Desde o começo eu sabia que seria Dix (Fred Ward) quem eles estavam procurando. Quando li o elenco, achei que seriam ele e Willem Dafoe os principais, e quando vi que não era, e que os suspeitos de alta patente não apareciam e não tinham destaque, soube que Fred Ward não estava ali para uma simples figuração.
Boa atuação da dupla Willem Dafoe e Gregory Hines; inclusive, eu não conhecia o Hines e achei o trampo dele aqui muito bom. Seu personagem, para mim, é o grande destaque do filme: carismático, firme, sempre chamando atenção em cena, daquele tipo de ator que segura o ritmo sem esforço. Hines tinha essa presença natural, tanto pessoal quanto como intérprete, algo que se confirma em vários trabalhos dele ao longo da carreira, como Running Scared (1986) e White Nights (1985). Infelizmente, ele faleceu em 2003, e rever atuações como a dele aqui só reforça o quanto ele fazia falta no cinema — talento e carisma de sobra.
Tirando o flerte do personagem de Dafoe com a freira, e como seria claro que forçariam um romance do branco enquanto o negro serviria apenas para alívio cômico, o resto foi muito bem.
Só achei que poderia ter sido um pouco mais curto; 10 minutos a menos não fariam mal.
David Alan Grier e Keith David saindo de cena cedo também foi um ponto negativo: são bons atores coadjuvantes e com certeza acrescentariam para a trama.
Achei que poderiam ter retirado algumas cenas que enrolaram e, no final, eles poderiam trombar o Lime Green (Kay Tong Lim) e conversarem, já que Lime sempre dizia que quem eles procuravam era americano — e ele tinha razão. Inclusive, parecia que ele sabia, mas não podia falar nada. Achei que faltou um diálogo dos dois com ele.
O filme é bom, a média poderia ser bem maior do que está aqui no site.
Desde o começo eu sabia que seria Dix (Fred Ward) quem eles estavam procurando. Quando li o elenco, achei que seriam ele e Willem Dafoe os principais, e quando vi que não era, e que os suspeitos de alta patente não apareciam e não tinham destaque, soube que Fred Ward não estava ali para uma simples figuração.
Boa atuação da dupla Willem Dafoe e Gregory Hines; inclusive, eu não conhecia o Hines e achei o trampo dele aqui muito bom. Seu personagem, para mim, é o grande destaque do filme: carismático, firme, sempre chamando atenção em cena, daquele tipo de ator que segura o ritmo sem esforço. Hines tinha essa presença natural, tanto pessoal quanto como intérprete, algo que se confirma em vários trabalhos dele ao longo da carreira, como Running Scared (1986) e White Nights (1985). Infelizmente, ele faleceu em 2003, e rever atuações como a dele aqui só reforça o quanto ele fazia falta no cinema — talento e carisma de sobra.
Tirando o flerte do personagem de Dafoe com a freira, e como seria claro que forçariam um romance do branco enquanto o negro serviria apenas para alívio cômico, o resto foi muito bem.
David Alan Grier e Keith David saindo de cena cedo também foi um ponto negativo: são bons atores coadjuvantes e com certeza acrescentariam para a trama.
Achei que poderiam ter retirado algumas cenas que enrolaram e, no final, eles poderiam trombar o Lime Green (Kay Tong Lim) e conversarem, já que Lime sempre dizia que quem eles procuravam era americano — e ele tinha razão. Inclusive, parecia que ele sabia, mas não podia falar nada. Achei que faltou um diálogo dos dois com ele.
Assistido em 24/11/2025
Tão de sacanagem com essa nota aqui... Baita filme. Assistam!
Filme 80s com bons momentos e elenco, Gregory Hines com seu carisma de sempre.
Filme animador,bem cara dos anos 80 mesmo.Ambientação caótica para o mal prevalecer,mas temos um ritmo abaixo da média após o segundo ato.
>Maratona Willem Dafoe - Assistido em 18 de Agosto de 2024
Gostei,filme muito bom