Uma pequena e racialmente mista cidade americana sucumbe à violência e caos total depois que um boato de um homem branco, que é suspeito de raptar uma garota negra desaparecida, será liberado pela autoridade branca.
The Well (1951), no Brasil O Poço da Angústia, eu achei que o filme é quase um documento histórico de vários casos parecidos que aconteceram por aí, assim como existem outros filmes que tratam do assunto e casos documentados de várias maneiras. É incrível como os brancos têm uma vontade incessante de controlar os negros; há uma fala nesse filme que prova isso. Isso me lembra casos de racismo que acontecem até os dias de hoje, em que os negros só são aceitos se forem inofensivos e se comportarem conforme os brancos querem; se for um negro que faça qualquer coisa que os brancos não aceitem, eles já o atacam. Não vou citar o caso que veio à minha mente, mas quem é, tá ligado.
Outra situação que me chamou atenção foi como a fofoca é um mal tão grande também e como ela tem o poder de fazer qualquer coisa ficar mil vezes pior, como uma mulher dizer que foi assediada por um negro — ou, numa situação reversa à do filme, se fosse um negro, já teria sido linchado, como foi visto em algumas situações de brigas dentro do próprio filme, com alguns policiais prendendo negros por apanharem de seis brancos e os brancos nem irem para a delegacia. Enfim, é um caso muito amplo e com contextualização histórica comprovada.
Agora, voltando ao filme, tecnicamente ele perde muita força quando
As cenas das tentativas de retirar a criança do poço são arrastadas, chatas e monótonas,
muitas vezes ficando um bom tempo sem sequer um diálogo, e nessa parte o filme perde muita força, dá uma boa caída. Mas a ideia é muito boa, uma inversão de papéis interessante e que nos mostra que, se fosse o contrário, com certeza não seria assim.
O que um mal intendido pode gerar o caos confusão, selvageria fora de controle e depois a união de todos em um ato de resgate e horas de angústia e ansiedade.
The Well (1951), no Brasil O Poço da Angústia, eu achei que o filme é quase um documento histórico de vários casos parecidos que aconteceram por aí, assim como existem outros filmes que tratam do assunto e casos documentados de várias maneiras. É incrível como os brancos têm uma vontade incessante de controlar os negros; há uma fala nesse filme que prova isso. Isso me lembra casos de racismo que acontecem até os dias de hoje, em que os negros só são aceitos se forem inofensivos e se comportarem conforme os brancos querem; se for um negro que faça qualquer coisa que os brancos não aceitem, eles já o atacam. Não vou citar o caso que veio à minha mente, mas quem é, tá ligado.
Outra situação que me chamou atenção foi como a fofoca é um mal tão grande também e como ela tem o poder de fazer qualquer coisa ficar mil vezes pior, como uma mulher dizer que foi assediada por um negro — ou, numa situação reversa à do filme, se fosse um negro, já teria sido linchado, como foi visto em algumas situações de brigas dentro do próprio filme, com alguns policiais prendendo negros por apanharem de seis brancos e os brancos nem irem para a delegacia. Enfim, é um caso muito amplo e com contextualização histórica comprovada.
Agora, voltando ao filme, tecnicamente ele perde muita força quando
largam a ignorância de lado e todos tentam ajudar.
As cenas das tentativas de retirar a criança do poço são arrastadas, chatas e monótonas,
Assistido em 04/03/2026
Muito bom recomendo.
O que um mal intendido pode gerar o caos confusão, selvageria fora de controle e depois a união de todos em um ato de resgate e horas de angústia e ansiedade.
Filme que todos deveriam ver.