O contrabandista americano Robert John Evans (Ray Milland) é contratado para resgatar um milionário que foi raptado por comunistas. No entanto, descobre que a esposa do milionário quer resgatá-lo, porém morto.
Bom Dia! Revendo esse filme de 1956 resumindo. O elenco funciona melhor que esse filme, destaque para Inesquecível Maureen O'hara. mesmo com o charme de lisboa, mesmo assim não é tão bom. Gosto de suspenses, mas esse é fraco, uma pena, porque o elenco merecia mais.
Bela trama noir rodado em Lisboa, Portugal, eis o título homônimo. Bem dirigido e atuado por Ray Milland (era grande ator e se descobriu como muito bom cineasta). Milland tem a seu dispor bom elenco que inclui um Claude Rains (vilão frio, requintado cínico e mal caráter). Maureen O'hara ótima como uma americana que vai a Portugal com uma missão. E Yvonne Furneaux como uma serva e objeto de desejo do personagem de Ray Milland. Belíssimas locações da cidade de Lisboa e a participação breve da atriz e fadista Anita Guerreiro são elementos convidativos para assistir este noite noir, como de praxe com intenções dúbias dos personagens. Bom filme!
Nunca tinha ouvido falar deste filme e nunca tinha ouvido ninguém se empolgar acerca dos filmes dirigidos pelo Ray Milland. Até que um amigo macmachonista divulgou esta obra e o vi despretensiosamente. Mas já fui seduzido pela linda canção dos créditos iniciais. Fascinante. A apresentação vilanesca do personagem de Claude Rains é brilhante: o modo como uma pessoa relaciona-se com os passarinhos que visitam a sua residência diz muito acerca do seu caráter (risos). O protagonista interpretado pelo próprio diretor demora um pouco para aparacer e, quando surge, soma-se a um vasto elenco, em que a dubiedade destaca-se nas composições. Porém, a fidedignidade às convenções 'noir' torna as reviravoltas da trama um tanto automáticas: na pretensão pela surpresa, o roteiro resvala em certo esquematismo, confirmado pela extrema vaidade de Ray Milland em múltiplas funções. A direção de arte é linda e as cenas externas da cidade são esplêndidas (como faz bem ouvir o português nos filmes hollywoodianos) A meia-hora final é rápida demais, sem o impacto de sua introdução. A fotografia é linda, e os motes criminais paralelos são críveis, mas o desfecho soou-me pouco convincente. Não deixa de ter sido uma descoberta valiosa. Maureen O'Hara está linda e Yvonne Furneaux merecia mais destaque: sua entrada em cena é arrebatadora! (WPC>)
Bom Dia!
Revendo esse filme de 1956
resumindo.
O elenco funciona melhor que esse filme, destaque para Inesquecível Maureen O'hara. mesmo com o charme de lisboa, mesmo assim não é tão bom.
Gosto de suspenses, mas esse é fraco, uma pena, porque o elenco merecia mais.
Rau Milland dirigiu e interpretou o protagonista, se passando pelo galã e saiu beijando as atrizes principais. Mais parece um desejo revelado.
Excelente filme!!!
Bela trama noir rodado em Lisboa, Portugal, eis o título homônimo. Bem dirigido e atuado por Ray Milland (era grande ator e se descobriu como muito bom cineasta). Milland tem a seu dispor bom elenco que inclui um Claude Rains (vilão frio, requintado cínico e mal caráter). Maureen O'hara ótima como uma americana que vai a Portugal com uma missão. E Yvonne Furneaux como uma serva e objeto de desejo do personagem de Ray Milland. Belíssimas locações da cidade de Lisboa e a participação breve da atriz e fadista Anita Guerreiro são elementos convidativos para assistir este noite noir, como de praxe com intenções dúbias dos personagens.
Bom filme!
Nunca tinha ouvido falar deste filme e nunca tinha ouvido ninguém se empolgar acerca dos filmes dirigidos pelo Ray Milland. Até que um amigo macmachonista divulgou esta obra e o vi despretensiosamente. Mas já fui seduzido pela linda canção dos créditos iniciais. Fascinante. A apresentação vilanesca do personagem de Claude Rains é brilhante: o modo como uma pessoa relaciona-se com os passarinhos que visitam a sua residência diz muito acerca do seu caráter (risos). O protagonista interpretado pelo próprio diretor demora um pouco para aparacer e, quando surge, soma-se a um vasto elenco, em que a dubiedade destaca-se nas composições. Porém, a fidedignidade às convenções 'noir' torna as reviravoltas da trama um tanto automáticas: na pretensão pela surpresa, o roteiro resvala em certo esquematismo, confirmado pela extrema vaidade de Ray Milland em múltiplas funções. A direção de arte é linda e as cenas externas da cidade são esplêndidas (como faz bem ouvir o português nos filmes hollywoodianos) A meia-hora final é rápida demais, sem o impacto de sua introdução. A fotografia é linda, e os motes criminais paralelos são críveis, mas o desfecho soou-me pouco convincente. Não deixa de ter sido uma descoberta valiosa. Maureen O'Hara está linda e Yvonne Furneaux merecia mais destaque: sua entrada em cena é arrebatadora! (WPC>)