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Data de lançamento
3 Dez. 2000Duração
Queer As Folk é o nome da série norte-americana e canadense, produzida pelo canal Showtime e Temple Street Productions. O seriado foi exibido originalmente nos Estados Unidos, pelo canal Showtime e no Canadá, pelo canal Showcase, sendo transmitido entre 3 de dezembro de 2000 à 7 de agosto de 2005 (nos Estados Unidos) e entre 22 de janeiro de 2001 à 15 de agosto de 2005 (no Canadá).
O nome do seriado é uma brincadeira com um ditado em inglês, de "ninguém é tão estranho como nós" ("nobody is so weird as folk"), para "ninguém é tão gay como nós" ("nobody is so queer as folk").
Adaptado por Ron Cowen e Daniel Lipman, a série foi baseado no britânico Queer As Folk, de Russell T. Davies. O seriado foi dirigido por Russell Mulcahy, Bruce McDonald, David Wellington, Kelly Makin, John Greyson, Jeremy Podeswa e Michael DeCarlo e tendo como escritores principais Ron Cowen e Daniel Lipman. O seriado é distribuído pela Warner Bros. Television.
Queer As Folk narra a história de cinco homens homossexuais que vivem em Pittsburgh, Pennsylvania: Brian, Justin, Michael, Emmett e Ted. Compondo o elenco principal, ainda temos o casal de lésbicas, Lindsay e Melanie e a mãe orgulhosa de Michael, Debbie.
Entre as duas versões, existem suas diferenças do qual destacamos: a quantidade de personagens, as tramas principais e as cenas de nudez.
Este seriado é um marco na luta dos direitos GLBT, pois investe em uma trama sem cunho pornográfico ou apelativo, mostrando homossexuais como pessoas comuns, vivendo em seu dia-a-dia. As dificuldades e conquistas desta comunidade são brilhantemente retratadas nesta produção.
No Brasil, a série recebeu o nome de Os Assumidos e foi transmitida pelo canal à cabo Cinemax. Já em Portugal, a série foi chamada de Diferentes como nós e teve sua exibição durante as madrugadas no canal TVI. Em ambos países, nunca tiveram lançamento dos DVDs de suas temporadas.
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Resolvi reassistir, e por mais que a série seja sobre os 5, tudo gira praticamente em torno do Brian, e por mais que ela seja insuportável, ainda assim a gente não consegue deixar de assistir, e é justamente esse magnetismo que faz eu gostar tanto. Vale também dizer da importância de uma série como essa no começo dos anos 00, com tanta representativdade. Debbie deveria ser um exemplo para tantos pais por aí, difícil não se apaixonar por ela, e ainda vale dizer que é incrível acompanhar toda a evolução do Justin (que é o precursor da série, desde suas descobertas). Não consigo dar menos do que 5/5 pra marca do que é essa série, pensando em quando foi lançada.
É uma série boa.
O fato dela ser longa com 22 episódios, me cansou em alguns momentos, e eu entendo que muitos episódios funcionavam antigamente.
Vou dá uma chance para a 2ª temporada.
Terminei a temporada 01, amei demais, série muito boa.
Apesar de não ter muita inclusão social, muita coisa ainda é pertinente nos dias atuais, principalmente as relações, as baladas, claro que alguns temas ficaram datados devido a época, mas outras situações ainda são atuais, muito boa, gostei demais. Partiu S02.
Devia ter visto essa série na minha adolescência. Talvez teria tido uma outra visão das coisas, da vida.
Essa série me encantou de diversas formas. Todos os personagens são bem delineados e ao mesmo tempo extremamente humanos. Você se sente parte das rodas de conversa na Wendy's, dançando com eles na Babylon, ouvindo conselhos da Debby ou ajudando a cuidar do baby Gus.
A maior parte dos temas segue tão atual que as vezes eu estranhava o fato de estar assistindo algo que foi produzido 20 anos atrás: problemas de aceitação, culto ao corpo, homofobia, lesbofobia, religiosidade, problemas com os pais, HIV, envelhecimento e vários outros.
No começo a série é bem mais centrada no "triângulo" Brian/Justin/Michael mas depois os outros personagens ganham mais espaço (as vezes com plots não tão bons, que me deixavam com saudade das tramas do quase-triângulo-amoroso). Na primeira metade da temporada o Justin é meio distante dos rapazes (com exceção do Brian, é claro) mas depois eles se transformam numa família, o que é muito bom de assistir, especialmente pelo choque de pontos de vista que a diferença de idade traz.
Os diálogos são um show a parte, cheios de tiradas inteligentes e humor irônico. As atuações também não deixam a desejar. Me emocionei em vários momentos ao longo da temporada, em especial nas cenas que o Justin começa a amolecer o coração do Brian (nem vou comentar sobre o último episódio, ainda estou processando tudo).
Enfim, Queer as Folk foi de uma série que eu só ouvia falar e larguei após 2 episódios uns anos atrás, pra uma série que eu movi céus e terra para encontrar em qualidade boa e assisti 22 episódios em duas semanas. Ansioso pelo que as próximas temporadas me reservam.