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Data de lançamento
7 Junho 1955Duração
Em uma clínica psiquiátrica de prestígio, a tensão entre médicos, funcionários e pacientes cresce a cada dia. O diretor da clínica decide que os internos vão projetar cortinas para a biblioteca, como prática terapêutica. Essa simples ideia acaba despertando a resistência de alguns coordenadores, o entusiasmo de outros e o impedimento por parte do gerente local. Até que ações isoladas entram em choque, e a simples troca de cortinas vira o estopim para que conflitos pessoais e profissionais culminem em um final indesejado.
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Drama em Eastman Color e CinemaScope da MGM que foi baseado no romance homônimo de 1954 de William Gibson (1914-2008). Este filme foi um desastre de bilheteria, resultando em um prejuízo de acordo com registros do estúdio. A música do filme se distingue "por ser a primeira predominantemente dodecafônica a ser elaborada para um filme", Esta técnica utiliza-se dos 12 sons e foge do sistema tonal tradicional, bem como da harmonia tradicional.
Marcou o retorno de Lillian Gish (1893-1993) à MGM após uma ausência de 22 anos. Este foi o 1° filme de Lauren Bacall (1924-2014) para a MGM e foi a última aparição de Oscar Levant (1906-1972) nas telas. Último filme de Myra Marsh (1894-1964). Lauren Bacall e Richard Widmark (1914-2008) reapareceram juntos em Assassinato no Expresso Oriente (74). Bacall foi a protagonista de Charles Boyer (1899-1978) em Quando os destinos se cruzam (45). Prólogo envolvente: "O problema começou." E Epílogo: "O problema acabou."
Tema interessante não tão bem construído como deveria. A primeira metade da projeção é chata, confusa e desconexa. Começa a melhorar a partir da segunda metade, sobretudo no quarto final, quando acontece algumas reviravoltas na trama. Apesar de todas as suas deficiências, continua a ser um olhar fascinante sobre as atitudes de meados do século em relação às doenças mentais.
A capa e o título desse filme não tem nada haver com a história, mas é bom de qualquer forma.
Conflitos pessoas propagam-se numa clínica psiquiátrica entre pacientes, médicos e funcionários. De modo que, algumas ações isoladas entram em choque, e a simples troca de cortinas vira o estopim para que conflitos pessoais e profissionais culminem em um final indesejado. É notório que o elenco é brilhante e composto por grandes atores, dentre eles,. Lauren Bacall, Richard Widmark, Glória Grahame e Lilian Gish. Contudo, nenhum conseguir brilhar talvez pela direção e roteiro burocrático, inclusive, Lauren Bacall está apagadíssima aqui. Vincent Minelli dirigiu este drama com mão pesada e não soube dosar bem.
Devo confessar que não tive muita paciência e talvez nem boa vontade com o filme de MInnelli quando de início percebi que se trataria de um melodrama bem quadradão que ele fez aos montes em sua carreira. Ainda peguei uma versão dublada , com áudio de terrível e imagem pior ainda , então pouco se salvou fora o belo elenco.
Obra-prima do cinema que mostra o talento absurdo de Minnelli e de sua mise-en-scene, filmado em um scope perfeito.