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A Presa - Brasil
Sinopse
Um americano escritor de podcasts impetuoso vai corajosamente à selva canadense para entrevistar um idoso com um passado incrível e descobre que o segredo sombrio deste homem envolve uma morsa.
É de se admirar um body horror desse tipo, que consegue sustentar temas interessantes e uma construção narrativa cheia de nuances. Há comédia sem perder o bizarro; há elementos que me pareceram vindos da literatura francesa e inglesa, como Holmes e Lupin; e há também o drama do desespero e da desesperança. Tudo isso dentro de um subgênero que não precisaria ter.
E não acho que todos esses elementos estejam jogados. Parece-me um filme sem pressa, ousado e muito interessante. Tentei pensar nas críticas que vi, e elas não fazem sentido para mim. Os flashbacks dinamizam o filme, não atrapalham. Eles também trazem um movimento que corta a linearidade sem se tornar enfadonho. A maioria dos personagens (exceto Teddy) é desenvolvida em alguma medida. Por mim, o filme poderia ser ainda mais apelativo, mais calmo, ter mais cuidado com a fotografia. Dava para aproveitar ainda mais o cenário, toda a transformação da Morsa e a discussão sobre a natureza humana.
Há várias coisas nesse filme que me mobilizaram; a discussão sobre a natureza humana é a principal. O final, sobre a lágrima, é outra. Mas, principalmente, a cena pós-créditos. Há diversas críticas do tipo: "a concepção do filme partir de uma brincadeira; por isso, o filme já nasceu ruim".
Esse incômodo que nós temos, essa sensação de sermos enganados, é o próprio Cinema. Não nos esqueçamos disso. O Cinema é um lugar de projeção. Nós somos enganados nos filmes "sérios" também. E esse, definitivamente, não é o problema. Incomoda, sim, mas não é um problema. A "natureza" do Cinema também é enganar. Aqui, o diretor nos engana, faz uma grande brincadeira conosco. Mas a câmera nos engana, as cores nos enganam, os personagens nos enganam.
Achei um grande filme, e me interessa muito como o pessoal da comédia consegue fazer outros gêneros de forma ousada e muito impactante.
Caramba, que filme insanamente bizarro. Tem partes interessantes e outras bem galhofas. Quem curte ver obras que fogem do convencional, esse é um ótimo exemplo. Não consigo chegar a uma conclusão se é bom ou ruim, só sei que foi um dos filmes mais medonhos que eu já vi.
Pelo menos o trabalho da maquiagem e do body horror foi excepcional, causa bastante aflição mesmo. A performance do Justin Long também merece destaque.
Para mim, Tusk é um excelente filme.
É de se admirar um body horror desse tipo, que consegue sustentar temas interessantes e uma construção narrativa cheia de nuances. Há comédia sem perder o bizarro; há elementos que me pareceram vindos da literatura francesa e inglesa, como Holmes e Lupin; e há também o drama do desespero e da desesperança. Tudo isso dentro de um subgênero que não precisaria ter.
E não acho que todos esses elementos estejam jogados. Parece-me um filme sem pressa, ousado e muito interessante. Tentei pensar nas críticas que vi, e elas não fazem sentido para mim. Os flashbacks dinamizam o filme, não atrapalham. Eles também trazem um movimento que corta a linearidade sem se tornar enfadonho. A maioria dos personagens (exceto Teddy) é desenvolvida em alguma medida. Por mim, o filme poderia ser ainda mais apelativo, mais calmo, ter mais cuidado com a fotografia. Dava para aproveitar ainda mais o cenário, toda a transformação da Morsa e a discussão sobre a natureza humana.
Há várias coisas nesse filme que me mobilizaram; a discussão sobre a natureza humana é a principal. O final, sobre a lágrima, é outra. Mas, principalmente, a cena pós-créditos. Há diversas críticas do tipo: "a concepção do filme partir de uma brincadeira; por isso, o filme já nasceu ruim".
Esse incômodo que nós temos, essa sensação de sermos enganados, é o próprio Cinema. Não nos esqueçamos disso. O Cinema é um lugar de projeção. Nós somos enganados nos filmes "sérios" também. E esse, definitivamente, não é o problema. Incomoda, sim, mas não é um problema. A "natureza" do Cinema também é enganar. Aqui, o diretor nos engana, faz uma grande brincadeira conosco. Mas a câmera nos engana, as cores nos enganam, os personagens nos enganam.
Achei um grande filme, e me interessa muito como o pessoal da comédia consegue fazer outros gêneros de forma ousada e muito impactante.
Trabalho escolar de uma paródia humorada da pele que habito kkkk
Trauma desbloqueado com sucesso.
Caramba, que filme insanamente bizarro. Tem partes interessantes e outras bem galhofas. Quem curte ver obras que fogem do convencional, esse é um ótimo exemplo. Não consigo chegar a uma conclusão se é bom ou ruim, só sei que foi um dos filmes mais medonhos que eu já vi.
Pelo menos o trabalho da maquiagem e do body horror foi excepcional, causa bastante aflição mesmo. A performance do Justin Long também merece destaque.
é sem duvidas um doa filmes mais bestas que eu ja vi