A trama acompanha um grupo de amigos que topa passar as férias em uma ilha deserta e participar dos experimentos de uma nova droga. Lá, eles descobrem que a substância os fazem perder a capacidade de controlar seus impulsos. Brosnan vai interpretar o criador da droga e vigilante da ilha.
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Trama pra lá de batida.O elenco não traz ninguém que preste.Pierce Brosnan some e aparece e não consegue fazer grande coisa.
>Assistido em 23 de Março de 2026
Nada haver com nada, perdido, ruim de tudo. Desisti depois de 1 hora!!
Pessoal, assistam a review do canal Traseira Violenta sobre esse filme. De nada!
que filme estranho.
E um filme bastante esquizofrênico, mas que, conforme muitos disseram por aqui, tem boas idéias em sua proposta: afinal, quem nunca pensou na possibilidade de algo como o que é mostrado aqui acontecer? O bolsonarismo ao nosso redor, que o diga. Há muito em comum com o discurso "salvacionista" que aparece na segunda metade, com esse moralismo canhestro, que sempre associa a libertação dos instintos à criminalidade (quando a repressão em si é que é o problema). Para piorar, o filme parte do princípio que um bando de 'playboys' insuportáveis e com quase trinta anos poderiam ser merecedores de nossa empatia. Em tese, sim, pois todo mundo tem direito a redenção, mas os seres humanos que protagonizam este filme são insuportáveis, capitalisticamente nojosos, moralmente repugnantes quando sóbrios. Surpreendentemente, o filme muda radicalmente de tom na meia-hora final, quando comete a clivagem que parece ridícula na boca do ridículo personagem de Pierce Brosnan. Mas os efeitos visuais e cenas de violência impressionam. Diverte e assusta em iguais medidas: afinal, o projeto do filme é malévolo em suas intenções socialmente "corretivas", urgh! (WPC>)