em busca e logo perca a sua vida, tornando-se saldo para a lista alimentícia do animal. Mãe e filha tornam-se novas na lista da perseguição. A menina passa por alguns obstáculos e consegue escapar para a região embaixo da casa. A mãe passa por apuros e fica horas numa sessão de tortura psicológica e física, semelhante ao que faz o clã de Leatherface.
Mais adiante, Harvey Wood e Libby vão atrás de Clara Wood. Ela é parte da família. Desconfiam da possibilidade de estar nas proximidades. Depois de investigações, com a colaboração do Xerife Martin, eles aproximam-se da verdade, sem antes não deixar o Sr. Wood sem vida e outros que tem a infelicidade de passar por perto. O final apoteótico promove a histeria e uma série de perseguições que acaba em mortes e muito alimento para o animal de estimação. Robert Englund, mais tarde Freddy Krueger na franquia A Hora do Pesadelo, interpreta Buck, um dos valentões da história que tarda, mas torna-se comida de réptil também.
Visualmente, Devorado Vivo é uma experiência estética eficiente. O tom avermelhado e iluminação em tons vermelhos da direção de fotografia de Robert Caramico transforma cada frame da cenografia em algo fascinante. Ele também traz câmeras que se movimentam bem pelos ambientes, algo que se estabelece como uma demonstração cabal de consciência do que se realiza em termos de imagem, numa produção técnica conectada com as demandas do roteiro. O animal, criado pela equipe de efeitos especiais comandada por Robert A. Matty, arrasta as suas vítimas e aparece pouco, haja vista os poucos recursos da produção.
Tal como O Massacre da Serra Elétrica, Tobe Hooper também assina a condução sonora do seu filme, juntamente com os sons esquizofrênicos oriundos dos instrumentos de Wayne Bell. No que tange ao trabalho de design, o filme conta com a direção de arte de Marshall Reed e cenografia de Michael Wiegand, ambos também eficientes, responsáveis por erguer cada centímetro do espaço aberrante, causador de ojeriza em qualquer pessoa minimamente higiênica. Marilyn Burns, mais uma vez, torna-se uma histérica desesperada por conta do monstro interior (Judd) e exterior (réptil faminto e que age por instinto natural).