Documentário sobre o lendário compositor/produtor Quincy Jones, dirigido por sua filha Rashida Jones e Alan Hicks.
Um olhar íntimo sobre a vida de um ícone que tem sido uma força na música e na cultura pop há décadas, transcendendo as fronteiras raciais e culturais. Ele começou como trompetista, pianista e arranjador para o líder da banda Lionel Hampton, e logo depois da faculdade estava organizando canções para artistas como Sarah Vaughan, Dinah Washington, Count Basie, Duke Ellington, Gene Krupa e Ray Charles. Ele foi o mentor de Michael Jackson, e colaborou com os gostos de Count Basie, Frank Sinatra, Sammy Davis Jr., Miles Davis e muitos outros.
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Quincy
Documentário sobre o lendário produtor musical e compositor Quincy Jones, falecido em novembro passado, aos 91 anos.
Produtor musical, compositor de músicas pop e de trilhas sonoras de cinema, empresário e arranjador, Quincy Jones (1933-2024) foi nome fundamental do cenário artístico americano das décadas de 60 a 80. Venceu 79 Grammys, o ‘Oscar da música’, produziu álbuns famosos, como ‘Thriller’, de Michael Jackson, e foi o mentor por trás da canção/manifesto contra a fome "We are the world", em 1985. Em 2018, já com 85 anos, sua filha e atriz Rashida Jones (que teve com a também atriz Peggy Lipton, já falecida), escreveu e dirigiu esse maravilhoso documentário, ao lado do parceiro de trabalho Alan Hicks. Rashida fez um filme-memória emocionante, que revê a notável trajetória de Quincy não só na música como no ativismo social, especificamente na luta contra o preconceito racial, o que colaborou para a reformulação da indústria musical dos EUA a partir dos anos 60.
No doc, nomes importantes da música, como Lionel Richie, Jay-Z, Tony Bennett, Beyoncé, Lady Gaga e Bono, relembram a relação e a influência de Quincy. E entrevistas antigas e recentes e shows dele pelo mundo afora são trazidas para a tela para compor o retrato daquele menino simples de Illinois, mas já prematuro na música, que se tornou arranjador de Miles Davis, Frank Sinatra e Ella Fitzgerald, alcançando depois o topo da parada de sucesso com músicas como ‘Ai no corrida’. Quincy era uma figura autêntica e combativa, e o filme deixa isso claro. Recomendo conhecerem o longa, da Netflix.
PS - Logo após a morte de Quincy, no dia 03 de novembro, ele recebeu homenagem póstuma do Oscar, com um prêmio honorário – em vida, ele recebeu sete indicações ao Oscar, entre trilhas sonoras e canção, e, pouca gente lembra, produziu junto de Steven Spielberg o filme ‘A cor púrpura’ (1985). POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
Gênio.Somente!
>Maratona Michael Caine - Assistido em 26 de Novembro de 2024
Essencial para quem ama música!
Quincy Jones representa o que há de melhor na música do século 20, sempre muito bem acompanhado por nomes como Ray Charles, Frank Sinatra, Aretha Franklin, Michael Jackson... É muito talento no mesmo espaço!
Cravou seu nome na história, deixando um exímio legado!
Quincy é um tributo fascinante, afetuoso, mas lúcido, a um homem e sua música, da filha Rashida Jones e do codiretor Alan Hicks. Combinando passado e presente, o filme apresenta um retrato vívido de um homem talentoso, carismático e extremamente motivado, cujo trabalho na maioria das vezes tinha precedência sobre a família. O resultado: 28 prêmios Grammy e dois casamentos que não duraram. Mas ainda assim que vida!
Eu até achava que ele era apenas um produtor, quando na verdade foi um baita músico, muito além do que se pode imaginar. Ruim que essa intensidade acabou minando seus casamentos. Esse foi um aprendizado (junto com o cuidado que deve-se ter com a saúde).