A morte de um amigo reúne três homens de meia-idade, todos casados. Deprimidos, eles vagueiam pela cidade, jogam basquete e se embebedam. Depois resolvem partir juntos, sem as respectivas famílias, para uma viagem à Europa, onde reconsideram suas vidas.
Foi o primeiro contado que tive com um filme dirigido por John Cassavetes, infelizmente, não gostei do filme, achei-o , mal dirigido, excessivamente longo e com ritmo muito maçante. Os três personagens masculinos são detestáveis, na maior parte do tempo ficam na esbórnia, são abusivos com as mulheres... Tudo execrável nos dias de hoje, cujo antigamente era naturalizado e normalizado. Filme totalmente sem ritmo, cochilei nalguns momentos e quase desisti da sessão... Mas enfim cheguei ao final, sumamente, decepcionado com este trabalho do John Cassavetes. Ainda quero conferir outros filmes deste diretor/ator. Espero que seja melhor que este título.
O que o diretor/roteirista queria fazer afinal? Uma comédia? Não tem graça (a cena do cassino é constrangedora). Um filme sobre o luto? Os amigos esquecem o falecido em poucas horas. Um estudo de personagens? Os personagens começam e terminam o filme do mesmo jeito; não há nenhum arco dramático. Fora isso só restam bebedeiras, gritarias, agressões contra mulheres e tentativas de estupro. Um remédio para insônia.
Um filme com tema semelhante mas infinitamente superior é O Reencontro (1983), de Lawrence Kasdan.
O mais tragicômico que vi do Cassavetes. O homem de meia idade fica ainda mais bobo quando enlutado. As tentativas de ser masculino ficam até mais bonitinhas, quando não patéticas.
10/06/2020
Um filme que quando se lê a sinopse e se assiste os primeiro minutos há um entusiasmo de que vem coisa boa pela frente. Ledo engano. O filme é tão vazio quanto as cabeças ocas dos protagonistas.