Polícia é chamada para investigar o assassinato de uma mulher, com as mesmas características de outro crime ocorrido semanas antes. As pistas acabam apontando como principal suspeito um técnico de TV e vídeo que conhece todas as casas das redondezas.
White of the Eye (1987), no Brasil O Maníaco do Olho Branco, é interessante. Tem um bom começo e consegue criar um clima de suspense bem eficiente, principalmente na primeira metade, enquanto o espectador tenta descobrir quem é o assassino.
Porém, a partir do momento em que fica claro que o culpado é Paul (David Keith), acho que o filme perde bastante força. Pelo menos na minha opinião, eu não queria que Paul fosse o assassino. Gostaria que tivesse sido outra pessoa, pois ele parecia um cara legal e carismático no início.
A quando ele surta e parte pra cima de Joan (Cathy Moriarty) e da filha Danielle (Danielle Smith), eu perdi totalmente o interesse pela história. Aquela reviravolta me pareceu algo clichê e uma saída muito fácil, como se o filme tivesse optado pelo caminho mais previsível.
Eu achava que ele me surpreenderia com um desenvolvimento diferente, algo que eu não estivesse imaginando, e essa frustração foi grande.
Enfim, o filme poderia ser melhor e também mais curto, pois depois da revelação o ritmo cai e as cenas finais não conseguem recuperar o impacto inicial.
Assistido em 04/04/2026
Lembrei deste suspense à luz do dia visto num thriller na época das fitas de video cassete distribuídas pela America Vídeo, do grupo Paris Filmes. Desde aquela época interessava-me em conferir este filme. O aparelho UNITV, TV BOX têm me proporcionado muitas surpresas cinematográficas bacanas. O início é sumamente impactante pela primeira cena-arte de assassinato, entretanto, após o primeiro bom terço, o filme cai bastante com uma narrativa arrastada e pouco interessante. O roteiro até tenta esconder por algum tempo quem mata aquelas mulheres, mas o telespectador, de cara logo no início da trama saca quem é o assassino do olho branco. A fotografia é boa e o cenário cujo a trama é conduzida é diferente de tantos outros filmes de assassinatos. Jamais vi o novo México ser tão bem fotografado. Apenas razoável!
Visto hoje(05/12/2024) e pela primeira vez esse filme obscuro da década de 80.
O filme começa prometendo o suficiente, com uma sequência de assassinato incrivelmente intensa e constantemente construída, mas depois disso "White of the Eye" é chocantemente maçante e mundano.
Pontos de enredo irregulares transparecem sem nenhuma coerência real, pois personagens desagradáveis existem em situações desagradáveis que se desenrolam em meio aos assassinatos de um serial killer. Mas, de alguma forma, nada disso importa porque é uma história de amor. O enredo não consegue manter um caminho reto por essa bagunça de filme.
Produção britânica relevante no gênero durante 80s com seu estilo próprio e pouco convencional , soundrack composto por Rick Fenn do 10cc e Nick Mason do Pink Floyd.
Achei a primeira metade do filme muito chata ( só o assisti porque veio no box obras primas do terror 15 ) . O filme é confuso e tem aquele visual ( roupas e cabelos ) feio dos anos 80 além das piadinhas bobas da época . Na segunda metade o filme melhora e mesmo assim , não passa de um filme regular e confuso e que de terror não tem nada . É só um suspense .