Dirigido por
Data de lançamento
13 Julho 2019Duração
O louco dr. Beck rouba a identidade de outro médico e passa a atuar em um hospital de Nova York. Sua primeira paciente, a bela Michelle, sofre de uma condição única: ela assume uma personalidade sensual durante o sonambulismo. Logo Beck torna-se obcecado pela mulher, usando a condição a seu favor.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
O anterior já teve uma queda absurda na qualidade, mas esse aqui conseguiu cair mais ainda no fundo do poço. Concordo plenamente, é o pior da franquia sem dúvida.
O roteiro é simplesmente uma bobagem sem tamanho, e o ritmo da história é arrastado pra caramba, tornando a experiência cansativa e sem impacto.
O Dr. Beck 2 que faz papel de um "anjinho da guarda" é uma coisa completamente sem pé e sem cabeça, o roteirista pelo jeito tentou em adicionar ele como elemento pra servir de alívio cômico mas não funciona em momento algum.
E como se isso já não fosse uma tolice suficiente, o roteiro ainda enfia goela abaixo mais um “mentor” espiritual: um tal de Nick, cuja existência é tão inútil quanto inexplicável. É como se tivessem escrito essas figuras imaginárias de última hora, só pra preencher espaço de tela — mas sem qualquer coesão com o resto da trama.
Pelo menos esse filme serviu pra alguma coisa: acabei conhecendo esse tal de sonambulismo sexual, coisa essa que nunca ouvi falar na minha vida, fiquei surpreso ao saber que isso existe mesmo, kkkkk.
Essa franquia inteira só funciona — mesmo quando tudo está desmoronando — por causa do Eric Roberts.
Mesmo quando o roteiro é uma bagunça, os personagens são inúteis e a história não faz o menor sentido, ele entra em cena com aquele olhar psicótico, o jeito teatral, exagerado, e tu pensa: "É por isso que eu tô assistindo isso." O cara se joga com gosto no papel do Dr. Beck. Ele sabe que tá num filme trash e abraça isso com uma entrega quase brilhante. É caricato? Com certeza. Mas é divertido? Demais.
Na real, se a franquia tivesse qualquer outro ator ali, provavelmente teria morrido já no primeiro filme. Ele é o personagem, o coração da franquia — e de um jeito quase hipnotizante. Tu assiste não pelo enredo, mas pra ver o que mais o Dr. Beck vai aprontar, quão fundo ele vai cavar esse buraco de insanidade.
Assisti pela primeira vez em 05 de outubro de 2020, na época da pandemia. Esse é, de longe, o pior filme da franquia. Doug Campbell já não era mais o diretor e roteirista; quem assumiu a direção foi Jeff Hare.
O roteiro é forçado, o ritmo é parado, lento e monótono. Dr. Albert Beck 2 e Nick são personagens ridículos e completamente desnecessários. Angeline Appel (Katie), a mocinha, é esteticamente mediana e tem pouco carisma. Já a personagem Michelle, interpretada por Emilie Ullerup, que tem “sonambulismo sexual”, é totalmente deslocada da trama. Até achei que esse tal sonambulismo sexual era invenção do filme, mas fiquei surpreso ao descobrir que realmente existe.
Filme péssimo e chato.
Ranking:
8.1/100=(Fascinação Mortal 2) Fascinação Mortal 2 (2016)
8.0/100=(Fascinação Mortal 1) Fascinação Mortal (2015)
5.0/100=(Fascinação Mortal 5) Fascinação Mortal 5 (2021)
4.0/100=(Fascinação Mortal 3) Fascinação Mortal - O Retorno (2018)
3.0/100=(Fascinação Mortal 4) Fascinação Mortal 4 (2019)
Um bom suspense, com algumas pitadas leves de humor, mortes e boas atuações.
Nunca tinha visto essa franquia e comecei por esse. Gostei muito.
Emilie Ullerup reprisa seu papel como a sexsomniac Michelle Miller depois de retratá-la pela primeira vez em Sleepwalking in Suburbia (2017).
Este filme é uma sequência cruzada de Sleepwalking in Suburbia (2017) e Fascinação Mortal: O Retorno (2018).
Produzido para TV.
(Agora só falta eu encontrar o quinto para rachar de rir com a lambança. Ater aqui todos foram feitos muito descompromissado, mas esse aqui é o mais engraçado)