Nightmare (1956), que no Brasil saiu como Pesadelo, eu achei bem interessante e talvez até inovador, ainda mais pela época, não sei se tem algo parecido, se tiver gostaria de saber. Porém eu achei o protagonista Stan (Kevin McCarthy) muito bunda mole nesse começo de filme, tudo bem que ele estava confuso e com medo, mas daí fugir de uma mulher, desmaiar ao ver uma foto, forçado demais...
Rene (Edward G. Robinson) é um bom personagem, ainda tem um ponto positivo que Edward G. Robinson é um baita ator e ajuda muito no personagem, porém ele poderia ter dado mais atenção ao Stan quando esse lhe disse a sua situação,
por mais que soe utópica, deveria conhecer melhor o caráter dele e dar mais apoio, o que só acontece com mais de 1 hora de filme, e de maneira totalmente ao acaso e aleatória, com Stan contando sobre o seu vizinho, em que Rene consegue desconfiar e ter um ponto de partida para finalmente começar de algum lugar.
Só que isso já tem mais de uma hora de filme, por isso eu acho que o começo é bem arrastado, e só nesse momento em que o filme começa a se desenvolver, o que ocasiona um final meio abrupto também e um fechamento apressado. Mas ainda assim o filme tem bons momentos.
Drama romântico noir e suspense policial de mistério em preto e branco da United Artists e Pine-Thomas Productions cuja estória foi baseada em um romance de William Irish, um pseudônimo de Cornell Woolrich (1903-1968). O filme é uma refilmagem de Um rosto no espelho (46), do mesmo diretor, Maxwell Shane (1905-1983), baseado na mesma estória de 1941 "And so to death".
O 2° de 2 filmes do roteirista Cornell Woolrich estrelados por Edward G. Robinson (1893-1973) , sendo o 1° A noite tem mil olhos (48). G. Robinson e Kevin McCarthy (1914-2010) apareceram posteriormente em Criminosos não merecem prêmio (63). Billy May and His Orchestra se apresentam no filme como eles mesmos. Eles também fornecem a música tema, "Nightmare in New Orleans".
Um homem, Stan Grayson, sofre um pesadelo em que mata um homem em uma sala cheia de espelhos e o esconde dentro de um armário; tudo isso na presença de uma linda mulher. Quando ele acorda, ele encontra uma chave em sua mão. O pesadelo parecia real, e o homem começou a se atormentar até pedir ajuda ao cunhado, Rene Bressard, um policial. Juntos, eles começam a investigar o mistério que cerca aquele pesadelo aterrorizante e a origem da chave, mas encontrarão algo diabólico que não esperavam.
Um dos filmes que na época aproveitou a onda da psicanálise, não como forma de estudo, mas como meio de recriar uma geração de assassinos cerebrais que fabricavam seu "crime perfeito". Tudo começa com um pesadelo (a partir daí já nos dá indícios de um caso clínico), uma suspeita, talvez uma premonição, depois vira certeza. Então o falso culpado é criado, um caminho de detetive e uma revelação inesperada.
Maxwell Shane adaptou a história do Cornell Woolrich duas vezes para o cinema. Na primeira versão, quem tem o pesadelo é o "Bones" DeForest Kelley. Na segunda, o também excelente Kevin McCarthy. As duas são boas :)
O mesmo diretor fez outra versão em 1947, ainda não vi 'Fear in the Night' mas ter aqui Edward G. Robinson com certeza eleva muito uma obra! um dos grandes atores de tds os tempos. o filme é ótimo! cheio de tensão e muito suspense. recomendado para os fãs do cinema noir.
Nightmare (1956), que no Brasil saiu como Pesadelo, eu achei bem interessante e talvez até inovador, ainda mais pela época, não sei se tem algo parecido, se tiver gostaria de saber. Porém eu achei o protagonista Stan (Kevin McCarthy) muito bunda mole nesse começo de filme, tudo bem que ele estava confuso e com medo, mas daí fugir de uma mulher, desmaiar ao ver uma foto, forçado demais...
Rene (Edward G. Robinson) é um bom personagem, ainda tem um ponto positivo que Edward G. Robinson é um baita ator e ajuda muito no personagem, porém ele poderia ter dado mais atenção ao Stan quando esse lhe disse a sua situação,
por mais que soe utópica, deveria conhecer melhor o caráter dele e dar mais apoio, o que só acontece com mais de 1 hora de filme, e de maneira totalmente ao acaso e aleatória, com Stan contando sobre o seu vizinho, em que Rene consegue desconfiar e ter um ponto de partida para finalmente começar de algum lugar.
Só que isso já tem mais de uma hora de filme, por isso eu acho que o começo é bem arrastado, e só nesse momento em que o filme começa a se desenvolver, o que ocasiona um final meio abrupto também e um fechamento apressado. Mas ainda assim o filme tem bons momentos.
Assistido em 09/03/2026
Drama romântico noir e suspense policial de mistério em preto e branco da United Artists e Pine-Thomas Productions cuja estória foi baseada em um romance de William Irish, um pseudônimo de Cornell Woolrich (1903-1968). O filme é uma refilmagem de Um rosto no espelho (46), do mesmo diretor, Maxwell Shane (1905-1983), baseado na mesma estória de 1941 "And so to death".
O 2° de 2 filmes do roteirista Cornell Woolrich estrelados por Edward G. Robinson (1893-1973) , sendo o 1° A noite tem mil olhos (48). G. Robinson e Kevin McCarthy (1914-2010) apareceram posteriormente em Criminosos não merecem prêmio (63). Billy May and His Orchestra se apresentam no filme como eles mesmos. Eles também fornecem a música tema, "Nightmare in New Orleans".
Um homem, Stan Grayson, sofre um pesadelo em que mata um homem em uma sala cheia de espelhos e o esconde dentro de um armário; tudo isso na presença de uma linda mulher. Quando ele acorda, ele encontra uma chave em sua mão. O pesadelo parecia real, e o homem começou a se atormentar até pedir ajuda ao cunhado, Rene Bressard, um policial. Juntos, eles começam a investigar o mistério que cerca aquele pesadelo aterrorizante e a origem da chave, mas encontrarão algo diabólico que não esperavam.
Um dos filmes que na época aproveitou a onda da psicanálise, não como forma de estudo, mas como meio de recriar uma geração de assassinos cerebrais que fabricavam seu "crime perfeito". Tudo começa com um pesadelo (a partir daí já nos dá indícios de um caso clínico), uma suspeita, talvez uma premonição, depois vira certeza. Então o falso culpado é criado, um caminho de detetive e uma revelação inesperada.
Maxwell Shane adaptou a história do Cornell Woolrich duas vezes para o cinema. Na primeira versão, quem tem o pesadelo é o "Bones" DeForest Kelley. Na segunda, o também excelente Kevin McCarthy. As duas são boas :)
O mesmo diretor fez outra versão em 1947, ainda não vi 'Fear in the Night' mas ter aqui Edward G. Robinson com certeza eleva muito uma obra! um dos grandes atores de tds os tempos. o filme é ótimo! cheio de tensão e muito suspense. recomendado para os fãs do cinema noir.