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Data de lançamento
9 Set. 1954Duração
Dois irmãos pertencem à uma poderosa família, sendo um deles (Humphrey Bogart) é um empresário incansável e o outro (William Holden) é um playboy incorrigível. Mas quando a filha do motorista (Audrey Hepburn) retorna de viagem, após passar dois anos em Paris, o playboy se modifica e, como ela sempre foi apaixonada por ele, tudo seria muito fácil de acontecer. Mas se os dois se casarem um poderosa fusão deve ser prejudicada, assim o irmão empresário decide intervir e também acaba se apaixonando por ela.
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Sabrina de 1954. É um bom filme, muito melhor do que eu esperava. Me surpreende na parte cômica, porque achei que seria mais drama seguido de romance.
Humphrey Bogart tá bem demais aqui, em um papel que combina muito com ele.
A parte em que Linus (Humphrey Bogart) se encontra com Sabrina (Audrey Hepburn) e está prestes a contar toda a verdade pra ela, sai para a varanda e fica com uma cara de choro, porém sem perder a pose séria que sempre lhe acompanha, é muito forte.
Uma coisa que me incomodou um pouco foi a diferença de idade entre os dois irmãos Larrabee. Pareceu maior do que deveria. Poderiam ter diminuído essa diferença, ainda mais porque Bogart já aparentava ser mais velho mesmo — e ele morreria apenas dois anos depois.
Não gostei como as coisas correram. Acho que ele já deveria ter ido com ela na primeira vez e não precisado daquele teatro todo na cena final com a reunião. Mas enfim, pelo menos o final foi do meu agrado e tudo deu certo para os dois.
Destaque para alguns personagens secundários que, mesmo aparecendo pouco, têm seu carisma, como a Sra. McCardle (Ellen Corby) e o pai de Linus, Oliver (Walter Hampden). Tem a participação de William Holden como David,
porém ele sai de combate logo cedo com os incidentes da taça e, a partir daí, aparece pouco no filme e fica mais na coadjuvância. Seu personagem não era interessante e eu gostei do rumo que as coisas foram tomando.
Não posso deixar de exaltar a beleza de Audrey Hepburn. Aqui, pelo menos dos filmes que eu vi, é o que ela tá mais bonita, com a sobrancelha combinando com um olhar que a deixam extremamente linda e entendível como os irmãos se perderam por ela.
No geral, um clássico que funciona bem tanto no romance quanto nos momentos mais leves.
Assistido em 08/08/2026
Sabrina (1954)
O filme é muito mais romântico e menos sagaz do que A Princesa e o Plebeu. Ainda assim, tem uma dinâmica muito boa, daquelas em que você nem percebe o tempo passar.
Mais uma vez, assim como em A Princesa e o Plebeu, existe aquela pegada mais teatral dos primeiros anos da Hollywood clássica, especialmente dos filmes das décadas de 30, 40 e 50. Os diálogos são muito bem executados, o roteiro é muito bom e o filme consegue prender bastante a atenção.
A atuação da Audrey Hepburn é excelente. Já a atuação do irmão mais velho também é boa, mas senti que escalaram um ator velho demais para o papel. Acho que funcionaria melhor se a diferença de idade entre os irmãos fosse menor — algo como o mais novo com 26 ou 27 anos e o mais velho na casa dos 30 e poucos. Em alguns momentos, essa diferença me pareceu exagerada.
Mas, ignorando isso, o filme passa muito bem. É uma comédia romântica leve e agradável. Os personagens não têm um background tão aprofundado, mas isso não chega a atrapalhar. A história funciona, é divertida e conta com uma trilha sonora muito boa, com destaque para "La Vie en Rose".
No geral, gostei bastante. É um filme muito bom e uma ótima comédia romântica da era clássica de Hollywood.
#rumoaos2000
O filme eh bem fofinho, nada demais e nao espere muito!
Audrey lindissima, e os homens naquela epoca pareciam muito mais velhos do que eram.
E sempre amava as novinhas, nao mudou muito de 54 pra ca .rs
Romance doce e fofo. Ri em muitas cenas e me emocionei em tantas outras que nem vi o tempo passar.
"Sim, eu esqueci, estou curada... Agora, como esquecerei a cura?"