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No fim de semana do Dia da Independência, numa Las Vegas onírica, Hank e Frannie decidem que seu casamento chegou ao fim e se separam. Durante o feriado, eles buscam outras paixões, mas descobrem que estas são tão ilusórias quanto o falso brilho da cidade que os cerca.
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Um filme estranho, parece La la land depois de martinis e uma carreira de coca.
Pretensioso e brega.
A artificialidade conversa muito bem com os sonhos de todo mundo aqui. Nada é muito real, fala-se sobre sonhos, viagens, futuro, mas no fundo tudo são letreiros, maquetes, outdoors.
A breguice combina com o tom onírico do filme.
Esse aqui parece um Megalopolis que deu certo. Tanto na falta de naturalidade, que aqui combina muito com o tom maneirista e as falsas esperanças, quanto na instabilidade da história, que tem como um dos seus sinais dados a trilha sonora, que é esquecida durante boa parte da trama, assim como o narrador de Megalopolis.
O final me frustrou um pouco. Parecia ir pra um caminho tão interessante, de mostrar como um amor se arrasta até se acabar, mas caiu numa certa mesmice com a volta da Frannie. Talvez dialogue com as ilusões da história, mas enfim. Não me pegou não.
Na temática de romances insustentáveis, recomendo The disappearance of Eleanor Rigby
Maravilhosa fotografia de Vitorio Storaro.
Que historinha forcada?
Que homem iria querer voltar para a namorada quando se está na companhia da Nastassja Kinski que é infinitamente melhor do que a ex dele.