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Que forma linda e delicada de tratar sobre identidade de gênero! E esse nem é o foco do filme, que aborda outros temas complexos, como a sobrecarga da maternidade, o luto infantil, a construção de novas crenças e da própria identidade. Mas, ao colocá-los sob o olhar de duas meninas, transforma o peso dessas questões em uma experiência leve e sensível. As duas ainda criam esse vínculo entre as mães solo, que viram rede de apoio uma da outra! Camila Márdila tem me conquistado desde Que Horas Ela Volta.
Angustiante e, de certa forma, cômico.