Um jovem ator decide desistir de atuar e fazer um curta-metragem. A pequena equipe composta pelo próprio ator, o cinegrafista e a protagonista chegam à ilha rochosa e varrida pelo vento de Jeju.
- fdp! ja tava pensando eu tava com problema de vista e ia ter que trocar os óculos - brincadeiras a parte, gostei de ver o diretor arriscando e tentando alguma coisa nova assim - não estar em foco conversa direto com o principal da trama - tem momentos muito bons, mas comparando com seus outros filmes, achei o roteiro bem mais simplista, acredito que teve a ideia de fazer tudo fora de foco e só escreveu algo por cima disso
Indicado para uma premiação paralela no Festival de Berlim. Sang-soo tem filmes que me pegam de algum jeito e outros que simplesmente não funcionam comigo. Este foi estranho, no início simplesmente estava na última categoria, mas ele vai crescendo e no final conseguiu me agradar em vários aspectos. Fez eu pensar em várias coisas sobre a minha própria vida. Não gostei da imagem desfocada usada o tempo todo, não deixa de ser interessante essa ideia do diretor de ir fazendo experimentos com seus filmes de ir tirando de suas películas elementos considerados essências (ao ponto de chegar aqui desfocando até a imagem), mas não achei algo que fosse necessário. Não é um filme para qualquer um, mesmo sendo curtíssimo, diria para passar longe se não conhece o diretor, há filmes dele melhores para se iniciar em sua filmografia.
Preciso rever - e o farei no momento azado. Nesse primeiro contato, fiquei encantado pela ternura triste do Seok-Ho Shin, deslocado pro causa de sua altura física e de sua beleza de rapaz solitário. Os longos debates sobre comidas e bebidas estão disponibilizados, mas é mesmo a adoção intencional do desfoque que mais chama a atenção. Um tanto míope e não fisionomista que sou, fiquei desconfortável, tentando entender quem estava falando, quem estava em cena nas situações. Gosto muito das conversas paralelas à feitura do filme dentro do filme e incomodei-me com a assunção classista de algumas seqüências (perceptível, conforme verificado nas interações entre os personagens). Não está entre os meus favoritos na ótima fase contemporânea do diretor, mas sei que, na revisão, apreciarei bem mais. Não entendi direito a proposta, confesso! (WPC>)
- fdp! ja tava pensando eu tava com problema de vista e ia ter que trocar os óculos
- brincadeiras a parte, gostei de ver o diretor arriscando e tentando alguma coisa nova assim
- não estar em foco conversa direto com o principal da trama
- tem momentos muito bons, mas comparando com seus outros filmes, achei o roteiro bem mais simplista, acredito que teve a ideia de fazer tudo fora de foco e só escreveu algo por cima disso
Indicado para uma premiação paralela no Festival de Berlim. Sang-soo tem filmes que me pegam de algum jeito e outros que simplesmente não funcionam comigo. Este foi estranho, no início simplesmente estava na última categoria, mas ele vai crescendo e no final conseguiu me agradar em vários aspectos. Fez eu pensar em várias coisas sobre a minha própria vida. Não gostei da imagem desfocada usada o tempo todo, não deixa de ser interessante essa ideia do diretor de ir fazendo experimentos com seus filmes de ir tirando de suas películas elementos considerados essências (ao ponto de chegar aqui desfocando até a imagem), mas não achei algo que fosse necessário. Não é um filme para qualquer um, mesmo sendo curtíssimo, diria para passar longe se não conhece o diretor, há filmes dele melhores para se iniciar em sua filmografia.
BLOG: FILMESTRANGEIROS
INSTAGRAM: @filmestrangeiros
Eles sabem que estão num filme desfocado.
que privilégio ser contemporâneo do Hong San-soo <3
Preciso rever - e o farei no momento azado. Nesse primeiro contato, fiquei encantado pela ternura triste do Seok-Ho Shin, deslocado pro causa de sua altura física e de sua beleza de rapaz solitário. Os longos debates sobre comidas e bebidas estão disponibilizados, mas é mesmo a adoção intencional do desfoque que mais chama a atenção. Um tanto míope e não fisionomista que sou, fiquei desconfortável, tentando entender quem estava falando, quem estava em cena nas situações. Gosto muito das conversas paralelas à feitura do filme dentro do filme e incomodei-me com a assunção classista de algumas seqüências (perceptível, conforme verificado nas interações entre os personagens). Não está entre os meus favoritos na ótima fase contemporânea do diretor, mas sei que, na revisão, apreciarei bem mais. Não entendi direito a proposta, confesso! (WPC>)