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Duração
Um trêm viaja pela Itália até Roma. A bordo um professor que sonha uma conversa com um amor que ele nunca teve, uma família refugiada da Albânia que troca de trêm e rouba tickets, três impertinentes fans de futebol rumo a um jogo, e uma viúva resmungona viajando para o funeral atrasado do seu marido acompanhada por um voluntário do exército que está cuidando dela. Interações com esses europeus entre xenofobia e nacionalismo, cortesia e grosseria e oportunidade para a bondade.
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Filme muito bom, a primeira história dirigida por Olmi talvez seja a mais sensível, cheia de tons realistas sobre como fantasiamos em amores platônicos ao mesmo tempo que contrasta com a Europa pós-11 de Setembro e a Invasão do Iraque em 2003. É na segunda história dirigida por Kiarostami que acredito que more a maior força do filme, porque nos força a encarar sentimentos conflitantes, principalmente quanto a personagem da viúva e seu desfecho, interessante notar que no ano que o filme foi lançado o serviço obrigatório dos homens no exército foi abolido. A terceira e última é um típico conto Loachiano, com conflitos de realidades entre emigrantes albaneses (em uma época que o problema de imigração na Europa era de outros europeus entrando na União Europeia, a realidade hoje aqui é muiiiiiiito diferente) e torcedores escoceses de futebol, mas que apesar de trazer toda a discussão social que o diretor sempre propõe é também a história mais leve e que carrega até uma pitada de humor e leveza em seu final. Vale muito a assistida.
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Interessante, gostei muito do primeiro ato.
Este filme é um grande nada. Esperava muito, pelos diretores, pela sinopse, pelos comentários, pela nota aqui... no fim uma bela decepção. Histórias soltas, sem muita emoção, situações estranhas e sem explicação, sem correlação entre si... A única coisa que se salva é última parte do filme, dos torcedores, que é mais interessante... De resto, uma perda de tempo.
Saio gratamente surpreso com as firulas narrativas de Olmi e suas idas e vindas no tempo, um bocado decepcionado com o trecho do Abbas e excessivamente comovido com o conto mais do que humano do sempre ótimo Ken Loach.
Final maravilhoso <3