Dirigido por
Data de lançamento
6 Out. 2023Duração
Com a morte da esposa grávida em um terremoto no Haiti, há 13 anos, Victor Fielding tem criado sua filha Angela sozinho. Mas quando Angela e sua amiga Katherine desaparecem na floresta e retornam três dias depois sem memória do que aconteceu nesse meio tempo, uma série de eventos obrigará Victor a confrontar o mal e, em seu terror e desespero, buscar a única pessoa viva que testemunhou algo parecido antes: Chris MacNeil.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Quando O EXORCISTA: O DEVOTO, chegou aos cinemas em 2023 já tinha uma má impressão dele, de modo que, os filmes anteriores a este e após o clássico de 1973, a série de fitas do Exorcista já foram caindo muito de qualidade e também pelo fato do tema exorcismo já está deveras batido. Durante a semana tinha dado uma revisão em O EXORCISTA II e III, com conclusão baixíssima em relação as sequências e hoje dei continuidade a este filme mais recente. Conferido ele, realmente não valeu a pena tê-lo visto no cinema. Me pergunto se realmente foi necessário produzir este filme, depois de tantas sequências fracassadas. Além do mais, com roteiro tão ruim como este. Fiquei com dó da atriz Ellen Burstyn pela sua péssima interpretação (melhor que tivesse mantido a boa lembrança do filme original). Tudo é muito ruim, ritmo narrativo, roteiro e algumas atuações não muito convincentes. Completamente desnecessário a idealização e execução deste filme. Fechando aqui as péssimas sequências de um clássico (o de 1973) que ficou irretocável e, nenhuma de suas sequências chegaram nem `aos pés` da fita original, a única, exclusivamente, que é digna de nota.
O marketing de O Exorcista: O Devoto foi pesado e estratégico. Usaram todos os elementos gráficos possíveis do clássico O Exorcista, desde pôsteres até a própria grafia do título, claramente tentando acionar a nostalgia e a força simbólica do original. E talvez tenha sido justamente aí que criaram uma expectativa alta demais para algo que, no fim, não sustenta esse peso.
Na época, a sensação era de decepção. Mas, olhando agora 3 anos depois com mais distância, também não dá pra dizer que é um desastre completo. O filme até funciona dentro de certos limites, mas esbarra em um problema maior: o desgaste absoluto do tema.
Filmes de exorcismo já foram explorados de todas as formas possíveis. É um terreno saturado, onde praticamente tudo já foi feito, qualquer tentativa de inovação parece forçada ou insuficiente, porque o próprio subgênero já chegou num ponto de exaustão criativa.
A real é que talvez não seja nem culpa específica desse filme. A ideia de possessão já foi tão explorada que perdeu impacto. Já tiraram água de pedra de todas as maneiras possíveis, e hoje é difícil encontrar algo que realmente assuste, surpreenda ou sequer pareça novo.
Sinceramente, impressiona ainda existir tanto investimento nesse tipo de história. Talvez o melhor caminho fosse deixar o gênero “descansar” por um bom tempo, uns 20 anos, no mínimo, pra que, lá na frente, alguém consiga revisitar esse universo com um olhar realmente fresco. Porque, do jeito que está, parece mais repetição do que necessidade criativa.
Achei bem clichê, mas
no final tadinha da menina... não gostei
Não é um filme ruim, mas achei bem fraco, não me impressionou. Pelo menos não é uma bagunça sem sentido como "O Herege".
Curti o monólogo da enfermeira no final e confesso que me emocionei com o reencontro da Regan com a Chris. Falando na Chris, foi de péssimo gosto o que fizeram com a personagem dela.
Um horror de filme, péssimo em tudo!