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Data de lançamento
27 Set. 1964Duração
Um sanatório de luxo emprega um veterano da Guerra da Coréia, para ajudar na terapia ocupacional de sua rica e esquizofrênica clientela. Ele começa a se apaixonar por uma paciente. que está mentalmente presa em seu mundo particular. Ela também é desejada por outros dois pacientes: uma mulher mais velha e por um homem perturbado. Nesta atmosfera o jovem terapeuta começa sua própria desintegração psicológica.
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Sinceramente o conto em si nem me instigou tanto assim porém a condução da câmera, o clima gradativo de neurose sendo criado e a belíssima fotografia me deixaram completamente satisfeito por si só. De fato tem seus problemas de ritmo mas o clima certamente compensa.
Um drama/romance complexo.
Não sou muito apreciador deste diretor, mas este filme foi muitíssimo elogiado por alguém que amo. Resolvi arriscar, e fiquei muuuuuuito entediado ao longo da sessão. Incomodei-me bastante com o tom rebuscado da narrativa, com o tom de psicose contrabalançado pela inverossimilhança contratual do protagonista. Pouco a pouco, a trama foi fazendo sentido, ao assemelhar-se à mesma perspectiva contextual de obras tão díspares quanto O GABINETE DO DR. CALIGARI ou ILHA DO MEDO. O desfecho é devastador: tudo faz sentido, afinal! Warren Beatty soa deslocado, mas Jean Seberg luta: tem muito de si própria naquela devastada personagem. O pequeno papel de Gene Hackman é angustiante e Peter Fonda está maravilhoso. Por mais extenuante que o filme seja, isto é assumido como propósito do roteiro, quando compreendemos o que estava ocorrendo desde o início. Terei eu coragem de revê-lo nalgum momento? Há muito a ser debatido a partir dessa obra! (WPC>)
Filme intrigante, gera questionamentos sobre o limite da lucidez. Gostei bastante. Foi uma surpresa.
A loucura é contagiosa.