A morte de um amigo reúne três homens de meia-idade, todos casados. Deprimidos, eles vagueiam pela cidade, jogam basquete e se embebedam. Depois resolvem partir juntos, sem as respectivas famílias, para uma viagem à Europa, onde reconsideram suas vidas.
O que o diretor/roteirista queria fazer afinal? Uma comédia? Não tem graça (a cena do cassino é constrangedora). Um filme sobre o luto? Os amigos esquecem o falecido em poucas horas. Um estudo de personagens? Os personagens começam e terminam o filme do mesmo jeito; não há nenhum arco dramático. Fora isso só restam bebedeiras, gritarias, agressões contra mulheres e tentativas de estupro. Um remédio para insônia.
Um filme com tema semelhante mas infinitamente superior é O Reencontro (1983), de Lawrence Kasdan.
O mais tragicômico que vi do Cassavetes. O homem de meia idade fica ainda mais bobo quando enlutado. As tentativas de ser masculino ficam até mais bonitinhas, quando não patéticas.
10/06/2020
Um filme que quando se lê a sinopse e se assiste os primeiro minutos há um entusiasmo de que vem coisa boa pela frente. Ledo engano. O filme é tão vazio quanto as cabeças ocas dos protagonistas.
tirando a sequencia inicial das fotos, todo o resto não vale a pena.