Sinbad: A Lenda dos Sete Mares

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Sinbad: A Lenda dos Sete Mares (2003)
Sinbad: Legend of the Seven Seas
Média do filme: 3.3 de 5 — baseado em 4945 votos
MÉDIAFILMOW
3.3
4945 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Data de lançamento 2 Julho 2003 Outras datas
Duração 88 min (1h28)
Classificação indicativa de Sinbad: A Lenda dos Sete Mares: L - Livre para todos os públicos
Status Streaming

Data de lançamento

2 Julho 2003

Duração

88 minutos Classificação indicativa de Sinbad: A Lenda dos Sete Mares: L - Livre para todos os públicos
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Sinopse

Sinbad é um marujo que vive farreando pelos sete mares, sempre em busca de aventura e diversão. Numa de suas jornadas Sinbad rouba o Livro da Paz, um valioso tesouro que incita a ira dos poderosos deuses do Olimpo. Para acalmar os deuses Sinbad deve devolver o livro ao lugar onde o encontrou, caso contrário Proteus, seu melhor amigo, morrerá. Para cumprir sua missão Sinbad embarca rumo às ilhas Fiji, sendo seguido por Marina, a noiva de Proteus, que vai em seu encalço para ter certeza de que ele não se esquecerá do amigo. Porém, para complicar ainda mais a situação, Eris, a deusa do caos, está disposta a impedir que Sinbad cumpra sua missão a qualquer custo.

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Comentários 5029
amigos querem ver
yhuryedson
Diezel
½
1 ano atrás

não é ruim, mas essa guerrinha chata entre homem "mulher não serve pra nada" e "a gente ainda vai se apaixonar" é o modelo de personagem mais chato e menos criativo que existe, pra você enaltecer um, precisa diminuir o outro, Sinbad não pode crescer como personagem sem humilhar Proteu ou a marina, e por sua vez, a marina não pode ser enaltecida sem o Sinbad parecer um abobalhado atrapalhado, isso não é comédia, isso não é trabalho de personagem, é um jeito tosco e amador de tentar destacar os personagens, por sorte Sinbad é a minha história favorita da literatura do oriente médio, de outra maneira teria abandonado, o valor da história está inteiramente em sua excelente animação, chega a lembrar o príncipe do Egito, de resto eu não veria o filme novamente!

acepunhosdefogo
ace
½
1 ano atrás

ótima animação

jordisonfrancisco
Jordison
1 ano atrás

Nota: 3,5/5,0 (Muito Bom)

Dentre inúmeras experimentações, o cerne da Dreamworks acabou se tornando a união de narrativas clássicas de irmandade e/ou amizade com rivalidade junto à inclusão representativa de maneira prática. É só lembrarmos a questão de fidelidade histórica trazida por O Príncipe do Egito possibilitando uma das primeiras animações de grande estúdio com personagens negros e pardos como protagonistas, ou O Caminho Para El Dourado, que trouxe igualmente em primeira mão personagens latinos como principais, e claro, Shrek que na subversão do conto de fadas na perspectiva de um ogro consolidou esse discurso inclusivo ao dar voz ao “feio” para ele ser bonito também. Em Sinbad: A Lenda do Sete Mares, a voz do protagonismo é dada aos heróis e aventureiros árabes, mas também às mulheres que queriam fazer coisas historicamente direcionadas como tarefa masculina.

Vamos por partes. Falando primeiro do aspecto animado, Sinbad inegavelmente carrega uma forte inspiração em seu primo um pouco mais velho da Disney: Planeta do Tesouro. E não, não é só porque ambos são histórias de pirata. É por isso, pelo fato de serem das últimas animações que realmente apostaram no 2D mesclado com o 3D e principalmente pela mitologia como fio condutor da aventura. Enquanto o filme da Disney fazia sua mitologia numa mistura de acordo com os conceitos da ficção científica que impregnava, Sinbad vai para o lado teológico dos mares, onde a deusa do caos Eris (Michelle Pfeiffer) é a responsável por articular toda uma sucessão de desafios correspondentes aos antigos anseios da humanidade quanto ao desconhecimento do mar, confrontar o marujo a lidar com seus próprios demônios, voltados a um dilema interessante entre o seu egoísmo natural de pirata e a necessidade de corresponder à compaixão de um antigo amigo, Proteus, que basicamente se sacrificou para que ele continuasse em vida.

A priori, a mitologia do universo em si do filme é pouco explorada em suas especificidades (qual é a daquele reino, quais outros deuses influenciam naquele terreno etc.), mas enquanto exercício criativo com concepções prévias da mitologia marinha, há um investimento visual muito estimulante da jornada. Fora que o drama do protagonista é bem relacionável, o que ajuda o texto a inserir seu ponto forte de conflito que é o contraponto da noiva de Proteus, Marina (Catherine Zeta-Jones), personagem feminina forte que vai desafiando as crenças individualistas do principal. Por mais que surja no meio um triângulo amoroso de um lado, o que ajudará na decisão final de uni-los, não é só natural como também uma ponte motivadora a dar justificativa à personalidade de Sinbad. Suas falas de superioridade de gênero na água (navegar não é coisa de mulher) são nada mais que disclaimers da decepção particular que carrega sobre o histórico com ela e o amigo, retomados numa situação complicada, já que além de salvá-lo, Sinbad tem que não entrar na tentação de Marina, que tem o sentimento correspondido.

É uma tramoia bem Sheakspeariana tratada pela animação de forma bastante humanitária, com exageros dramáticos bem pontuados para dar energia à aventura. Marina, apesar de poder cair no estereótipo de moça atraída pelo pilantra, traz uma motivação mais do que justa para isso, uma vez que seu verdadeiro amor é o mar, e ele, querendo ou não, foi a ponte para a sua primeira aventura marítima verdadeira. Fora que o texto posiciona muito bem o jogo de farpas entre os dois como forma de apimentar o romance e dar uma química mais elaborada a ele. Sem contar que o romance não tira em nada a autos suficiência da personagem, que em vários momentos salva a tripulação – preenchida por personagens bem esquecíveis, diga-se de passagem – dos desafios impostos pela deusa do caos e acaba se tornando para eles naturalmente uma figura de referência. Motivo que justifica o gosto de Sinbad por ela, por mais que seja dito como amor à primeira vista, fica claro no desenvolvimento que eles compartilham esse amor pela aventura marinha.

Inclusive nesse aspecto o filme não decepciona. As sequências de ação são ótimas e coordenadas em uma crescente emocional ímpar para o clímax ser no ápice do dilema anteriormente apresentado, e não exatamente na superação geológica – que também é bem bacana: “A Terra é Plana, sempre suspeitei!”. É aquela Dreamworks primária, bem artística, ainda que mais rechaçada naquele humor debochado na vibe Shrek que talvez não seja tão bem encaixado quanto poderia aqui, em certos momentos. Apesar disso, no geral, Sinbard é uma animação divertida e subestimada somente por apresentar certos padrões, mas que certamente são colocados de forma única pelo caráter particular da inclusão dos referentes personagens.

PS: Pena que ele (junto com o O Caminho Para El Dourado e Spirit) não é tão conhecido.

Lembro de pensar coisas semelhantes sobre por que não fez sucesso, mas principalmente ele se encontra naquele lado estranho da cerca, tratando crianças de forma mais adulta do que muitas delas, mimadas, estão prontas para lidar. Como tal, elas não se conectam com a profundidade dos personagens ou entendem as nuances da história, mas mais do que isso, acho que também foi durante um período de saturação, onde era preciso se destacar de certas maneiras e o CGI estava dando saltos à frente que o diferenciavam dos estilos de animação clássicos.
Vale a pena assistir novamente, como muitas animações semelhantes de amadurecimento/adolescentes dos anos 90. Uma época tão marcante para as pessoas que buscavam compartilhar suas vozes, mas verdadeiro quanto aos resultados, ele desempenhou um papel na mudança da Dreamworks para se igualar à Disney no aspecto tecnológico e industrial, a competição os levou a um novo nível saudável. Nem todos que são desafiados pela Disney conseguem passar, e a maioria é engolida pelo caminho de qualquer maneira. ~Voz da Razão

lifeoverdose
Mark
1 ano atrás

Digam o que quiserem, qualquer opinião é válida, o lance entre pessoas que estão juntas, mas ambas não querem seguir o mesmo caminho, porque um deve "arrastar" o outro em outra direção?! ou estar em um lugar insatisfeito e infeliz?!

Na minha humilde e mera opinião, acredito que é preciso haver um equilíbrio, uma harmonia, uma vontade de crescer juntos, aprender, desenvolver seus espaços e gostos, sobreviver ao tempo, as dificuldades, as dores e as alegrias que aparecem na vida. Enfim... e por que não, saber a hora que os caminhos não são mais os mesmos?! e deixar ir embora?!

Digo isso "passando um pano" pro Proteus, que porra! que puta amigo do caralho!! Cara foda! Se tivesse um segundo filme tinha que ser com ele como protagonista! Esse é amigo mesmo, que pqp!! kkk

A "talaricagem" foi foda! Mas o cara foi firme! kkk Se você é "chifrudo", faça como o 'Proteus", pois tu merece coisa melhor. ;) hehe

Quanto ao filme, achei muito divertido, bem simples, com uma trama "rasa igual um pires", porém, bacana e direta ao ponto de aventura e entretenimento descompromissado.. parecendo mais um "episódio perdido" de algum desenho, do que uma trama mais amarrada com grandes pretensões, o que nem sempre é um demérito, os personagens não são desenvolvidos, mas são carismáticos e servem bem ao andamento da historia, que tem boas cenas e uma animação 2D que dá saudade. A vilã é muito boa, mas é tudo bem simples e de fácil resolução, digamos, mais ou menos "amarradinha".

Não esperem um "O Gigante de Ferro", ou um "O Rei Leão", "A Viagem de Chihiro", "Akira", etc.. Animações 2D com um "tempero a mais/mais 'substância'", por assim dizer, inclusive, achei ele inferior ao "O Caminho para El Dorado", do mesmo estúdio (Dreamworks), mas é cativante e me prendeu até o fim, cumprindo seu objetivo de entretimento e sair em uma viagem fantástica por mares ainda inexplorados, cheio de mistérios e segredos "ala Piratas do Caribe", mas muito, MUITO longe do mesmo.

Talvez, ao final da sessão você ainda saia com interrogações na cabeça, isso se conseguir se lembrar do filme, pois ele é quase irrelevante.

Muitos anos não via, mas foi um grata surpresa, ou talvez estivesse de bom humor, vai saber..
Assista sem pretensões e boa sessão.

Visto: 15-03-2025

enter_sandman
Un forastero...
½
1 ano atrás

Bem genérica, tem uma vilã carismática, é uma animação com bastante cenas de ação, pena que a história não seja tão boa...

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½
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4
5

Listas com o filme

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Elenco de Sinbad: A Lenda dos Sete Mares

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Adriano Giannini 0 6

Adriano Giannini

(Rat)
Brad Pitt 268 19K

Brad Pitt

(Sinbad)
Catherine Zeta-Jones 34 2,2K

Catherine Zeta-Jones

(Marina)
Dennis Haysbert 5 54

Dennis Haysbert

(Kale)
Joseph Fiennes 39 556

Joseph Fiennes

(Proteus)
Michelle Pfeiffer 91 3,0K

Michelle Pfeiffer

(Eris)

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