Max Monetti é atormentado pelo desejo de vingança contra seus três ambiciosos irmãos. Porém ele não deseja apenas tomar o banco dos irmãos, mas também sete anos perdidos de sua vida, e é justamente ao reconsiderar estes sete anos que ele irá decidir o que fazer.
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House of Strangers é um filme noir que se destaca pela atuação impressionante de Edward G. Robinson. O filme explora temas de lealdade familiar, vingança e corrupção, lembrando um pouco The Godfather. No entanto, o final deixa muito a desejar, sendo anticlimático e insatisfatório em comparação com a construção dramática do restante da história.
O filme curiosamente traz elementos que lembram o clássico "O poderoso chefão" que seria realizado mais de duas décadas depois. A sua história é forte e impactante e de rumos imprevisíveis. Edward G. Robinson que apesar de ser um ator extraordinário nunca sequer foi indicado ao Oscar levou um merecido prêmio de melhor ator em Cannes.
Filmaço!
e com um final surpreendente, que eu já estava começando a odiar mas que teve uma boa reviravolta.
Você sente a dor dos personagens e cria empatia com eles, compreende e torce para alguns
Drama policial e suspense noir em preto e branco da 20th Century Fox indicado a 2 prêmios no Festival de Cinema de Cannes: Grande Prêmio do Festival, vencendo o de melhor ator, Edward G. Robinson (1893-1973). O 1° de 3 filmes escritos pelo roteirista Philip Yordan (1914-2003), baseado no romance de 1941 "I'll never go there any more", de Jerome Weidman (1913-1998). As outras versões cinematográficas são: A lança partida (54) e Diabos do circo (61).
O personagem interpretado por Edward G. Robinson foi vagamente baseado em Amadeo P. Giannini (1870-1949), fundador do Banco da Itália, que se tornou o Banco da América. Este filme reúne Richard Conte (1910-1975), Debra Paget e Hope Emerson (1897-1960), que participaram de Uma vida marcada (48).
Vingança, luxúria e engano. Este drama familiar é maravilhosamente operístico. Todos os personagens principais têm seus momentos de ascensão e queda. Excelente exemplo de como o sistema de estúdio pode produzir dramas excelentes sem muito esforço. Essa abordagem do efeito corrosivo do sonho americano exala classe desde o primeiro quadro. Habilmente seguros, com um roteiro preciso, iluminação melancólica, trilha sonora linda, uma Susan Hayward (1917-1975) escaldante, além performances poderosas de Conte e Robinson.
O roteiro é basicamente uma adaptação de "O Rei Lear", de Shakespeare nos EUA dos anos 30. Uma direção de arte bastante evocativa (compare o apartamento de Irene, claro e moderno, com a mansão dos Monetti, escura e gótica) e trilha sonora com clássicos da ópera italiana.