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Data de lançamento
25 Dez. 2013Duração
Bastante machucada e largada em um beco, Joe (Charlotte Gainsbourg) é encontrada por um homem mais velho, Seligman (Stellan Skarsgard), que lhe oferece ajuda. Ele a leva para sua casa, onde possa descansar e se recuperar. Ao despertar, Joe começa a contar detalhes de sua vida para Seligman. Assumindo ser uma ninfomaníaca e que não é, de forma alguma, uma pessoa boa, ela narra algumas das aventuras sexuais que vivenciou para justificar o porquê de sua auto avaliação.
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IMPRIMATUR - visto no cinema em 2014:
Há uma teoria óbvia no filme “Garotas Selvagens” de 1998, que justificam as ações dissimuladas da protagonista por meio de sua capacidade intelectual (“ela é capaz de ser ou fazer o que quiser”). Acreditando nessa máxima, uma pessoa com QI altíssimo pode muito bem se passar por estúpido se isso for do seu interesse. Para o Lars Von Trier vou me dar ao luxo de usar essa desculpa. Não sou seu fã, mesmo com Dogville entre os meus 10 filmes idolatrados, talvez por isso, não julgarei as intenções de suas escolhas como se fosse um erro (O objetivo de quem acredita ter algo importante para dizer é atingir o maior numero de ouvintes possíveis). Independente de achá-lo ou não inteligentíssimo, pelo que sei, ele mesmo já se considera. O grande problema do filme é justamente ser esse o veículo artístico escolhido para dissecar suas teorias. Ele, como um autor, está tão apaixonado por suas fundamentações que aqui ele esquece que está fazendo cinema. Digo que devido ao mau desenvolvimento dos personagens, era quase impossível não rir das situações envoltas de analogias tendenciosas. A meu ver, é um filme tão deprimente, sei lá... Tantos séculos de evolução e ainda não sabemos como encaixar, definir, limitar, classificar, mediar nossas verdadeiras necessidades individuais ou sociais... Gostei porque acho que entendi, porém, se for para continuar assim, é melhor que o Von Trier dedique-se a escrever livros. Assim se torna mais produtivo rever o capítulo anterior.
Avaliação em nota: 6.9
Filme tooop , a cena com Uma Thurman é a melhor do filme , diálogos bem legais , as cenas quentes bem feitas , passando o sentimento da coisa ali , trilha sonora então nem se fala , 5 estrelas 🔝💯
- por tudo que eu já tinha ouvido falar, jurava que seria até mais pesado, tem poucas cenas de potaria inclusive, tem coisa explicita também, mas é de boa
- o que me pegou mesmo e achei bem denso são os momentos finais do pai da protagonista
- tenho muitas críticas ao diretor, mas ele é bem inteligente e sabe como construir um filme
- trás analogias muito boas e uma montagem interessantíssima, misturando cenas reais com as do filme
- a narrativa ser através dela contando sua história, com direito a várias interrupções e comentários é ótima
Demorei pra enfim ver pq não me interessei pela premissa. Dei uma chance por conta do diretor. Gostei do filme num geral. Pra mim, se o longa fosse apenas a conversa entre os dois principais, já teria funcionado, sendo interessante o suficiente, mas... O diretor defendeu que as cenas +18 eram necessárias. he Se ele diz... Daí vem o "filme polêmico". Mas deixado de lado, os assuntos me prenderam a atenção, sendo discutido tabus sociais, hobbies, corpo, gênero, religião, moral, etc. É uma mulher contando suas intimidades pra um cara e ambos batendo o maior papo filosófico por cima. E umas cenas explícitas aqui e ali pra chocar.
Esse diretor acordou e escolheu a violência emocional fazendo um filme onde uma mina conta a vida sexual dela inteira pra um cara aleatório. É aquela conversa íntima que deveria ficar só entre amigas, mas virou cinema de arte (porno). A protagonista manda muito bem numa atuação que é linda e perturbadora ao mesmo tempo (ou boa até demais). Visualmente é até bonito, mas o conteúdo é bem explicito, hehe, daqueles que você assiste e fica instigado rsrs. Acho que foi um filme polemico, mas necessario!