Que amor de série! Agora estou curiosa para ler o livro que deu origem à adaptação. Achei a história tão fiel ao universo austeniano. Me senti vendo as adaptações antigas das obras da própria Jane Austen (inclusive, a participação da atriz que fez a Mary na série de 1995 foi uma grata surpresa). Alguns pontos que gostaria de destacar:
- O Tom Hayward me lembrou o Henry Tilney de Northanger Abbey, que eu amo. :,) - A personagem da Charlotte Lucas sempre me intrigou. Na série de 1995, vemos uma Charlotte mais racional. No filme de 2005, uma Charlotte mais desesperada. Nesta adaptação, uma Charlotte mais ardilosa, o que achei bem interessante. - Também gostei da modesta redenção do Mr. Collins e da Caroline Bingley. Me vi torcendo pela felicidade de ambos. - E, é claro, amei a Mary (apesar do gosto duvidável dela para cores de vestido, hahaha).
Que desespero ver as coisas ficando cada vez piores. Não consigo deixar de sentir raiva do Niall. Uma atitude dele (ou ausência de atitude) desencadeou uma série de desgraças na vida de todo mundo. Off: O Alby tendo o instinto de autopreservação de uma paçoca me irritou aqui em casa.
Não tive paciência para terminar a 3ª temporada e pulei para esta. Gostei, mas achei os últimos episódios meio corridos. Pelo menos as histórias secundárias não ofuscaram o casal principal (minha maior crítica à 2ª temporada).
Assisti para passar o tempo e gostei das personagens secundárias, mas algumas coisas me incomodaram. Eu já sabia que a série era marcada pela licença poética, mas a trilha sonora com versões de músicas pop ficou, no mínimo, cafona. E agora algo mais sério:
O Simon e a Daphne foram abusivos um com o outro. Ele se aproveitou da ignorância dela sobre sexo e ela, quando descobriu, forçou uma relação depois dele ter dito "não". Não consegui achar nada romântico depois disso.
Mais uma adaptação maravilhosa da BBC que me faz querer ler o livro. E que elenco! Gostei do final que deram à história (considerando que o livro que inspirou a série não pôde ser concluído, devido ao falecimento da autora Elizabeth Gaskell). Gosto de pensar que
A 1ª temporada de Picard me pareceu indecisa, como se estivesse dividida entre seguir o molde das séries atuais e resgatar o legado de "A Nova Geração". O resultado acabou ficando no meio do caminho: a série é boa, mas poderia ser fantástica. Algo que me incomodou foi a quantidade de personagens pouco explorados:
- simpatizei com o Zabhan e a Laris e eles nunca mais apareceram; - o Elnor tinha potencial, mas foi esquecido; - o encontro da Raffi com o filho não trouxe nada de substancial à história; - a Bjayzl apareceu, me deixou com raiva e morreu; e por aí vai. Até mesmo a Narissa e o Narek, que tiveram mais tempo de tela, foram pouco desenvolvidos.
trazer o Hugh de volta apenas para matá-lo (e de um modo tão bobo) foi revoltante. Desperdiçaram o personagem e o ator.
Mas a série tem pontos positivos. Entre eles, destaco a atuação da Isa Briones e os personagens Raffi e Rios. O Patrick Stewart continua magnífico e, é claro,
Achei as duas últimas temporadas meio fracas e quase não vi esta, mas a visita do Joseph e do Jamie no Brasil foi tão fofa e caótica que resolvi dar uma chance (e não me arrependo). A quarta temporada prendeu a minha atenção tanto quanto a primeira (apesar dos seus defeitos) e a dinâmica criada com a separação das personagens em "grupos" ficou bastante interessante. Também gostei das adições ao elenco, principalmente do Eddie e do Enzo. Mas
a morte do Eddie. Que palhaçada é essa? Estou em negação, os roteiristas que se virem para ressuscitá-lo. Eu realmente não sei o que pensar. Eles já mataram um personagem querido antes (RIP Alexei) e já fizeram a gente acreditar que um personagem querido estava morto quando não estava (Hopper). Ou seja, nada é impossível.
Gostei da minissérie, mas a versão de 1995 ainda é a minha favorita. O Sr. Darcy do David Rintoul é fiel ao livro, embora pareça frio para quem o compara com outras adaptações. Já a Lizzie de Elizabeth Garvie é inteligente e brincalhona como eu esperava. Fiquei muito feliz ao ver a cena em que
A minissérie de 2006 continua sendo a minha favorita, mas essa adaptação é muito boa. Foi engraçado ver o Rassilon de Doctor Who como o Mr. Rochester. xD
A BBC e suas minisséries impecáveis. Se tivesse que escolher entre Orgulho e Preconceito (1995) e North & South (2004), eu estaria em apuros. As duas são igualmente maravilhosas. Fiquei bastante surpresa ao saber que o Richard Armitage (Thornton) interpretou o Thorin no Hobbit. Se não fossem os olhos, eu não o teria reconhecido.
A cena final foi um deleite à parte, embora eu desconfie do sorrisinho do Logan (será apenas orgulho do Kendall, que se tornou o tal "matador"?). Só sei que depois do episódio do "boar on the floor" o meu desprezo pelo Logan triplicou e quero mais é que ele seja prejudicado.
Excelente série! Comecei a vê-la por causa do Matthew Macfadyen (e, de fato, o Tom Wambsgans se tornou o meu personagem favorito), mas tenho que destacar a atuação do Jeremy Strong como Kendall Roy. Impecável.
A série entretém, mas sinto que não faz jus à história da Madame C.J. Walker. Algumas divergências entre a série e a vida real (relatadas pela A'Lelia Bundles, tataraneta de Walker) me incomodaram bastante. Por exemplo:
- A rivalidade entre Walker e Addie (na vida real, Annie Malone) é quase inteiramente fictícia. Ambas eram concorrentes, mas nunca houve a perseguição relatada na série. Além disso, não havia diferença de tom de pele entre elas. - Não há evidência de que Walker tenha roubado (ou assumido que tenha roubado) a fórmula dos produtos da Annie. Sustentar a série numa rivalidade feminina que nunca existiu e ainda colocar em dúvida se a Madame Walker criou ou roubou a fórmula dos produtos é, no mínimo, decepcionante.
No entanto, a série já avisa que se trata de uma inspiração (eu diria que uma leve inspiração)...
Tenho a impressão de que a série fica mais fraca a cada temporada. A primeira foi impecável. Na segunda, alguns personagens perderam o carisma. Só assisti a terceira por causa da quarentena e fiquei um pouco decepcionada. A história não tem nada de muito surpreendente, mas os personagens secundários acabam salvando algumas cenas. Inclusive:
Uma das melhores séries que eu já vi. Baseada em um livro incrível e com um elenco maravilhoso (Michael Sheen e David Tennant foram impecáveis em seus papéis).
A segunda temporada manteve a qualidade da primeira. O enredo me prendeu desde o início e acabei maratonando em dois dias. Se a série não tiver uma terceira temporada, já me dou por satisfeita com o desfecho da segunda (ah, também amei a trilha sonora!).
Amei a Doctor e os novos companions, mas a temporada foi fraca comparada às temporadas anteriores. Infelizmente, há muitos episódios "esquecíveis". As histórias que mais se destacaram, na minha opinião, foram "Rosa" e "Demons of the Punjab". O episódio "It Takes You Away" tinha tudo para ser ótimo, mas
The Other Bennet Sister (1ª Temporada)
4.0 4Que amor de série! Agora estou curiosa para ler o livro que deu origem à adaptação. Achei a história tão fiel ao universo austeniano. Me senti vendo as adaptações antigas das obras da própria Jane Austen (inclusive, a participação da atriz que fez a Mary na série de 1995 foi uma grata surpresa).
Alguns pontos que gostaria de destacar:
- O Tom Hayward me lembrou o Henry Tilney de Northanger Abbey, que eu amo. :,)
- A personagem da Charlotte Lucas sempre me intrigou. Na série de 1995, vemos uma Charlotte mais racional. No filme de 2005, uma Charlotte mais desesperada. Nesta adaptação, uma Charlotte mais ardilosa, o que achei bem interessante.
- Também gostei da modesta redenção do Mr. Collins e da Caroline Bingley. Me vi torcendo pela felicidade de ambos.
- E, é claro, amei a Mary (apesar do gosto duvidável dela para cores de vestido, hahaha).
Pela Metade
4.1 113 Assista AgoraEstou há 5 minutos imóvel e em completo silêncio.
Que desespero ver as coisas ficando cada vez piores. Não consigo deixar de sentir raiva do Niall. Uma atitude dele (ou ausência de atitude) desencadeou uma série de desgraças na vida de todo mundo.
Off: O Alby tendo o instinto de autopreservação de uma paçoca me irritou aqui em casa.
Bridgerton (4ª Temporada)
3.9 65 Assista AgoraNão tive paciência para terminar a 3ª temporada e pulei para esta. Gostei, mas achei os últimos episódios meio corridos. Pelo menos as histórias secundárias não ofuscaram o casal principal (minha maior crítica à 2ª temporada).
Bridgerton (1ª Temporada)
3.8 495 Assista AgoraAssisti para passar o tempo e gostei das personagens secundárias, mas algumas coisas me incomodaram.
Eu já sabia que a série era marcada pela licença poética, mas a trilha sonora com versões de músicas pop ficou, no mínimo, cafona.
E agora algo mais sério:
O Simon e a Daphne foram abusivos um com o outro. Ele se aproveitou da ignorância dela sobre sexo e ela, quando descobriu, forçou uma relação depois dele ter dito "não". Não consegui achar nada romântico depois disso.
Filhas e Esposas
3.9 11Mais uma adaptação maravilhosa da BBC que me faz querer ler o livro. E que elenco!
Gostei do final que deram à história (considerando que o livro que inspirou a série não pôde ser concluído, devido ao falecimento da autora Elizabeth Gaskell).
Gosto de pensar que
a Molly virou uma cientista. Que alegria vê-la usando calça, hahaha.
E preciso dizer que amei a Lady Harriet.
Star Trek: Picard (1ª Temporada)
3.8 54 Assista AgoraA 1ª temporada de Picard me pareceu indecisa, como se estivesse dividida entre seguir o molde das séries atuais e resgatar o legado de "A Nova Geração". O resultado acabou ficando no meio do caminho: a série é boa, mas poderia ser fantástica.
Algo que me incomodou foi a quantidade de personagens pouco explorados:
- simpatizei com o Zabhan e a Laris e eles nunca mais apareceram;
- o Elnor tinha potencial, mas foi esquecido;
- o encontro da Raffi com o filho não trouxe nada de substancial à história;
- a Bjayzl apareceu, me deixou com raiva e morreu; e por aí vai.
Até mesmo a Narissa e o Narek, que tiveram mais tempo de tela, foram pouco desenvolvidos.
Além disso,
trazer o Hugh de volta apenas para matá-lo (e de um modo tão bobo) foi revoltante. Desperdiçaram o personagem e o ator.
Mas a série tem pontos positivos. Entre eles, destaco a atuação da Isa Briones e os personagens Raffi e Rios. O Patrick Stewart continua magnífico e, é claro,
foi maravilhoso ver o Data, o Riker e a Deanna novamente, além da Sete de Nove.
Tess of the d'Urbervilles
4.1 57Não imaginei que o final fosse ser tão triste. É uma ótima série, mas para se ver uma única vez.
Daniel Deronda
3.6 11Como é revigorante encontrar uma série de época que foge dos clichês (que final maravilhoso!).
Stranger Things (4ª Temporada)
4.2 1,0K Assista AgoraAchei as duas últimas temporadas meio fracas e quase não vi esta, mas a visita do Joseph e do Jamie no Brasil foi tão fofa e caótica que resolvi dar uma chance (e não me arrependo).
A quarta temporada prendeu a minha atenção tanto quanto a primeira (apesar dos seus defeitos) e a dinâmica criada com a separação das personagens em "grupos" ficou bastante interessante. Também gostei das adições ao elenco, principalmente do Eddie e do Enzo.
Mas
o que eles fizeram com o Jonathan? Do nada, um maconheiro.
E eu não poderia deixar de mencionar
a morte do Eddie. Que palhaçada é essa? Estou em negação, os roteiristas que se virem para ressuscitá-lo.
Eu realmente não sei o que pensar. Eles já mataram um personagem querido antes (RIP Alexei) e já fizeram a gente acreditar que um personagem querido estava morto quando não estava (Hopper). Ou seja, nada é impossível.
Orgulho e Preconceito
3.7 12Gostei da minissérie, mas a versão de 1995 ainda é a minha favorita.
O Sr. Darcy do David Rintoul é fiel ao livro, embora pareça frio para quem o compara com outras adaptações. Já a Lizzie de Elizabeth Garvie é inteligente e brincalhona como eu esperava.
Fiquei muito feliz ao ver a cena em que
o Sr. Darcy fica aparecendo no jardim quando a Lizzie está caminhando (em outras palavras, o coitado estava desesperado para vê-la, haha).
Essa é uma parte do livro que sempre me fez rir, mas que ficou de fora das adaptações de 1995 e 2005.
Jornada nas Estrelas: A Nova Geração (1ª Temporada)
4.0 39Assisti dois episódios e já adoro o Data. <3
Jane Eyre
3.7 6A minissérie de 2006 continua sendo a minha favorita, mas essa adaptação é muito boa. Foi engraçado ver o Rassilon de Doctor Who como o Mr. Rochester. xD
Norte e Sul
4.6 181A BBC e suas minisséries impecáveis. Se tivesse que escolher entre Orgulho e Preconceito (1995) e North & South (2004), eu estaria em apuros. As duas são igualmente maravilhosas.
Fiquei bastante surpresa ao saber que o Richard Armitage (Thornton) interpretou o Thorin no Hobbit. Se não fossem os olhos, eu não o teria reconhecido.
Ripper Street (1ª Temporada)
4.2 40 Assista AgoraMais uma série da BBC de excelente qualidade. O trio principal é simplesmente maravilhoso.
Só queria que o Hobbs não tivesse morrido. :(
Succession (2ª Temporada)
4.5 243 Assista AgoraCom esta temporada, Succession se consolida como uma das melhores séries da atualidade. Roteiro impecável e atuações memoráveis.
A cena final foi um deleite à parte, embora eu desconfie do sorrisinho do Logan (será apenas orgulho do Kendall, que se tornou o tal "matador"?). Só sei que depois do episódio do "boar on the floor" o meu desprezo pelo Logan triplicou e quero mais é que ele seja prejudicado.
Succession (1ª Temporada)
4.2 281Excelente série! Comecei a vê-la por causa do Matthew Macfadyen (e, de fato, o Tom Wambsgans se tornou o meu personagem favorito), mas tenho que destacar a atuação do Jeremy Strong como Kendall Roy. Impecável.
A Vida e a História de Madam C.J. Walker
4.2 224 Assista AgoraA série entretém, mas sinto que não faz jus à história da Madame C.J. Walker. Algumas divergências entre a série e a vida real (relatadas pela A'Lelia Bundles, tataraneta de Walker) me incomodaram bastante. Por exemplo:
- A rivalidade entre Walker e Addie (na vida real, Annie Malone) é quase inteiramente fictícia. Ambas eram concorrentes, mas nunca houve a perseguição relatada na série. Além disso, não havia diferença de tom de pele entre elas.
- Não há evidência de que Walker tenha roubado (ou assumido que tenha roubado) a fórmula dos produtos da Annie.
Sustentar a série numa rivalidade feminina que nunca existiu e ainda colocar em dúvida se a Madame Walker criou ou roubou a fórmula dos produtos é, no mínimo, decepcionante.
No entanto, a série já avisa que se trata de uma inspiração (eu diria que uma leve inspiração)...
Além disso,
achei aquelas cenas de ringue muito nada a ver.
The Beatles: Antologia
4.8 92 Assista AgoraExcelente!
Para quem quiser assistir: o Instagram @canaldosbeatles fez um destaque nos stories com os links para todos os episódios legendados.
Stranger Things (3ª Temporada)
4.2 1,3KTenho a impressão de que a série fica mais fraca a cada temporada. A primeira foi impecável. Na segunda, alguns personagens perderam o carisma. Só assisti a terceira por causa da quarentena e fiquei um pouco decepcionada.
A história não tem nada de muito surpreendente, mas os personagens secundários acabam salvando algumas cenas. Inclusive:
Alexei (Smirnoff), para sempre em nossos corações. :'(
Espero que a próxima temporada seja melhor.
Belas Maldições (1ª Temporada)
4.1 234 Assista AgoraUma das melhores séries que eu já vi. Baseada em um livro incrível e com um elenco maravilhoso (Michael Sheen e David Tennant foram impecáveis em seus papéis).
Criminal: Reino Unido (1ª Temporada)
3.7 43 Assista AgoraEsperava um pouco mais de ação, mas gostei da série. Os 40 minutos de episódio passam sem que você se dê conta.
The End of the F***ing World (2ª Temporada)
3.9 320A segunda temporada manteve a qualidade da primeira. O enredo me prendeu desde o início e acabei maratonando em dois dias. Se a série não tiver uma terceira temporada, já me dou por satisfeita com o desfecho da segunda (ah, também amei a trilha sonora!).
Amor Ocasional (2ª Temporada)
3.4 49Adorei a primeira temporada, mas senti que perderam o rumo no início da segunda. O enredo ficou um pouco caótico e
a mudança abrupta da personalidade do Maxime ficou caricata.
Doctor Who (11ª Temporada)
3.7 72Amei a Doctor e os novos companions, mas a temporada foi fraca comparada às temporadas anteriores. Infelizmente, há muitos episódios "esquecíveis". As histórias que mais se destacaram, na minha opinião, foram "Rosa" e "Demons of the Punjab".
O episódio "It Takes You Away" tinha tudo para ser ótimo, mas
transformar o Solitrato num sapo com a voz da Grace acabou com o clima, haha. (O Chibnall precisa entender que não dá pra incluir humor em tudo...)