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Data de lançamento
12 Ago. 1939Duração
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Após um tornado em Kansas, Dorothy, vai parar com sua casa e seu cachorro na fantástica Oz, onde as coisas são coloridas, bonitas e mágicas. Porém, o seu maior desejo é retornar de volta para casa, para isso ela deve encontrar um mágico, que lhe mostrará como realizar esse seu desejo. Para chegar até ele, contudo, Dorothy, viverá uma aventura inesquecível através do caminho de tijolos amarelos.
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Revisitar clássicos como "O Mágico de Oz" muitas vezes esbarra na nostalgia, mas a obra desafia o envelhecimento com um vigor narrativo e estético que a torna verdadeiramente atemporal. O coração pulsante do filme é Judy Garland. Sua entrega autêntica e vulnerável como Dorothy ancora toda a extravagância visual de Oz, servindo como a ponte perfeita e emocional entre a melancolia seca do Kansas e o deslumbre do mundo mágico, projetando um anseio humano com o qual é impossível não se conectar.
O elenco de apoio brilha na mesma intensidade, superando o imenso desafio físico de figurinos e maquiagens que foram revolucionários para a época. Ray Bolger faz do Espantalho um triunfo inquestionável da comédia física e da empatia; Jack Haley extrai uma doçura melancólica e genuína da carapaça prateada e limitante do Homem de Lata; e Bert Lahr abraça o ridículo e eleva o tom teatral ao máximo na pele do Leão Covarde, transformando sua figura animalesca e histérica em puro carisma. Essas atuações orgânicas são potencializadas por um esmero artesanal impressionante da equipe técnica da MGM. Os cenários grandiosos, os efeitos manuais e os figurinos possuem uma textura tátil e uma materialidade que a tecnologia digital moderna raramente consegue replicar com a mesma alma.
Esse brilhantismo técnico atinge seu ápice na icônica transição do tom sépia para o Technicolor. Mais do que um mero truque comercial para vender ingressos, a explosão saturada de cores atua como uma ferramenta narrativa fortíssima que constrói um universo onírico e autossuficiente. A mesma eficiência se aplica à música. As canções não funcionam como meras pausas para exibicionismo vocal, mas como os alicerces da história. Faixas como "Over the Rainbow" sobrevivem ao tempo porque traduzem emoções complexas de maneira direta, desenvolvendo os personagens e avançando a trama de forma fluida.
Apesar de seu pioneirismo inegável, a jornada apresenta algumas falhas. O segundo ato perde fôlego ao se apoiar em uma estrutura excessivamente episódica e repetitiva, que pode soar arrastada. O erro mais frustrante, no entanto, é o recurso do "despertar súbito" no final. Revelar que tudo não passou de um sonho esvazia o peso dramático das provações superadas pelos personagens e entrega uma mensagem conformista, que desencoraja a ambição juvenil de explorar o mundo além do próprio quintal. Contudo, esses tropeços não ofuscam o legado monumental do longa. "O Mágico de Oz" sobrevive quase um século não apenas pelo seu padrão ouro de inovação em Hollywood, mas porque projeta emoções universais. É o raro caso em que a máquina corporativa de um grande estúdio conseguiu encontrar e eternizar um coração autêntico na tela.
Um clássico que continua encantador. *O Mágico de Oz* tem uma direção visual marcante, personagens icônicos e uma fantasia que atravessa gerações. Simples na história, mas gigante na importância para o cinema. ✨🎬
Perfeito, inesquecível e sempre é gratificante assistir novamente, sem falar da música
6.5
Que filme gostoso e divertido de assistir (além de muito bem feito). Pena que com certeza não foi nem um pouco divertido atuar nele.
You're off to see the Wizard, The Wonderful Wizard of Oz
You'll find he is a whiz of a Wiz! If ever a Wiz! There was
If ever oh ever a Wiz! There was The Wizard of Oz is one because
Because, because, because, because, because
Because of the wonderful things he does