Aventura policial sobre ex-prisioneiro que tenta vingar a morte de um velho amigo e acaba se envolvendo com traficantes. Baseado em romance de Elmore Leonard.
Eu gostei do filme, embora ache que ele poderia ter sido um pouco menor. A duração, quase duas horas, me pareceu estendida demais — quinze minutos a menos não fariam mal. Muitos momentos poderiam ter sido aproveitados para desenvolver melhor certas cenas ou personagens.
Os personagens secundários são excelentes: Cornell (Richard Lawson), o patrão dos sonhos Barry Braun (George Segal) e o vilão Moke (Dar Robinson) que parece o Supla. Cada um deles traz vida própria à história, mesmo que não aproveitados ao máximo.
A narrativa em si é um pouco fraca — o objetivo nunca fica muito claro, tudo recai bastante sobre uma motivação de vingança. Há potencial para explorar mais do que só o ódio ou o desejo de acertar contas, mas isso acaba dominando.
Os cenários compensam bastante: a casa de Barry, os carros, tudo visualmente bonito. A estética ajuda a segurar o interesse, mesmo quando a trama vacila.
Burt Reynolds está longe da sua melhor atuação, mas ainda entrega uma boa performance como o badass intocável — alguém que pode fazer o que quiser sem sofrer as consequências. Isso fica muito claro naquela cena com Cecil,
na qual achei que Cecil apareceria depois, mas ele não volta mais. Acho que caberia uma vingança dele: seria legal ver Stick matando Cecil como parte do acerto de contas.
Quanto ao final, senti falta de um desenvolvimento maior: Cornell se recuperado, Stick visitando-o, dizendo que fez o que o amigo pediu antes de ser levado pela ambulância. E também seria bacana ver uma festa na mansão de Barry, com todos reunidos, Cornell recuperado, Stick recebendo o carro que Barry lhe prometeu. Essas cenas dariam peso emocional e um fechamento mais satisfatório.
Mesmo com esses pontos falhos, Stick é um bom filme, um ótimo passatempo: algumas cenas de ação fortes, personagens interessantes, visual bonito. Só que o filme poderia brilhar mais se tivesse sido mais enxuto e investido mais nesses momentos que realmente importam.
Depois de alguns anos, novamente revi este filme de ação/policial dos anos 80, estrelado pelo saudoso astro Burt Reynolds.
"Um Homem Destemido" é um daqueles típicos filmes oitentista e com Reynolds ainda em grande forma com o filme situado na cidade de Miami, muito utilizado em diversos filmes nos bons anos 80.
O elenco do filme conta com bons nomes da época,destacando o veterano e já falecido (e eterno ator coadjuvante) Charles Durning com uma peruca loira e uma sobrancelha ridícula, o ótimo ator George Segal, além da bela loira, charmosa e competente Candice Bergen.
O filme tem boas cenas de ação, mas uma é bem clássica!
Quando o personagem de Reynolds coloca gasolina num copo vazio e joga na cara de um personagem "briguento" (Tim Rossovich) e acende o isqueiro pedindo para ele ir embora da festa do seu patrão.
O vilão "albino" (Dar Robinson) dá um show à parte com o seu sinistro personagem, um assassino, frio e calculista.
Também não posso esquecer do personagem do ator Richard Lawson.
Apesar de ser um ex-detento, o personagem "Stick" (Burt Reynolds) quando sai da prisão, procura levar uma vida correta e ter a sua filha adolescente ao seu lado, mesmo assim, a confusão parece sempre procura-lo de alguma forma.
A cena que é mais para o fim do filme, na sacada de um prédio em Miami é outro ponto bacana do filme.
O final tem um tiroteio intenso com submetralhadoras e o vilão que acredita em magia negra "escapa" (Stick resolve deixá-lo vivo) para ficar a mercê da lei.
Outro destaque legal desse filme é a dublagem clássica da HR que caiu muito bem em cada personagem do filme.
A direção do filme ficou nas mãos do próprio Burt Reynolds.
Sou fã da maioria dos trabalhos do saudoso Burt Reynolds, mas esse achei apenas ok. A trama tem seus momentos legais, mas não me empolgou muito. Destaque para o visual bizarro do Charles Durning e para o próprio Reynolds (fazendo aquele personagem legal de sempre), aqui também na direção.
Eu gostei do filme, embora ache que ele poderia ter sido um pouco menor. A duração, quase duas horas, me pareceu estendida demais — quinze minutos a menos não fariam mal. Muitos momentos poderiam ter sido aproveitados para desenvolver melhor certas cenas ou personagens.
Os personagens secundários são excelentes: Cornell (Richard Lawson), o patrão dos sonhos Barry Braun (George Segal) e o vilão Moke (Dar Robinson) que parece o Supla. Cada um deles traz vida própria à história, mesmo que não aproveitados ao máximo.
A narrativa em si é um pouco fraca — o objetivo nunca fica muito claro, tudo recai bastante sobre uma motivação de vingança. Há potencial para explorar mais do que só o ódio ou o desejo de acertar contas, mas isso acaba dominando.
Os cenários compensam bastante: a casa de Barry, os carros, tudo visualmente bonito. A estética ajuda a segurar o interesse, mesmo quando a trama vacila.
Burt Reynolds está longe da sua melhor atuação, mas ainda entrega uma boa performance como o badass intocável — alguém que pode fazer o que quiser sem sofrer as consequências. Isso fica muito claro naquela cena com Cecil,
na qual achei que Cecil apareceria depois, mas ele não volta mais. Acho que caberia uma vingança dele: seria legal ver Stick matando Cecil como parte do acerto de contas.
Quanto ao final, senti falta de um desenvolvimento maior: Cornell se recuperado, Stick visitando-o, dizendo que fez o que o amigo pediu antes de ser levado pela ambulância. E também seria bacana ver uma festa na mansão de Barry, com todos reunidos, Cornell recuperado, Stick recebendo o carro que Barry lhe prometeu. Essas cenas dariam peso emocional e um fechamento mais satisfatório.
Mesmo com esses pontos falhos, Stick é um bom filme, um ótimo passatempo: algumas cenas de ação fortes, personagens interessantes, visual bonito. Só que o filme poderia brilhar mais se tivesse sido mais enxuto e investido mais nesses momentos que realmente importam.
Assistido em 03/10/2025
Filminho de ação menor de Reynolds, que serve apenas como passatempo ligeiro; para ver e esquecer...
Bom filme.
Convém conferir *__*
Depois de alguns anos, novamente revi este filme de ação/policial dos anos 80, estrelado pelo saudoso astro Burt Reynolds.
"Um Homem Destemido" é um daqueles típicos filmes oitentista e com Reynolds ainda em grande forma com o filme situado na cidade de Miami, muito utilizado em diversos filmes nos bons anos 80.
O elenco do filme conta com bons nomes da época,destacando o veterano e já falecido (e eterno ator coadjuvante) Charles Durning com uma peruca loira e uma sobrancelha ridícula, o ótimo ator George Segal, além da bela loira, charmosa e competente Candice Bergen.
O filme tem boas cenas de ação, mas uma é bem clássica!
Quando o personagem de Reynolds coloca gasolina num copo vazio e joga na cara de um personagem "briguento" (Tim Rossovich) e acende o isqueiro pedindo para ele ir embora da festa do seu patrão.
O vilão "albino" (Dar Robinson) dá um show à parte com o seu sinistro personagem, um assassino, frio e calculista.
Também não posso esquecer do personagem do ator Richard Lawson.
Apesar de ser um ex-detento, o personagem "Stick" (Burt Reynolds) quando sai da prisão, procura levar uma vida correta e ter a sua filha adolescente ao seu lado, mesmo assim, a confusão parece sempre procura-lo de alguma forma.
A cena que é mais para o fim do filme, na sacada de um prédio em Miami é outro ponto bacana do filme.
O final tem um tiroteio intenso com submetralhadoras e o vilão que acredita em magia negra "escapa" (Stick resolve deixá-lo vivo) para ficar a mercê da lei.
Outro destaque legal desse filme é a dublagem clássica da HR que caiu muito bem em cada personagem do filme.
A direção do filme ficou nas mãos do próprio Burt Reynolds.
Super recomendado!
Ano - 1985
Sou fã da maioria dos trabalhos do saudoso Burt Reynolds, mas esse achei apenas ok. A trama tem seus momentos legais, mas não me empolgou muito. Destaque para o visual bizarro do Charles Durning e para o próprio Reynolds (fazendo aquele personagem legal de sempre), aqui também na direção.