Tonight and Every Night é um filme musical de 1945 estrelado por Rita Hayworth e Lee Bowman , sobre o romance de guerra e tragédia em uma sala de música de Londres. Hayworth é uma showgirl americana que se apaixona por um piloto da RAF interpretado por Bowman.
Mediano.
Achei um pouco entediante, acho que o ponto alto foi o final.
Drama musical em Technicolor da Columbia Pictures indicado a 2 estatuetas no Oscar: melhor canção original e melhor trilha sonora. O filme foi adaptado da peça de teatro de 1942 "Heart of a City", de Lesley Storm (1898-1975), que era o pseudônimo de Mabel Cowie, também conhecida por seu nome de casada, Mabel Clark.
Rita Hayworth (1918-1987) estava grávida durante a produção. Como resultado, os números musicais foram filmados primeiro, antes que a gravidez começasse a aparecer. À medida que as filmagens avançavam, muito cuidado foi tomado para esconder sua barriga crescente com regalos, móveis e bolsas. O canto de Rita Hayworth foi dublado por Martha Mears (1910-1986). Foi o 1° papel no cinema creditado para Marc Platt (1913-2014).
Parece um musical habilmente feito, mas bastante clichê, até os últimos 5 minutos, que contêm uma reviravolta que vira o filme inteiro de cabeça para baixo, mas um filme surpreendentemente vicioso, somado todos aspectos juntos. Um reforço musical de moral de guerra em que a estrela Rita Hayworth era apenas uma de um conjunto animado. Os números individuais são encenados de forma inventiva, com uma cena aproveitando criativamente o processo Technicolor de uma maneira surpreendente, raramente vista em filmes dos anos 40.
Um musical que se apoia no carisma de Rita Haworth e Lee Bowman como o casal romântico. Se bem que o romance do casal é pano de fundo para inúmeros musicais nada inspirados e historinha "miúxa". Ao final uma pequena carga dramática. Um misto de musical e romance embrenhado na guerra como pano de fundo.
Adoro a Rita, e só ter ela em um filme já é dar brilho nos olhos mas achei a história fraca e o descaso com o que estava dando a o que estava acontecendo ( A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL) tratando como algo banal e algumas vezes ate com brincadeira (vide a dancinha aoao som do discurso do Hitler) fez o filme perder a simpatia e vontade de acompanhar seus personagens.
Como parte de um esforço motivacional, o conjunto da indústria do cinema de Hollywood engajou-se na luta contra os regimes fascistas que se expandiam na Europa causando a maior e mais duradoura guerra já vista. Todos os principais estúdios na década de quarenta produziram, em larga escala, uma filmografia documental e ficcional. Estas produções ao mesmo tempo que encorajavam o combate contra as forças do eixo através de boletins jornalísticos e propagandas de incentivo moral, fornecia um alivio escapista a população mesclando elementos de uma realidade com outros de pura fantasia criativa. O pano de fundo era quase sempre direta ou indiretamente o ambiente de intensos conflitos, as incertezas e a destruição que afligia o mundo e, de várias maneiras, afetavam a vida de todos. Em Coração de Uma Cidade, o roteiro fala de resistência que aqui é representada na figura de uma teatro londrino que insiste em manter-se funcionando mesmo sob o risco de ser bombardeado pelas forças alemãs nas chamadas 'Blitz'. Feito pela Columbia e estrelado pela sua primeira dama, a inigualável Rita Hayworth (radiante como sempre), Coração de Uma Cidade é um musical/romance/drama que apresenta um roteiro linear, com boas cenas coreografadas, boas interpretações e conflitos amorosos que ingenuamente vão se resolvendo sob as máculas da guerra. O show que continua e a vida que prevalece, fortalecendo-se com as perdas.