O Sheik Ahmed (Rodolfo Valentino) apaixona-se pela socialite britânica Diana (Agnes Ayres), e a seqüestra, levando-a para sua tenda em um deserto. Desesperada, Diana tenta escapar de suas mãos, mas acaba se envolvendo com este homem perigoso.
Oh mds os cara simplesmente não podiam deixar o príncipe ser um árabe de verdade não pow tem que inventar toda uma lore doida de que ele foi adotado que os pais biológicos dele eram brancos porque na hollywood dos anos 20 era um absurdo a mocinha branca pura ficar com um não branco KKKKKKKK esse final foi onda
Ainda assim, desconsiderar seu valor como entretenimento seria um erro. O filme prende a atenção e é divertido de assistir, de tão absurdo que ele é. Mesmo sendo MUITO problemático, acaba que isso se torna o engraçado de se assistir. A melhor coisa do filme é o Rudolph Valentino. Tão bonito e carismático. Pena que o personagem dele sofre uma lobotomia ali pro final do filme.
Poha o cara é apresentado como um príncipe todo arrogante e machista. Que vivia fazendo careta, com aqueles olhos arregalados, um olhar psicótico. Aquela caricatura besta de "nossa ele é um selvagem precisa agir dessa forma doida aí" então faltando uns 20 e poucos minutos pra acabar de repente ele vira um romântico melancólico que abre mão do amor que sentia por uma mulher que ele sequestrou porque não faz mais sentido pra ele manter ela presa se ela não o ama akakakakj aí ele para de esbugalhar os olhos. A questão não é nem a mudança abrupta em si, porque filmes românticos mudos eram assim mesmo, mas essa higienização forçada que fizeram pro público da época aceitar ele. Já que no começo ele é só um príncipe estrangeiro possessivo, aí no final ele é um príncipe bastardo filho de brancos, que vira um poço de meiguice e compreensão, éééé por que não? Kkkkkkk
"O Sheik", de 1921, é considerado talvez, o melhor filme da efêmera carreira cinematográfica de Rudolph Valentino, notório astro do silent movie da década de 20. O que me chamou a atenção nessa película, foi o cuidado e empenho da produção na realização desta obra. O filme contém roteiro simples, mas enaltecido pela bonita figurinização e belíssimos cenários, além da notável fotografia de época. No quesito atuação, Valentino exagerou por conta de suas expressões forçadas e um tanto caricatas, mas ao mesmo tempo, revelou um pouco de sua veia dramática. O elenco de apoio não achei tão brilhante assim. Tecnicamente, o filme apresenta elementos de uma boa aventura com toques de romance, apesar da monotonía visível na trama, por conta da estória melosa e um tanto ingênua, por sinal. Pelo teor artístico, vale três estrelas.
Uma superprodução caprichada nos cenários, figurinos e efeitos com uma quantidade enorme de figurantes e um final previsível e xenófobo, claro. Para a época foi um épico, merecidamente. Vale bastante conferir para conhecimento.
Oh mds os cara simplesmente não podiam deixar o príncipe ser um árabe de verdade não pow tem que inventar toda uma lore doida de que ele foi adotado que os pais biológicos dele eram brancos porque na hollywood dos anos 20 era um absurdo a mocinha branca pura ficar com um não branco KKKKKKKK esse final foi onda
Ainda assim, desconsiderar seu valor como entretenimento seria um erro. O filme prende a atenção e é divertido de assistir, de tão absurdo que ele é. Mesmo sendo MUITO problemático, acaba que isso se torna o engraçado de se assistir.
A melhor coisa do filme é o Rudolph Valentino. Tão bonito e carismático. Pena que o personagem dele sofre uma lobotomia ali pro final do filme.
Poha o cara é apresentado como um príncipe todo arrogante e machista. Que vivia fazendo careta, com aqueles olhos arregalados, um olhar psicótico. Aquela caricatura besta de "nossa ele é um selvagem precisa agir dessa forma doida aí" então faltando uns 20 e poucos minutos pra acabar de repente ele vira um romântico melancólico que abre mão do amor que sentia por uma mulher que ele sequestrou porque não faz mais sentido pra ele manter ela presa se ela não o ama akakakakj aí ele para de esbugalhar os olhos. A questão não é nem a mudança abrupta em si, porque filmes românticos mudos eram assim mesmo, mas essa higienização forçada que fizeram pro público da época aceitar ele. Já que no começo ele é só um príncipe estrangeiro possessivo, aí no final ele é um príncipe bastardo filho de brancos, que vira um poço de meiguice e compreensão, éééé por que não? Kkkkkkk
Aventura marcante apenas pelas locações e o capricho da produção.Partindo para a trama temos momentos desinteressantes quase parando.
>Assistido em 09 de Julho de 2023
"O Sheik", de 1921, é considerado talvez, o melhor filme da efêmera carreira cinematográfica de Rudolph Valentino, notório astro do silent movie da década de 20. O que me chamou a atenção nessa película, foi o cuidado e empenho da produção na realização desta obra. O filme contém roteiro simples, mas enaltecido pela bonita figurinização e belíssimos cenários, além da notável fotografia de época. No quesito atuação, Valentino exagerou por conta de suas expressões forçadas e um tanto caricatas, mas ao mesmo tempo, revelou um pouco de sua veia dramática. O elenco de apoio não achei tão brilhante assim. Tecnicamente, o filme apresenta elementos de uma boa aventura com toques de romance, apesar da monotonía visível na trama, por conta da estória melosa e um tanto ingênua, por sinal. Pelo teor artístico, vale três estrelas.
Uma superprodução caprichada nos cenários, figurinos e efeitos com uma quantidade enorme de figurantes e um final previsível e xenófobo, claro. Para a época foi um épico, merecidamente. Vale bastante conferir para conhecimento.
Muito bem dirigido, mas caraca... É errado demais em vários níveis...