Filme bastante infantil (o que não o torna ruim). Dei bastante gargalhadas e, apesar de ter visto dublado (que, por sinal, tá muito boa), valeu a pena. Destaque para a direção que foge do convencional e para os personagens Slappy e Champ! Filme de sessão da tarde mas que vale a pena ver.
Aquele típico drama europeu morno. Confesso que até me empolguei com o começo, mas acho que me perdi um pouco. Talvez aquela forma de relacionamento seja muito estranha para nós brasileiros, o que torna um filme bastante massante. Contudo, tecnicamente o filme é muito bonito. Ótima direção, BELÍSSIMA FOTOGRAFIA, trilha sonora muito boa (aquelas oito pausas na música antes dos canhões foram muito bem pensadas), enfim. Esperava mais, mas não foi 100% decepcionante.
Longe de ser um filme ruim como a maioria fala, 4teto não decepcionou (esperava isso dele). A primeira coisa que temos que lembrar ao assistir um filme é: ISSO É UMA ADAPTAÇÃO. Leio quadrinhos desde que me entendo por gente e não me incomodo quando as mudanças são boas. É claro que o filme não é 100% perfeito e tem muita coisa que eu mudaria (o visual do Doom e a forma com que Sue ganhou os poderes principalmente, talvez um pouco mais de ação), contudo, a maneira com que construíram o princípio mais importante do Quarteto (a família) foi digno. É claro que, como primeiro filme de uma nova franquia, teve que falar sobre o começo de cada um e a maneira com que isso vai se desenrolar ao longo dos outros filmes (sinceramente, espero que tenham). Uma pena o vilão ter sido muito mal utilizado (o visual dele não ficou bom) e mataram (será?) o cara mais badass da história do grupo. Enfim, Thor 1 foi muito pior e não vi os fã boys reclamarem tanto. Um filme de Super Herói que se propôs a ser um filme de Sci-fi (isso me agradou). Espero que no próximo acertem a mão.
“Abra essa porta. Deixa meu amor entrar pra tomar conta de tu, criatura.”
A primeira vez que ouvi falar desse filme, há pouco mais de três meses, foi através de uma amiga (obrigado, Karol) que estava fascinada com a grandeza dessa película que, infelizmente, passou menos de uma semana nos cinemas aqui de Natal-RN. De lá para cá venho tentando encontrá-lo para assistir e hoje finalmente consegui.
Não é de hoje que o cinema brasileiro, quiçá o nordestino, tem me dado um orgulho danado. E esse filme – que ouso dizer: o melhor (em todos os aspectos – sejam eles técnicos ou emocionais) que já assisti – é a principal prova de que temos bons atores, bons diretores e muita história para contar. Esqueça o estereótipo Globo Filmes, A História da Eternidade é uma experiência estética e emocional diferente de tudo que você já viu por essas terras tupiniquins.
O filme se passa numa cidadezinha do interior do nordeste e centra sua trama na luta diária de três gerações de mulheres (Querência, Alfonsina e Das Dores) que sofrem a todo momento a opressão de uma sociedade patriarcal. Aliás, no decorrer do filme vemos que não só elas mas todos os personagens, de alguma forma, são oprimidos pelos por esses conceitos machistas – o que se torna bem mais claro quando se tem um conte perfeito da realidade de um interior do interior do interior do sertão nordestino. E mesmo com uma temática extremamente forte, transcorre de forma tão leve que parece acabar em cinco minutos.
Nesse longa, o amor pode ser visto em várias formas (Filéo, Ágape e, principalmente, o Eros – que é para onde todos caminham num determinado ponto). Seja na relação do cego Ederaldo para com Querência, ou no amor materno de dona Das Dores (não tão materno assim) para com seu neto, e ainda, na paixão de juvenil, pautada na ausência de amor paterno, de Alfonsina refletida em seu tio. O filme nos dá a dimensão de que o mundo e as relações são bem mais complexas do que vemos por aí nos filmes e nos livros.
Visualmente falando, A História da Eternidade é deslumbrante. Que fotografia, meu amigo, que fotografia. Esqueça a miséria típicas dos filmes de sertão, o que vemos aqui é uma beleza natural mítica, ainda pouco explorada em nosso cinema. Além disso, o diretor Camilo Cavalcante ainda nos presenteia com uma das mais belas cenas de todo cinema brasileiro, com direito ao Irandhir dos Santos dublando o Ney Matogrosso na canção "Fala” ao mesmo tempo em que as câmeras vão girando, simplesmente mágico. E a trilha sonora? Zbigniew Preisner foi impecável. Destaque também para a música composta por Dominguinhos (seu último trabalho).
Ah! Não podemos esquecer de falar dele, Irandhir, que mesmo longe de ser o protagonista rouba a cena com uma atuação marcante e inesquecível toda vez que está presente. Um talento nato que está no meu top três de atores nacionais. (Cláudio Jaborandy - que faz o pai de Alfonsina - também está perfeito)
Enfim, com um final emocionante e libertador, cenas que vão te fazer arrepiar e chorar ao mesmo tempo (comigo aconteceu umas quatro vezes), A História da Eternidade não peca em nenhum momento e irá te prender do começo ao fim. Um filme para Freud nenhum botar defeito, que é composto essencialmente da mais pura poesia.
"Você deixou de enxergar todo mundo, ou passou a se enxergar mais?"
Uma surpresa extremamente boa, Entre Abelhas me prendeu do início ao fim. Diferente do que muitos falaram, o filme não é nada cansativo. Também não é comédia. E, sim, um filme com Fábio Porchat pode não ser comédia (Jim Carrey provou que pode fazer a mesmo coisa - sim, estou comparando ambos, afinal, podemos perceber claramente no Porchat grandes influências do Jim, principalmente nos trejeitos que usa na comédia e agora, podemos ver que ele também pode usar isso ao seu favor no drama). Na verdade, o estilo do filme (principalmente a direção e a fotografia) me fez lembrar Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças e Her, a forma de demostrar solidão e o estilo sufocador do filme me remeteu bastante a esses filmes.
Outro ponto interessante é a reflexão que o filme nos passa. Um filme bastante aberto com algumas pontas soltas, maaaas, diferente de alguns filmes pseudocult do cinema brasileiro (a Luiza Nasser entende o que quero dizer), as desse filme fazem bastante sentido, pelo simples fato de que o personagem principal não se importava com elas e por isso deixa de vê-las no mundo ao seu redor.
Acredito que o que a "doença" daquele personagem seja um tipo de depressão (se é que existem mais de um tipo), mas a partir do momento em que sua mulher o deixa ele acaba por se prender em seu próprio mundo e se importar apenas com seus problemas - coisas que fazemos todos os dias - quantas vezes as pessoas ao nosso redor se tornam invisíveis pelo simples fato de acharmos que nossos problemas são maiores que tudo?
Quantas pessoas deixamos de ver, ouvir (mãe, desculpa) por sermos egoístas? A cena do taxi deixa isso bem claro, o taxista era invisível para ele, assim como os atendentes da pizzaria ou o próprio pedestre atropelado, muitas vezes deixamos de enxergar as pessoas como pessoas. A lance da cadeira me deixou bastante intrigado mas se refletirmos um pouco perceberemos que: ele sempre dizia que o casamento dele terminou por causa de uma cadeira. Será que ele deixou de ver os outros problemas e fixou apenas na cadeira? (No meio do filme ela fala que o motivo não foi esse). No fim do filme vemos ele jogando a cadeira fora, deixando para trás o antigo relacionamento, o que permitiu a ele enxergar uma pessoa (que pelo menos durante o filme) esteve sempre ali, disposta a ajudá-lo e com isso, o filme termina com uma "possível cura" ou não, talvez ele só viva para ter olhos para ela, sei lá. Um bom final, um bom filme, que nos faz refletir do começo ao fim.
Sou um defensor ferrenho do cinema brasileiro e torço o nariz para aqueles que me dizem que só produzimos porcaria. Taí uma prova de que sabemos fazer cinema bom e cinema inteligente.
É incrível que, até em animações, ele consiga deixar uma marca tão característica que, até mesmo se você não souber que ele dirigiu, lembrará dele imediatamente ao iniciar do filme. Um filme que para toda família. Recomendo! :D
Se eu tivesse que resumir esse filme em um palavra, diria: leve. Não, talvez dissesse: Fabuloso. Quem sabe até usasse: Simples. Assim como a vida é. Confesso que só gostei do filme a segunda vez que o vi, agora, mais maduro. A primeira vez, em 2011 ou 2012, ainda não tinha cabeça pra esse tipo de filme, ou para qualquer outro que me fizesse refletir e pensar na vida, no reflexo das nossas escolhas.
Além das características tocantes do filme, tecnicamente ele é lindo, destaque especial para a TRILHA SONORA, FOTOGRAFIA (<3) e DIREÇÃO - foi tipo uma mistura de Wes Anderson com Jean-Pierre Jeunet (Selton, você arrasa).
Destaco também a atuação emocionante do S. Melo que não precisa falar para sabermos o que ele estava sentindo, acredito que o olhar foi a melhor forma de expressão daquele palhaço sem graça! Recomendo esse lindo filme. :D
Ótima série, com um roteiro bem elaborado e personagens carismáticos. VAN DAMME <3 No começo achei um pouco lenta, e isso pode afastar alguns espectadores, contudo, a série evoluiu muito. Confesso que vi aos poucos, degustando cada episódio. Muito ansioso para a próxima temporada.
Assim que vi que sairia um filme dos Minions, eu disse: Pra quê?! Pra quê fazer um spin off de e correr risco algo que fez tanto sucesso? Então, saiu o primeiro trailer e, de fato, achei que estava errado. Contudo, porém, todavia, ao sair da sala de cinema a decepção foi maior. Toda a graça do filme estava nas partes que já passaram no trailer e só. Um filme lento, forçado e desnecessário. Esperava que tivesse dado certo, mas não deu. :/
Não me lembro a última vez que fui assistir uma animação e chorei de tanto sorrir. Ok, também chorei em algumas partes emocionantes. Sem trocadilhos, divertida mente é um filme que mexe com o seu cérebro e com todas as emoções possíveis que estão lá, embutidas. Uma animação que serve tanto para as crianças passarem o tempo, quanto para um professor doutor em neurologia fazer uma análise em sala de aula. Confesso que fiquei receoso quando vi do que se tratava a trama, mas a Pixar soube deixar um assunto bem complexo, com um roteiro muito bem elaborado, algo bastante divertido. As dublagens estão excelentes, mesmo não sendo feitas por dubladores profissionais, a Miá Mello como Alegria, Otaviano Costa como Medo, Katiuscia Canoro como Tristeza, Dani Calabresa como Nojinho e Leo Jaime como Raiva, deram um show de carisma e de atuação. Destaque especial para Katiuscia e sua Tristeza eterna. Enfim, recomendo a qualquer pessoa que me perguntar, e pretendo ver novamente esse lindo filme. <3
Ps: Vi que muita gente não curtiu o curta antes do filme, mas eu achei simples e lindo.
As comparações com o primeiro são inevitáveis, contudo, esse filme cumpriu o seu papel. Nostálgico e arrepiante, o Jurrasic World te transporta para a infância ao ponto de você se empolgar como tal. Depois de Jurrasic Park esse é o melhor filme da franquia.
Existem filmes que você não precisa fazer uma bíblia argumentando o quão foi bom, e esse é um deles. A única palavra que define é: TESTEMUNHEM! Pois somente assistindo você tem a dimensão do quão DUCARALHO é esse filme. Empolgante do início ao fim! *-*
Politicamente Incorreto
3.3 26não consegui terminar o primeiro episódio de tão ruim e desnecessário que é
Goosebumps: Monstros e Arrepios
3.2 438 Assista AgoraFilme bastante infantil (o que não o torna ruim). Dei bastante gargalhadas e, apesar de ter visto dublado (que, por sinal, tá muito boa), valeu a pena. Destaque para a direção que foge do convencional e para os personagens Slappy e Champ! Filme de sessão da tarde mas que vale a pena ver.
Força Maior
3.6 244Aquele típico drama europeu morno. Confesso que até me empolguei com o começo, mas acho que me perdi um pouco. Talvez aquela forma de relacionamento seja muito estranha para nós brasileiros, o que torna um filme bastante massante. Contudo, tecnicamente o filme é muito bonito. Ótima direção, BELÍSSIMA FOTOGRAFIA, trilha sonora muito boa (aquelas oito pausas na música antes dos canhões foram muito bem pensadas), enfim. Esperava mais, mas não foi 100% decepcionante.
Ps: O pai é um cagão.
Quarteto Fantástico
2.2 1,7K Assista AgoraLonge de ser um filme ruim como a maioria fala, 4teto não decepcionou (esperava isso dele). A primeira coisa que temos que lembrar ao assistir um filme é: ISSO É UMA ADAPTAÇÃO. Leio quadrinhos desde que me entendo por gente e não me incomodo quando as mudanças são boas. É claro que o filme não é 100% perfeito e tem muita coisa que eu mudaria (o visual do Doom e a forma com que Sue ganhou os poderes principalmente, talvez um pouco mais de ação), contudo, a maneira com que construíram o princípio mais importante do Quarteto (a família) foi digno. É claro que, como primeiro filme de uma nova franquia, teve que falar sobre o começo de cada um e a maneira com que isso vai se desenrolar ao longo dos outros filmes (sinceramente, espero que tenham). Uma pena o vilão ter sido muito mal utilizado (o visual dele não ficou bom) e mataram (será?) o cara mais badass da história do grupo. Enfim, Thor 1 foi muito pior e não vi os fã boys reclamarem tanto. Um filme de Super Herói que se propôs a ser um filme de Sci-fi (isso me agradou). Espero que no próximo acertem a mão.
PS: deixe de mimimi, seu fãboys chatos.
A História da Eternidade
4.3 452“Abra essa porta. Deixa meu amor entrar pra tomar conta de tu, criatura.”
A primeira vez que ouvi falar desse filme, há pouco mais de três meses, foi através de uma amiga (obrigado, Karol) que estava fascinada com a grandeza dessa película que, infelizmente, passou menos de uma semana nos cinemas aqui de Natal-RN. De lá para cá venho tentando encontrá-lo para assistir e hoje finalmente consegui.
Não é de hoje que o cinema brasileiro, quiçá o nordestino, tem me dado um orgulho danado. E esse filme – que ouso dizer: o melhor (em todos os aspectos – sejam eles técnicos ou emocionais) que já assisti – é a principal prova de que temos bons atores, bons diretores e muita história para contar. Esqueça o estereótipo Globo Filmes, A História da Eternidade é uma experiência estética e emocional diferente de tudo que você já viu por essas terras tupiniquins.
O filme se passa numa cidadezinha do interior do nordeste e centra sua trama na luta diária de três gerações de mulheres (Querência, Alfonsina e Das Dores) que sofrem a todo momento a opressão de uma sociedade patriarcal. Aliás, no decorrer do filme vemos que não só elas mas todos os personagens, de alguma forma, são oprimidos pelos por esses conceitos machistas – o que se torna bem mais claro quando se tem um conte perfeito da realidade de um interior do interior do interior do sertão nordestino. E mesmo com uma temática extremamente forte, transcorre de forma tão leve que parece acabar em cinco minutos.
Nesse longa, o amor pode ser visto em várias formas (Filéo, Ágape e, principalmente, o Eros – que é para onde todos caminham num determinado ponto). Seja na relação do cego Ederaldo para com Querência, ou no amor materno de dona Das Dores (não tão materno assim) para com seu neto, e ainda, na paixão de juvenil, pautada na ausência de amor paterno, de Alfonsina refletida em seu tio. O filme nos dá a dimensão de que o mundo e as relações são bem mais complexas do que vemos por aí nos filmes e nos livros.
Visualmente falando, A História da Eternidade é deslumbrante. Que fotografia, meu amigo, que fotografia. Esqueça a miséria típicas dos filmes de sertão, o que vemos aqui é uma beleza natural mítica, ainda pouco explorada em nosso cinema. Além disso, o diretor Camilo Cavalcante ainda nos presenteia com uma das mais belas cenas de todo cinema brasileiro, com direito ao Irandhir dos Santos dublando o Ney Matogrosso na canção "Fala” ao mesmo tempo em que as câmeras vão girando, simplesmente mágico. E a trilha sonora? Zbigniew Preisner foi impecável. Destaque também para a música composta por Dominguinhos (seu último trabalho).
Ah! Não podemos esquecer de falar dele, Irandhir, que mesmo longe de ser o protagonista rouba a cena com uma atuação marcante e inesquecível toda vez que está presente. Um talento nato que está no meu top três de atores nacionais. (Cláudio Jaborandy - que faz o pai de Alfonsina - também está perfeito)
Enfim, com um final emocionante e libertador, cenas que vão te fazer arrepiar e chorar ao mesmo tempo (comigo aconteceu umas quatro vezes), A História da Eternidade não peca em nenhum momento e irá te prender do começo ao fim. Um filme para Freud nenhum botar defeito, que é composto essencialmente da mais pura poesia.
Pixels
4.2 183Fantástico! Uma pena ler as críticas do longa e ver que não é tão bom quanto esse curta!
Entre Abelhas
3.4 832Ps: Selton Melo seria perfeito para o papel.
Entre Abelhas
3.4 832"Você deixou de enxergar todo mundo, ou passou a se enxergar mais?"
Uma surpresa extremamente boa, Entre Abelhas me prendeu do início ao fim. Diferente do que muitos falaram, o filme não é nada cansativo. Também não é comédia. E, sim, um filme com Fábio Porchat pode não ser comédia (Jim Carrey provou que pode fazer a mesmo coisa - sim, estou comparando ambos, afinal, podemos perceber claramente no Porchat grandes influências do Jim, principalmente nos trejeitos que usa na comédia e agora, podemos ver que ele também pode usar isso ao seu favor no drama). Na verdade, o estilo do filme (principalmente a direção e a fotografia) me fez lembrar Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças e Her, a forma de demostrar solidão e o estilo sufocador do filme me remeteu bastante a esses filmes.
Outro ponto interessante é a reflexão que o filme nos passa. Um filme bastante aberto com algumas pontas soltas, maaaas, diferente de alguns filmes pseudocult do cinema brasileiro (a Luiza Nasser entende o que quero dizer), as desse filme fazem bastante sentido, pelo simples fato de que o personagem principal não se importava com elas e por isso deixa de vê-las no mundo ao seu redor.
Acredito que o que a "doença" daquele personagem seja um tipo de depressão (se é que existem mais de um tipo), mas a partir do momento em que sua mulher o deixa ele acaba por se prender em seu próprio mundo e se importar apenas com seus problemas - coisas que fazemos todos os dias - quantas vezes as pessoas ao nosso redor se tornam invisíveis pelo simples fato de acharmos que nossos problemas são maiores que tudo?
Quantas pessoas deixamos de ver, ouvir (mãe, desculpa) por sermos egoístas? A cena do taxi deixa isso bem claro, o taxista era invisível para ele, assim como os atendentes da pizzaria ou o próprio pedestre atropelado, muitas vezes deixamos de enxergar as pessoas como pessoas. A lance da cadeira me deixou bastante intrigado mas se refletirmos um pouco perceberemos que: ele sempre dizia que o casamento dele terminou por causa de uma cadeira. Será que ele deixou de ver os outros problemas e fixou apenas na cadeira? (No meio do filme ela fala que o motivo não foi esse). No fim do filme vemos ele jogando a cadeira fora, deixando para trás o antigo relacionamento, o que permitiu a ele enxergar uma pessoa (que pelo menos durante o filme) esteve sempre ali, disposta a ajudá-lo e com isso, o filme termina com uma "possível cura" ou não, talvez ele só viva para ter olhos para ela, sei lá. Um bom final, um bom filme, que nos faz refletir do começo ao fim.
Sou um defensor ferrenho do cinema brasileiro e torço o nariz para aqueles que me dizem que só produzimos porcaria. Taí uma prova de que sabemos fazer cinema bom e cinema inteligente.
Homem-Formiga
3.7 2,0K Assista AgoraÉ...dá pra assistir, tá no nível de Capitão América 1. Esperava mais, na verdade. Contudo, valeu como adaptação e pelas referências. :3
O Fantástico Sr. Raposo
4.2 963 Assista AgoraÉ incrível que, até em animações, ele consiga deixar uma marca tão característica que, até mesmo se você não souber que ele dirigiu, lembrará dele imediatamente ao iniciar do filme. Um filme que para toda família. Recomendo! :D
Clube de Compras Dallas
4.3 2,8KMatthew e Leto arrazaram. Sem mais.
Mary e Max: Uma Amizade Diferente
4.5 2,4KCOMO ALGUÉM PODE FAZER UM FILME TRISTE ASSIM? :'( kkkkkkkk Muito bom!
O Palhaço
3.6 2,2K Assista AgoraSe eu tivesse que resumir esse filme em um palavra, diria: leve. Não, talvez dissesse: Fabuloso. Quem sabe até usasse: Simples. Assim como a vida é. Confesso que só gostei do filme a segunda vez que o vi, agora, mais maduro. A primeira vez, em 2011 ou 2012, ainda não tinha cabeça pra esse tipo de filme, ou para qualquer outro que me fizesse refletir e pensar na vida, no reflexo das nossas escolhas.
Além das características tocantes do filme, tecnicamente ele é lindo, destaque especial para a TRILHA SONORA, FOTOGRAFIA (<3) e DIREÇÃO - foi tipo uma mistura de Wes Anderson com Jean-Pierre Jeunet (Selton, você arrasa).
Destaco também a atuação emocionante do S. Melo que não precisa falar para sabermos o que ele estava sentindo, acredito que o olhar foi a melhor forma de expressão daquele palhaço sem graça! Recomendo esse lindo filme. :D
Ps: Esse plano sequência no final *-*-*-*-*-*-*
Game of Thrones (5ª Temporada)
4.4 1,4KDe longe a temporada mais fraca. Meu deus, tédio do começo ao fim, nem os grandes acontecimentos me chocaram tanto, salvo
o estupro de Sansa O.O
The Walking Dead (1ª Temporada)
4.3 2,3K Assista AgoraMuito fiel aos quadrinhos, muuuuuito mesmo!
Game of Thrones (3ª Temporada)
4.6 1,9K Assista AgoraQue temporada pauleira da porra! Casamento Vermelho, seu lindo, chegue que vou sonhar com você a noite. kkk
Game of Thrones (4ª Temporada)
4.6 1,5K Assista AgoraQue temporada é essa, meu deus? De longe, a melhor. Envolvente do começo ao fim. Assisti em 1 dia.
#ChupaJoffrey
Game of Thrones (1ª Temporada)
4.6 2,3K Assista AgoraDemorei pra assistir mas quando vi, engoli. Ótimos cenários, fotografia, figurinos, atuações, tudo! <3
Game of Thrones (2ª Temporada)
4.6 1,6K Assista AgoraBem mais consistente que a primeira, não deixa nada a desejar. Aumentou ainda mais meu vício em GoT.
Sense8 (1ª Temporada)
4.4 2,1K Assista AgoraÓtima série, com um roteiro bem elaborado e personagens carismáticos. VAN DAMME <3 No começo achei um pouco lenta, e isso pode afastar alguns espectadores, contudo, a série evoluiu muito. Confesso que vi aos poucos, degustando cada episódio. Muito ansioso para a próxima temporada.
Ps: A série samba na cara da família tradicional
Minions
3.3 997 Assista AgoraAssim que vi que sairia um filme dos Minions, eu disse: Pra quê?! Pra quê fazer um spin off de e correr risco algo que fez tanto sucesso? Então, saiu o primeiro trailer e, de fato, achei que estava errado. Contudo, porém, todavia, ao sair da sala de cinema a decepção foi maior. Toda a graça do filme estava nas partes que já passaram no trailer e só. Um filme lento, forçado e desnecessário. Esperava que tivesse dado certo, mas não deu. :/
Divertida Mente
4.3 3,3K Assista AgoraNão me lembro a última vez que fui assistir uma animação e chorei de tanto sorrir. Ok, também chorei em algumas partes emocionantes. Sem trocadilhos, divertida mente é um filme que mexe com o seu cérebro e com todas as emoções possíveis que estão lá, embutidas. Uma animação que serve tanto para as crianças passarem o tempo, quanto para um professor doutor em neurologia fazer uma análise em sala de aula. Confesso que fiquei receoso quando vi do que se tratava a trama, mas a Pixar soube deixar um assunto bem complexo, com um roteiro muito bem elaborado, algo bastante divertido. As dublagens estão excelentes, mesmo não sendo feitas por dubladores profissionais, a Miá Mello como Alegria, Otaviano Costa como Medo, Katiuscia Canoro como Tristeza, Dani Calabresa como Nojinho e Leo Jaime como Raiva, deram um show de carisma e de atuação. Destaque especial para Katiuscia e sua Tristeza eterna. Enfim, recomendo a qualquer pessoa que me perguntar, e pretendo ver novamente esse lindo filme. <3
Ps: Vi que muita gente não curtiu o curta antes do filme, mas eu achei simples e lindo.
Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros
3.6 3,0K Assista AgoraAs comparações com o primeiro são inevitáveis, contudo, esse filme cumpriu o seu papel. Nostálgico e arrepiante, o Jurrasic World te transporta para a infância ao ponto de você se empolgar como tal. Depois de Jurrasic Park esse é o melhor filme da franquia.
Mad Max: Estrada da Fúria
4.2 4,7K Assista AgoraExistem filmes que você não precisa fazer uma bíblia argumentando o quão foi bom, e esse é um deles. A única palavra que define é: TESTEMUNHEM! Pois somente assistindo você tem a dimensão do quão DUCARALHO é esse filme. Empolgante do início ao fim! *-*