Mazzaropi é o engraxate que se envolve casualmente com uma quadrilha de bandidos ao encontrar um gato perdido cuja proprietária oferece uma promissora gratificação a quem devolvê-lo.
- dos filmes urbanos do mazzaropi, esse é um dos que mais me agradou - a trama é bem ágil e imaginativa, várias piadas boas e personagens bem engraçados - escala de uma maneira impressionante o que parecia uma história simples chegando até a fantasmas de antigos monarcas
Mazzaropi tem seus momentos únicos que só ele consegue fazer rir. Porém, o roteiro arrastado e bastante fraco é o que prejudica o filme. Cenas como a do museu e a do concurso de miss são totalmente desnecessárias e até absurdas. O final é muito bom, mas, infelizmente, não é suficiente para salvar o filme.
Assisti por causa do Mazzaropi e pelo contexto histórico.
Humor inocente, mas assim como a maioria dos filmes de Mazzaropi apresenta ameaça de violência contra a mulher (no caso a esposa), o que talvez seja uma cultura da época (o filme é de 1957), onde a mulher (esposa) era vista como inferior ao homem (marido), e ameaças de violência (ou mesmo a violência) contra a mulher era algo aceitável, o que felizmente com a Lei Maria da Penha nos dias atuais (A Lei é de 2006) é totalmente inaceitável, condenável.
- dos filmes urbanos do mazzaropi, esse é um dos que mais me agradou
- a trama é bem ágil e imaginativa, várias piadas boas e personagens bem engraçados
- escala de uma maneira impressionante o que parecia uma história simples chegando até a fantasmas de antigos monarcas
Mazzaropi tem seus momentos únicos que só ele consegue fazer rir. Porém, o roteiro arrastado e bastante fraco é o que prejudica o filme. Cenas como a do museu e a do concurso de miss são totalmente desnecessárias e até absurdas. O final é muito bom, mas, infelizmente, não é suficiente para salvar o filme.
Assisti por causa do Mazzaropi e pelo contexto histórico.
Assistido em 22/05/2025.
Não consegui me prender, não é engraçado e a história é bem fraca. Nota 3,0
Assisti em 11/11/1977, sexta, no canal 12 (hoje RBS ou Globo), em Sessão das Duas.
Humor inocente, mas assim como a maioria dos filmes de Mazzaropi apresenta ameaça de violência contra a mulher (no caso a esposa), o que talvez seja uma cultura da época (o filme é de 1957), onde a mulher (esposa) era vista como inferior ao homem (marido), e ameaças de violência (ou mesmo a violência) contra a mulher era algo aceitável, o que felizmente com a Lei Maria da Penha nos dias atuais (A Lei é de 2006) é totalmente inaceitável, condenável.