Por exemplo: O "La Tenia", dono da boate "Rectum" se fazia presente em ambientes que remetiam a um canal digestivo - claustrofóbicos e escuros. A iluminação era vermelha. Se comportava de forma violenta e predatória.
Ele aborda a irreparabilidade do tempo, que destrói tudo e é irreversível. Quero assistir novamente, mas dessa vez em ordem cronológica.
"Você acha que isso é uma maldita fantasia? Isso é um modo de vida!". O Suicide merecia um fim melhorzinho.
E é incrível que do nada rola uma reflexão sobre como seria realmente se tornar um zumbi, pior ainda... um zumbi senciente. "Eu sinto a minha podridão". Simplesmente interrompem a comédia e lançam luz sobre essa questão. Cara, isso é raramente abordado mesmo em filmes mais sérios sobre o tema. Acho muito mais perturbadora a ideia de ainda existir algum nível de consciência, de estar preso no próprio corpo podre, do que apenas um cadáver que só anda e mata. "A DOR! A dor de estar MORTO... comer cérebros... isso faz a dor ir embora!".
a ressurreição de sua filha. Cega pelo sofrimento, ela está disposta a fazer de tudo por isso. Revivê-la se torna uma obsessão e a transforma em uma mulher absolutamente inconsequente e monstruosa. Porém, a cena final onde ela está abraçada ao cadáver da menina dentro da piscina chega a ser comovente.
"As casas têm vida. Isso é uma coisa que sabemos através das nossas terminações nervosas. Se fizermos silêncio... Se escutarmos, poderemos ouvir as casas respirarem".
É bem do tipo: ame ou odeie. Eu gostei bastante. O King conseguiu abordar de forma única um tema já tão batido e tão explorado pelo cinema. Senti que ele se inspirou bastante na Mansão Winchester para escrever essa história, hein rs.
A cena em que a estátua arranca a própria face é memorável. E creio que nunca mais vou ouvir "A Summer Place" da mesma forma kkkkk.
Porém, de fato, os efeitos especiais são risíveis de tão ruins e, pra mim, é este o principal deslize. A duração não me incomodou porque é uma minissérie (apesar de ter sido exibido como filme por algumas redes de TV, e tido muitas cenas importantes mutiladas para diminuir a duração).
Apesar de conter toda sorte de clichês, para quem gosta de um slasher bem gorezinho, é imperdível. Contém litros e mais litros de sangue, decapitações, mutilações, canibalismo e afins. E por ser tão violento, teve várias cenas cortadas em alguns países e proibido em outros. É divertido.
A proposta é muito boa. Parecia que seria f*da, mas infelizmente pecaram muito na execução. É previsível e não prende. Como se não bastasse, ainda se arrastou demais, tornando maçante acompanhá-la.
Sinceramente? Eu gostei. Não é o que eu esperava de um filme sobre licantropia, mas foi uma surpresa boa. O elenco é pesadíssimo. Nunca pensei que precisava ver o Jack Nicholson como um lobisomem até o ver como um. Os efeitos especiais envelheceram mal, de fato. Mas o lobisomem peludão e com lentes amarelas (apesar de datado) é um clássico, pô. O roteiro é por muitas vezes previsível, mas o filme ainda consegue ser bom. Juro que não vi o tempo passar enquanto o assistia. E quão icônica é a cena dele urinando nos sapatos de camurça do Spader só para marcar seu território?! Tu jamais veria isso noutro filme kkkkkkk.
A imagem do Malius em si é bem marcante, e se tivessem feito ele com uma personalidade diferente, poderia ter funcionado melhor. Curti real essa aparência meio "Nosferática". Mas não dá pra levar ele a sério soltando frases de efeito antes de matar cada vítima. É uma história que poderia ter sido bem desenvolvida. Tinha potencial, mas preferiram focar demais no s*xo, o que não acrescentou em nada para o desenvolvimento. Normalmente fazem isso pra, né... "Se não vierem assistir pelo roteiro, que fiquem pela sacanagem". E, é... O roteiro é horrendo. Situações convenientes e sem explicação acontecem o tempo todo, chega a ser irritante. Porém, achei que o filme possui duas cenas memoráveis:
A cena do padre orando por ajuda ao seu Jesus crucificado que começa a sangrar pela ferida em seu tórax e gritar de dor antes de cair no chão, se partindo, bem como a cena em que o Malius é encontrado junto aos corpos decepados dos jovens que matou, logo no início do filme.
Realmente acredito que o público não estava preparado para este filme. As pessoas estão acostumadas a receber um roteiro lógico e já mastigado em mãos. Mas ele é um terror cósmico e psicológico de qualidade. Muita coisa é deixada nas entrelinhas, e não é explicado. Também há muito uso de simbolismos e metáforas para explicar as dores do passado da protagonista. Dores essas que voltam para assombra-la ao longo do filme inteiro.
Gostei de terem usado uma metáfora entre cortar o cordão umbilical para que a protagonista se libertasse do útero que lhe gerava torpor e fosse encarar seus traumas. O útero não é para sempre. Não existe algum invólucro que possa nos proteger. Há de se fazer essa ruptura, sentir dor para poder evoluir. Ela teve que sair do útero cômodo para renascer
Achei muito bom terem explorado o quão traumática uma relação entre mãe e filha pode ser. Um abraço de mãe pode ser uma armadilha perigosa.
"I'm a goddamn force of nature!". Eis um dos meus filmes favoritos de quando era criança. Já nem sei quantas vezes fui na locadora, rodei pelas prateleiras e voltei levando ele pra ver de novo. Foi uma influência muito grande pra mim, não consigo não o amar e ter um sentimento de nostalgia sempre que revejo. E gostaria de comentar que: Ginger Fitzgerald > Jennifer Check.
Assisti pela segunda vez e tenho que admitir o meu amor sem explicação por esse filme. Sei que peca em muitos aspectos, e que passa longe de ser uma obra prima, mas pô, acho bomzão.
O Jake me deixa muito pistola. Só não sinto mais pena do que raiva dele. O cara simplesmente não acerta uma. É um recente desempregado e fodido na carreira, traído pela esposa perfeita, ruim de cama, não tinha moradia e estava sem perspectiva de futuro. Ao ser "ajudado" por um novo amigo que lhe oferece uma mansão para morar temporariamente acaba ficando obcecado por uma vizinha. Essa obsessão rapidamente escala quando ele vê que ela está em perigo. Mas como ele não consegue fazer nada certo, presta sua ajuda e acaba levando à morte a pobre da Gloria (Deborah Shelton era belíssima mesmo, como que pode, né?).
A reviravolta me surpreendeu na primeira vez que assisti, porque não tinha lido nada sobre o filme. Mas aí o título fez todo sentido kkkkkk. E é importantíssimo pontuar que a Melanie Griffith está fantástica. Amo a participação dela. A estética da personagem tá muito perfeita.
Quanto ao final... Melhor abstrair e fingir demência. Tirando a última cena que é até engraçadinha, vai.
O filme possui algumas cenas bem bonitas, visualmente falando (que foram o que me fizeram querer assistir ao filme, na real). Mas é só o que oferece. O roteiro, nem vou perder meu tempo em pontuar, porque num geral é bem chato. E achei o filme desnecessariamente longo também. Com o orçamento e tema que tinham em mãos, poderiam ter feito algo muito, mas muito melhor. Foi um desperdício de potencial e grana. O "Viy", de 67 segue reinando.
Não é uma obra prima, mas mais de trinta anos depois, o filme ainda consegue chocar por toda perversão, obsessão e sadismo de um homem que minha nossa, precisava urgentemente ter sanado suas questões mal resolvidas do seu complexo Edípico. Freud adoraria conhecer esse cara rs E que cara patético. Em alguns momentos dava dó, mas na maioria só raiva mesmo. Se perdeu em loucura por não poder possuir Helena (Sherilyn sendo uma deusa como sempre), uma mulher livre, que não pertencia a ninguém e fazia o que queria (a cena da fonte é tudo pra mim). E que mesmo depois de se ver prisioneira, a princípio manteve seu temperamento, tratando seu raptor com hostilidade e humilhando-o sempre que possível. Porém, com o passar do tempo, seu emocional tornou-se fragilizado. E putz, o filme me ganhou tendo Tears for Fears na trilha sonora. Quanto ao final...
Ai gente, ruinzão demais. Saber que tudo o que vimos até então era só um "pesadelo" dele me deixou frustrada, porque gosto de filmes com finais mais chocantes. Mas... Bom pra ela né.
É bem do tipo "ame ou odeie". Mas inegável que é preciso de um mínimo de conhecimento simbólico e contextualização histórica pra não fazer interpretações equivocadas. E antes de tudo, entender que como um dos símbolos principais da história está Satã, que representa a liberdade.
Jeanne era uma mulher bem sucedida, não submissa, em plena sociedade feudal, que só poderia estar possuída. Ser uma bruxa. E obviamente, também por ser uma bela mulher, ser vista como alguém que deveria prover sexo e servir aos homens. E ela era forte, a cada adversidade conseguia reerguer-se e ser cada vez mais livre (alô Satã).
As cenas de estupro chocam realmente. Principalmente pra quem já passou por isso e podem incomodar porque é muito gráfico. A nudez é muito usada para representar a repressão sexual infligida pela igreja à população do feudo, que enxergam a sexualidade e o desejo como algo obscuro, e que só deve ser feito com a finalidade de reprodução, mas que ao buscar a protagonista acabam se libertando de tal estigma.
O final do filme foi perfeito. Sem muitos comentários sobre. Apenas que não poderia ser diferente. Fora que a animação é belíssima.
Não achei que gostaria tanto dessa série, mas logo já estava assistindo todos os dias. A cada temporada ela foi evoluindo e a trama se tornando mais envolvente. Agora que acabei de assistir me sinto em abstinência. Das séries dessa temática ocultista da época, pra mim é de longe uma das melhores. Como último comentário, talvez (só talvez) o Spike tenha sido um dos principais motivos de eu querer começar a ver a série. A propósito, ele > um abismo > o sem sal do Angel.
"Tudo tem que morrer. Essa é a verdade. Gostamos de pensar que sempre há esperança. Que você pode viver acima da morte. [...] Não dá para ter certeza, mas suspeito de que os humanos sejam os únicos animais que sabem a inevitabilidade de suas mortes. Outros animais vivem no presente. Os humanos não podem, então inventaram a esperança."
Tá, fiquei surpresa com a qualidade. Fui assistir com as expectativas bem baixas, querendo ver mais um filme b lixoso de vampiros, mas mano, ele é bom. Só o achei um pouco arrastado demais. É conhecido também pelo título "Blood Immortal", e tem completo no yt com legendas em inglês, a quem interessar.
Ao longo do filme me senti tão presa quanto os personagens. Eu, à trama e eles à um amor reprimido, ao desejo de estar juntos, mas não poderem. Há o desejo, mas como disse um de seus amigos: "Quem sabe em outra vida..."
"Uma brisa leva as nuvens Uma chuva leve cai sobre a terra As gotas caem sobre mim e você Cobrindo o mundo feito poesia"
Irreversível
4.0 1,8KO filme é incômodo, brutal e chocante. Repleto de simbolismos.
Conforme a história se desenrola, o ritmo de filmagem e a paleta de cores muda.
Por exemplo: O "La Tenia", dono da boate "Rectum" se fazia presente em ambientes que remetiam a um canal digestivo - claustrofóbicos e escuros. A iluminação era vermelha. Se comportava de forma violenta e predatória.
Ele aborda a irreparabilidade do tempo, que destrói tudo e é irreversível.
Quero assistir novamente, mas dessa vez em ordem cronológica.
A Volta dos Mortos Vivos
3.6 556 Assista Agora"Você acha que isso é uma maldita fantasia? Isso é um modo de vida!". O Suicide merecia um fim melhorzinho.
E é incrível que do nada rola uma reflexão sobre como seria realmente se tornar um zumbi, pior ainda... um zumbi senciente. "Eu sinto a minha podridão". Simplesmente interrompem a comédia e lançam luz sobre essa questão. Cara, isso é raramente abordado mesmo em filmes mais sérios sobre o tema. Acho muito mais perturbadora a ideia de ainda existir algum nível de consciência, de estar preso no próprio corpo podre, do que apenas um cadáver que só anda e mata. "A DOR! A dor de estar MORTO... comer cérebros... isso faz a dor ir embora!".
Faça Ela Voltar
3.8 756 Assista AgoraO filme explora o luto e nos faz questionar os limites da dor.
Há uma motivação profundamente humana por trás dos atos da Laura:
a ressurreição de sua filha. Cega pelo sofrimento, ela está disposta a fazer de tudo por isso. Revivê-la se torna uma obsessão e a transforma em uma mulher absolutamente inconsequente e monstruosa. Porém, a cena final onde ela está abraçada ao cadáver da menina dentro da piscina chega a ser comovente.
Rose Red: A Casa Adormecida
3.4 323"As casas têm vida. Isso é uma coisa que sabemos através das nossas terminações nervosas. Se fizermos silêncio... Se escutarmos, poderemos ouvir as casas respirarem".
É bem do tipo: ame ou odeie. Eu gostei bastante. O King conseguiu abordar de forma única um tema já tão batido e tão explorado pelo cinema. Senti que ele se inspirou bastante na Mansão Winchester para escrever essa história, hein rs.
A cena em que a estátua arranca a própria face é memorável. E creio que nunca mais vou ouvir "A Summer Place" da mesma forma kkkkk.
Porém, de fato, os efeitos especiais são risíveis de tão ruins e, pra mim, é este o principal deslize. A duração não me incomodou porque é uma minissérie (apesar de ter sido exibido como filme por algumas redes de TV, e tido muitas cenas importantes mutiladas para diminuir a duração).
Macabro
3.3 84Apesar de conter toda sorte de clichês, para quem gosta de um slasher bem gorezinho, é imperdível. Contém litros e mais litros de sangue, decapitações, mutilações, canibalismo e afins. E por ser tão violento, teve várias cenas cortadas em alguns países e proibido em outros. É divertido.
A luta final com a motosserra é simplesmente incrível, sério mesmo.
Irracional
3.0 26 Assista AgoraA proposta é muito boa. Parecia que seria f*da, mas infelizmente pecaram muito na execução. É previsível e não prende. Como se não bastasse, ainda se arrastou demais, tornando maçante acompanhá-la.
Lobo
3.2 167 Assista AgoraSinceramente? Eu gostei. Não é o que eu esperava de um filme sobre licantropia, mas foi uma surpresa boa. O elenco é pesadíssimo. Nunca pensei que precisava ver o Jack Nicholson como um lobisomem até o ver como um. Os efeitos especiais envelheceram mal, de fato. Mas o lobisomem peludão e com lentes amarelas (apesar de datado) é um clássico, pô. O roteiro é por muitas vezes previsível, mas o filme ainda consegue ser bom. Juro que não vi o tempo passar enquanto o assistia.
E quão icônica é a cena dele urinando nos sapatos de camurça do Spader só para marcar seu território?! Tu jamais veria isso noutro filme kkkkkkk.
Uma Noite no Inferno
2.7 15A imagem do Malius em si é bem marcante, e se tivessem feito ele com uma personalidade diferente, poderia ter funcionado melhor. Curti real essa aparência meio "Nosferática". Mas não dá pra levar ele a sério soltando frases de efeito antes de matar cada vítima.
É uma história que poderia ter sido bem desenvolvida. Tinha potencial, mas preferiram focar demais no s*xo, o que não acrescentou em nada para o desenvolvimento. Normalmente fazem isso pra, né... "Se não vierem assistir pelo roteiro, que fiquem pela sacanagem". E, é... O roteiro é horrendo. Situações convenientes e sem explicação acontecem o tempo todo, chega a ser irritante.
Porém, achei que o filme possui duas cenas memoráveis:
A cena do padre orando por ajuda ao seu Jesus crucificado que começa a sangrar pela ferida em seu tórax e gritar de dor antes de cair no chão, se partindo, bem como a cena em que o Malius é encontrado junto aos corpos decepados dos jovens que matou, logo no início do filme.
Assim... É divertidinho, porém uma desgraceira.
Abraço de Mãe
2.9 141 Assista AgoraRealmente acredito que o público não estava preparado para este filme. As pessoas estão acostumadas a receber um roteiro lógico e já mastigado em mãos. Mas ele é um terror cósmico e psicológico de qualidade. Muita coisa é deixada nas entrelinhas, e não é explicado. Também há muito uso de simbolismos e metáforas para explicar as dores do passado da protagonista. Dores essas que voltam para assombra-la ao longo do filme inteiro.
Gostei de terem usado uma metáfora entre cortar o cordão umbilical para que a protagonista se libertasse do útero que lhe gerava torpor e fosse encarar seus traumas. O útero não é para sempre. Não existe algum invólucro que possa nos proteger. Há de se fazer essa ruptura, sentir dor para poder evoluir. Ela teve que sair do útero cômodo para renascer
Achei muito bom terem explorado o quão traumática uma relação entre mãe e filha pode ser. Um abraço de mãe pode ser uma armadilha perigosa.
Possuída
3.3 302 Assista Agora"I'm a goddamn force of nature!".
Eis um dos meus filmes favoritos de quando era criança. Já nem sei quantas vezes fui na locadora, rodei pelas prateleiras e voltei levando ele pra ver de novo. Foi uma influência muito grande pra mim, não consigo não o amar e ter um sentimento de nostalgia sempre que revejo.
E gostaria de comentar que: Ginger Fitzgerald > Jennifer Check.
Subway
3.5 58 Assista Agora- Porque não me ama?
- Porque não tenho coragem.
- É preguiçosa?
- Terrivelmente.
Dublê de Corpo
3.7 282 Assista AgoraAssisti pela segunda vez e tenho que admitir o meu amor sem explicação por esse filme. Sei que peca em muitos aspectos, e que passa longe de ser uma obra prima, mas pô, acho bomzão.
O Jake me deixa muito pistola. Só não sinto mais pena do que raiva dele. O cara simplesmente não acerta uma. É um recente desempregado e fodido na carreira, traído pela esposa perfeita, ruim de cama, não tinha moradia e estava sem perspectiva de futuro. Ao ser "ajudado" por um novo amigo que lhe oferece uma mansão para morar temporariamente acaba ficando obcecado por uma vizinha. Essa obsessão rapidamente escala quando ele vê que ela está em perigo. Mas como ele não consegue fazer nada certo, presta sua ajuda e acaba levando à morte a pobre da Gloria (Deborah Shelton era belíssima mesmo, como que pode, né?).
A reviravolta me surpreendeu na primeira vez que assisti, porque não tinha lido nada sobre o filme. Mas aí o título fez todo sentido kkkkkk. E é importantíssimo pontuar que a Melanie Griffith está fantástica. Amo a participação dela. A estética da personagem tá muito perfeita.
Quanto ao final... Melhor abstrair e fingir demência. Tirando a última cena que é até engraçadinha, vai.
Império Proibido
2.6 59 Assista AgoraO filme possui algumas cenas bem bonitas, visualmente falando (que foram o que me fizeram querer assistir ao filme, na real). Mas é só o que oferece.
O roteiro, nem vou perder meu tempo em pontuar, porque num geral é bem chato. E achei o filme desnecessariamente longo também.
Com o orçamento e tema que tinham em mãos, poderiam ter feito algo muito, mas muito melhor. Foi um desperdício de potencial e grana. O "Viy", de 67 segue reinando.
Encaixotando Helena
3.1 316Não é uma obra prima, mas mais de trinta anos depois, o filme ainda consegue chocar por toda perversão, obsessão e sadismo de um homem que minha nossa, precisava urgentemente ter sanado suas questões mal resolvidas do seu complexo Edípico. Freud adoraria conhecer esse cara rs
E que cara patético. Em alguns momentos dava dó, mas na maioria só raiva mesmo. Se perdeu em loucura por não poder possuir Helena (Sherilyn sendo uma deusa como sempre), uma mulher livre, que não pertencia a ninguém e fazia o que queria (a cena da fonte é tudo pra mim). E que mesmo depois de se ver prisioneira, a princípio manteve seu temperamento, tratando seu raptor com hostilidade e humilhando-o sempre que possível. Porém, com o passar do tempo, seu emocional tornou-se fragilizado.
E putz, o filme me ganhou tendo Tears for Fears na trilha sonora.
Quanto ao final...
Ai gente, ruinzão demais. Saber que tudo o que vimos até então era só um "pesadelo" dele me deixou frustrada, porque gosto de filmes com finais mais chocantes. Mas... Bom pra ela né.
A Tragédia de Belladonna
4.1 107É bem do tipo "ame ou odeie". Mas inegável que é preciso de um mínimo de conhecimento simbólico e contextualização histórica pra não fazer interpretações equivocadas. E antes de tudo, entender que como um dos símbolos principais da história está Satã, que representa a liberdade.
Jeanne era uma mulher bem sucedida, não submissa, em plena sociedade feudal, que só poderia estar possuída. Ser uma bruxa. E obviamente, também por ser uma bela mulher, ser vista como alguém que deveria prover sexo e servir aos homens. E ela era forte, a cada adversidade conseguia reerguer-se e ser cada vez mais livre (alô Satã).
As cenas de estupro chocam realmente. Principalmente pra quem já passou por isso e podem incomodar porque é muito gráfico. A nudez é muito usada para representar a repressão sexual infligida pela igreja à população do feudo, que enxergam a sexualidade e o desejo como algo obscuro, e que só deve ser feito com a finalidade de reprodução, mas que ao buscar a protagonista acabam se libertando de tal estigma.
O final do filme foi perfeito. Sem muitos comentários sobre. Apenas que não poderia ser diferente. Fora que a animação é belíssima.
Buffy: A Caça Vampiros (7ª Temporada)
4.3 113 Assista AgoraNão achei que gostaria tanto dessa série, mas logo já estava assistindo todos os dias.
A cada temporada ela foi evoluindo e a trama se tornando mais envolvente. Agora que acabei de assistir me sinto em abstinência.
Das séries dessa temática ocultista da época, pra mim é de longe uma das melhores.
Como último comentário, talvez (só talvez) o Spike tenha sido um dos principais motivos de eu querer começar a ver a série.
A propósito, ele > um abismo > o sem sal do Angel.
Adoráveis Mulheres
4.0 991 Assista Agora"Há naturezas nobres demais para serem contidas, e altivas demais para se curvarem".
Estou Pensando em Acabar com Tudo
3.1 1,1K Assista Agora"Tudo tem que morrer. Essa é a verdade. Gostamos de pensar que sempre há esperança. Que você pode viver acima da morte. [...] Não dá para ter certeza, mas suspeito de que os humanos sejam os únicos animais que sabem a inevitabilidade de suas mortes. Outros animais vivem no presente. Os humanos não podem, então inventaram a esperança."
To Live!
4.0 2 Assista Agora"The sheep invented god to shame the wolves stop biting so much"
Cidade Invisível (2ª Temporada)
3.4 190 Assista AgoraSenti que rolou uma energia meio Mutantes da Record nessa temporada, hein kkkkkkk
Love Immortal
2.2 2 Assista AgoraTá, fiquei surpresa com a qualidade.
Fui assistir com as expectativas bem baixas, querendo ver mais um filme b lixoso de vampiros, mas mano, ele é bom. Só o achei um pouco arrastado demais. É conhecido também pelo título "Blood Immortal", e tem completo no yt com legendas em inglês, a quem interessar.
Suk Suk - Um Amor em Segredo
3.9 54 Assista AgoraOs diálogos são incríveis, mas os silêncios pesam toneladas e são muito bem construídos. ..
Ao longo do filme me senti tão presa quanto os personagens. Eu, à trama e eles à um amor reprimido, ao desejo de estar juntos, mas não poderem. Há o desejo, mas como disse um de seus amigos: "Quem sabe em outra vida..."
"Uma brisa leva as nuvens
Uma chuva leve cai sobre a terra
As gotas caem sobre mim e você
Cobrindo o mundo feito poesia"
Blood Orgy of the She Devils
3.1 2Não há a remota possibilidade de um filme com esse título ser ruim
Pânico ao Anoitecer
2.9 78A cena em que ele mata a guria com um trambone é icônica demais ahiudsdiuhsdsiudh