Os moradores de um vilarejo inglês começam a morrer numa série de "acidentes" horríveis. Quando um inspetor da Scotland Yard chega para iniciar as investigações, as suspeitas recaem sobre o misterioso Prof. Robert Miles, que alega ter o dom de conversar com os mortos, e que estaria controlando telepaticamente um gato preto para usá-lo como instrumento de vingança.
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Há um tempo não visitava a filmografia de Lúcio Fulci, de modo que, sabia da existência deste filme, baseado livremente no conto do Edgar Allan Poe, mas nunca tinha assistido ainda. Para minha surpresa está disponível legendado na UNITV. E de cara logo conferi. Não figura, certamente no melhor filme do cineasta italiano, mas tem bastante clima de mistério, bem fotografado, musicado pelo ótimo Pino Donnagio, uns 'close-ups' belérrimos e um temido gato preto mui expressivo. Já o elenco deixa a desejar pela completa falta de carisma. Contudo, o trabalho menos expressivo de Lúcio Fulci já consegue ser um bom programa.
Fraco demais, as personagens mulheres desse filme só saber gritar e serem histéricas mano, a outra sendo atacada por morcegos e simplesmente não faz nada, apenas grita.
Morcegos esses que ficaram excelentes pendurados na cordinha (sim, eu gosto de uma tosqueira no estilo Hermes e Renato) se não fosse pela atuação desastrosa da protagonista Jill...
Única coisa que salva disso tudo é o gato, que é imponente em todas as cenas.
5o. Filme q vejo do fulci. Com excecao de the new york ripper, tds os outros sao bem medianos e mto aquem dos Bava e de argento.
Aki valeu o tributo a o exorcista e janela indiscreta.
Fulci adaptando Edgar Allan Poe não tinha como dá errado. É um filme que tem uma atmosfera muito boa. Apesar do roteiro ser um pouco confuso às vezes, é bom e a história é boa. O elenco pode não ter grande atuações, mas não são ruins. As mortes são muito boas, e o melhor é que são bem diferentes. A trilha junto com a fotografia são destaque na parte técnica. A direção de Fulci mais uma vez é muito boa.
É uma adaptação muuuuuito livre do original poeniano, e a trama em si torna-se mero pretexto para a elaboração dos assassinatos, mas o uso da trilha musical de Pino Donaggio é uma delícia e é sempre interessante acompanhar a acurácia do estilo do cineasta da adoção de 'close-ups' mui expressivos. Minha mãe ficou assustado com o excesso de gritos. Pena que os personagens sejam tão dispensáveis, que nem sentimos falta nem simpatizamos com eles. Mas diverte, ao menos. (WPC>)