Em San Francisco o detetive Virgil Tibbs (Sidney Poitier) investiga a morte de uma prostituta, Joy Sturges (Linda Towne), que foi morta, espancada e estrangulada.
Ele conclui que um padre, Logan Sharpe (Martin Landau), que é seu amigo, é um dos suspeitos e não tem álibi.
Apesar de Tibbs querer acreditar que Logan é inocente, é impossível não considerá-lo suspeito, pois Sharpe admitiu para ele que foi para a cama com ela nos últimos meses.
Assim Tibbs investiga seu amigo, mas há outros suspeitos.
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Sequência abaixo da média do ótimo, No Calor da Noite, de 1967. Quase nada aqui empolga, a não ser a trilha jaizística assinada pelo grande Quynce Jones (a melhor coisa deste filme). Dirigido por Gordon Douglas de maneira arrastada, burocrática e sem ritmo. Nem as poucas cenas de perseguição empolgam e mostrar a relação familiar do protagonista não ajudou em nada, só atrapalhou com cenas desnecessárias. Sidney Poltier parece preguiçoso em sua atuação, destoando comoletamente da fita original. E Martin Landau não tem o que mostrar num papel coadjuvante desinteressante. Uma completa bola fora esta fita policial que não empolgou em momento algum, só serviu de sonífero.
Primeira sequência do oscarizado "No Calor Da Noite", com Poitier repetindo o papel do detetive Virgil Tibbs, investigando o assassinato de uma prostituta em São Francisco, e suas conexões com um líder religioso comandando um processo eleitoral. Se por um lado não tem o peso político-social do anterior (denúncia do racismo), por outro lado se revela uma história policial mais movimentada e instigante, com um bom elenco e ótima trilha sonora do maestro Quincy Jones!
O filme é muito arrastado, quase parando, mas não é ruim.
Drama e mistério policial em DeLuxe Color da The Mirisch Corporation e United Artists. O título do filme foi tirado de uma linha no primeiro filme. Um dos últimos dos quase 100 filmes do diretor Gordon Douglas (1907-1993), que faria apenas mais 4 filmes depois deste. A trilha sonora do filme foi composta, arranjada e conduzida por Quincy Jones.
Este foi a sequência do super premiado No calor da noite (67), sendo concluída a trilogia com A Organização (71). Notável por ser um dos poucos filmes em que Edward Asner (1929-2021) usa uma peruca completa por sua parte. Foi o 1° filme de John Hillerman (1932-2017). Em "No calor da noite" Virgil Tibbs diz que não é casado, mas nesta sequência é e tem 2 filhos. Ele era um detetive da Filadélfia na trama anterior, mas nesta sequência ele agora é tenente em São Francisco. Também foi a última aparição do ator veterano porto-riquenho Juano Hernández (1896-1970), que morreu em julho de 1970, poucos dias após a estreia do filme.
Um filme de altos e baixos, com alguns momentos e lentos e cansativos e diálogos estendidos, mas que são compensados por ótimas cenas de ação e perseguições. Mesmo sendo inferior ao original, é um filme bom e interessante de se ver. Tibbs é despojado da maior parte de sua personalidade e transformado em mais um policial workaholic com uma vida pessoal conturbada.
Achei meio estranha (para não falar outra coisa pior) a cena em que Virgil ensina seu filho pequeno a fumar um baseado.
Interessante, apesar de ser investigativo como o primeiro filme, esse tem uma pegada mais "blacksploitation", com funk e o relacionamento problemático do herói com a família. A parte principal que é a investigação é bem tensa, afinal tudo indica que é o amigo, que vai se eleger, e provavelmente apoiar causas que o Tibbs endossa,
mas como ele é casca grossa, ele prende o amigo que realmente era o bandido, mas ninguém esperava que ele ia se jogar na frente de uma caminhoneta! WTF!!!!