- Aquela cena deles tocando bateria (?) kkk - Quando o eixo do mal chega de helicóptero devia ter uma corda atravessando o desfiladeiro né? Se estava lá a chefona ignorou. - O reencontro dos dois foi uma baita perda de oportunidade né? Foi bem ruim, sendo que a melhor parte do filme é o romance. Podiam ter colocado um tempero nessa parte de como ele achou ela.
Tem vezes que eu só quero ver um bom filme de ação, sabe? Filmes de ação tem muito mais do que só porradaria e explosões. Eles tem porradaria e explosões pensadas, planejadas e executadas. Se você voltar o olhar para o planejamento e execução de cada cena, vai admirar a produção, mesmo não gostando do gênero. Se um dia você já ficou tirando foto de alguma coisa e nunca encontrou o ângulo certo, tente entender o quão irado é fazer uma cena de ação como as que tem nesse filme aqui. Uma cena com um minutinho de porradaria requer muita arte. Coreografia, direção, cenário, edição. Filme de ação é arte.
Eles nunca estão entre os melhores filmes do ano, mas sempre estão entre as melhores experiências cinematográficas que eu tenho.
David Leitch é um ex-dublê de Hollywood. Dois anos atrás ele lançou um dos mais divertidos filmes de ação que eu já vi: Trem-Bala. Nesse filme ele dirigiu Brad Pitt, o ator de quem ele era dublê alguns anos antes (!) Em The Fall Guy, além de colocar um dublê como protagonista, ele faz uma operadora de câmera se tornar diretora. O cara está brincando com a própria história aqui.
Não é só com referências a própria história que ele brinca em The Fall Guy. Ele critica os block busters vazios (os sexy bacons da Gail), satiriza os atores malas e seus produtores, além de um discurso franco sobre tudo realmente doer, apesar dos "joinhas".
Eu li muita gente reclamando da química do Gosling com a Blunt, mas na moral, o Gosling nunca teve química com ninguém. Eu apenas me acostumei com isso e adoro o cara mesmo assim. E a Emily Blunt é uma baita isca pra mim, vou poupa-los da minha veneração. Então, pra mim, tudo certo com o casal.
A parte idiota do filme é a gangue sessão da tarde. Mas tirando isso, é um filmaço. Uma ode aos dublês.
Chad Stahelski e David Leitch são os nomes pra se dar atenção no gênero de ação nessa década. Muito, muito promissores.
A Kate procurando tornados parece eu olhando o mar tentando descobrir onde vai formar uma onda boa pra pegar jacaré kk
O filme traz muitas semelhanças com o de 96, e apesar de atualizado, não amadureceu. Acho que o Alisson de 10 anos teria adorado esse filme, tanto quanto gostou de Twister.
Diverte, veja aí.
(e continuo aguardando a Daisy fazer algo realmente bom depois de Normal People...)
Eles não tem coragem de matar alguém que realmente faça falta. E também vejo claramente a preparação do personagem para a morte (vocês percebem? eles tornam o personagem bocó a ponto de se tornar dispensável. Tipo o padre que mostrou um lado do seu ego que me fez perder a simpatia por ele, tornando-o dispensável). Por esse motivo achei que a Fatima morreria nessa temporada. Não duvido que vá morrer na próxima.
Quando começamos essa série eu falei pra minha mulher que esse tipo de série, que sarcasticamente botamos na categoria de 'mistério municipal', nunca termina de forma satisfatória. Sempre um bom mistério envolvendo uma comunidade, entregando uma boa primeira temporada, mas com muita dificuldade de continuar e finalizar a ideia.
LOST foi minha escola. Vocês não me enganam mais 😅
Apressaaaaado. Sem desenvolvimento de personagem e terceiro ato parecia um se vira nos trinta. Plot fraco (o cientista do mal ataca novamente). Galera de capuz vermelho tá lá pra nada.
Sidney tá bem, mas o filme é uma M como a maioria dos filmes do gênero.
O texto é muito bom. A estética, como muitos disseram, é boa. Tem bastante arte nesse filme, o que me faz gostar muito. Minha experiência foi boa. Adoro o Martin Freeman. Jenna Ortega está em alta (merecidamente).
Quanto a história, podia tomar mais profundidade após a derrocada. Achei a última meia hora desleixada. Mais uns 15 minutos de filme e teríamos tempo suficiente para o drama ser tão denso quanto a sexualidade foi na primeira metade.
Eu adorei essa série. Não conhecia nenhum dos jurados até então. Achei os três bem tranquilos e construtivos em suas críticas.
A seleção dos participantes parece estar causando algum espanto, principalmente por eles não terem o nível 5 estrelas tanto pedido no show. Mas eu acho que é isso mesmo, gente: tentar achar um tesouro escondido.
O vencedor é um private chef, nem restaurante ele tem!
A Lara tinha 24 anos durante as filmagens. Independente de você gostar do estilo dela ou não, olha o nível dos pratos que ela entregou. Todos tinham seus defeitos, afinal estão trilhando seus caminhos de aprendizado. Particularmente eu achei sensacional colocá-los em situações mais que desafiadoras, considerando suas experiências prévias.
E a parte mais legal dessa série é ter um restaurante de verdade como ambiente. Situações reais sendo emuladas, e não apenas uma competição aleatória.
Eu entendo que é muito satisfatório ver um profissional desempenhando seu trabalho com excelência, e o nome do show faz nossas expectativas ficarem lá em cima, mas também é gostoso de ver essas diferentes personalidades, estilos e histórias se encontrando numa competição e tentando superar suas dificuldades.
Essa série é magnífica, tanto quanto a postura do Ronald. Haja paciência pra aguentar o Marsden. Situações muito cômicas deixando a produção numa corda bamba entre o sucesso e a revelação do segredo. Achei que com o passar do tempo ele só se acostumou com a ideia de estar cercado de gente bizarra mesmo.
No fim, deu um pouco de pena ver ele descobrindo que foi logrado. Foram quase três semanas achando que estava no controle da situação, mas na verdade era o contrário.
Muito fraco. No último episódio senti que estava assistindo uma apresentação de TCC inconclusiva que forçava uma conclusão.
Faltaram dados básicos pra compreensão do estudo, por exemplo a composição das dietas. Faltou também explicação mais detalhada do por quê aquelas gêmeas perderam massa magra ao invés de gordura. O teste de libido apenas em dois momentos é zero conclusivo, sendo que faze-lo da primeira vez deve ser muuuito desconfortável. Pouquíssimo se aproveita.
Um ponto positivo foi apresentar a busca de uma alternativa para o criador de galinhas. Não percam seu tempo.
Trama complexa envolvendo política, relações internacionais e jornalismo. Infelizmente complexa demais. Pretencioso com toda a sua poesia, porém mal executado. Eu fiquei com muita vontade de ler o livro pra entender qual a verdadeira história que queriam contar, mas aparentemente esse livro nem tem versão para kindle em português.
A escritora, Joan Didion, apesar de desconhecida para mim, tem muito prestígio nos EUA. Colaborou no roteiro de Nasce uma Estrela (1976), escritora de romances e não ficções, e jornalista.
Tendo esse contexto, sinto um pesar pela Anne Hathaway. Uma boa atriz com uma filmografia que não a engrandece. Suas escolhas de trabalho (ou de seus empresários) foram 90% das vezes fracas. Esse filme, um roteiro promissor baseado num livro de uma grande escritora, tinha tudo para elevar a média do seu trabalho, mas o tiro definitivamente saiu pela culatra.
Essa foi uma das histórias mais intensas no quesito insanidade que eu já vi.
Já assisti muitos documentários sobre seitas, e sempre o número de seguidores arrependidos, repensando suas atitudes, é grande. Mas dessa vez os adeptos mais próximos são ouvidos, e em pouquíssimo tempo após o desmantelamento do grupo. Esse é o grande trunfo desse documentário. A certeza com que eles expõe sua visão de mundo é inebriante. A distância entre a minha realidade e a dos entrevistados é tão grande que só pude acompanhar de olhos arregalados e soltando algumas risadas de incredulidade.
Não tem nenhuma genialidade, mas entretém. É uma daquelas boas séries pra aumentar o catálogo na Netflix.
O ritmo é o esperado do cinema nórdico. Aliás, achei acertado o formato de minissérie, já que a frieza e lentidão costumeira dessa escola torna difícil de acompanhar séries com 10 episódios ou mais.
A nota só não é maior porque tem algumas bobeiras como a Ulrika não confiar ao advogado a verdade sobre a Amina. Os pais não contestarem o isolamento completo da Stella enquanto aguarda julgamento. Senti que algumas escolhas foram feitas para aumentar o drama, porém sem muita coerência.
Greta provou seu potencial e se tornou uma diretora cujos filmes se aguardam. Unir as presenças de tela dessas quatro mulheres com o texto fluído, caótico e dinâmico, nos trouxe um resultado exuberante e teatral.
Direção de arte, figurino e fotografia bem executados completam o que a direção e o casting fizeram por esse filme.
Muitos disseram achar monótono. Mas, para mim, tem cenas que dão vontade de ver em câmera lenta.
A Naomi Foner é uma roteirista não muito brilhante. Suas histórias abraçam a masculinidade tóxica, destacam instabilidades emocionais femininas enquanto os homens permanecem lógicos, frios e sábios.
Eu não tenho gostado muito de avaliar insensivelmente o trabalho alheio, mas tem muitos delírios nesse roteiro. Como se a adolescente que vive na cabeça da Naomi tivesse passado para o papel suas fantasias românticas sem muita noção de como aplicar essas passagens com coerência na história.
Esse foi o único de seus roteiros que ela mesmo dirigiu, e não mostrou diferenciação, olhar ou qualquer coisa que tornasse a história especial.
A fotografia tem bons momentos e o roteiro, quando penso nele completamente separado do filme, é interessante, poético e dramático. Porém a execução não me envolveu. A continuidade é afetada as vezes por saltos temporais, as vezes por decisões tomadas pelos personagens de forma abrupta, sem desenvolvimento (provavelmente necessidade de cortes durante a edição). Jessica Lange é a melhor entre todos aí.
A média me parece alta demais para o que entregou. Não explorou os talentos da Anya e Mia. Um grande desperdício. Quem me surpreendeu foi o ator mirim Matthew Stagg, muito convincente em seu papel.
A distribuição dos pesos dos papéis é mal feita, não tem bons diálogos nem estilo na direção.
O plot twist do filme é bom, mas ilude o público. Faz o filme parecer melhor do que é.
Cara, eu amo futebol! Não tem como eu não amar essa série. Outra coisa que eu amo é contexto, porque é contexto que faz a gente ficar fascinado, se aprofundar e criar conexão. Esse documentário soube me guiar pelos bastidores dessa pequena cidade e saio dessa primeira temporada pronto pra comprar uma camisa do Super Mullin!
Dou destaque ao episódio 17 (Wromance), que trouxe uma especialista mulher para falar logicamente sobre a amizade masculina. Fechou com chave de ouro o que, para mim, é um dos temas coadjuvantes da série: a vulnerabilidade masculina. Durante a série toda acompanhamos a ignorância do Ryan e o ego ferido do Rob serem piada pra eles mesmos. Além de adentrarmos nas frustrações e expectativas de alguns jogadores. Caiu muito bem como penúltimo ep!
Foi muito além do que eu esperava! Metade dos filmes que terror já feitos devem combinar esses ingredientes: uma casa enorme e assombrada com uma protagonista jovem e sensual. Por isso eu imaginava que não passaria de mais um clichê. Mas logo de início se percebe a ousadia da direção mantendo um plano sequência admirável. Essa foi uma surpresa surreal! Eu dei play esperando uns sustinhos e de repente eu estava vendo um plano sequência claustrofóbico numa casa mal assombrada. É irado! Me faz pensar como a nota desse filme está tão abaixo do que merece.
Elizabeth Olsen, com seus 22 aninhos, mostra que é uma excelente atriz. Já vi praticamente tudo que ela fez até o momento (é uma carreira bem curta até então) e ela nunca foi uma extraterrestre de boa, mas sempre esteve acima da média.
Voltando ao enredo, tive outra surpresa! O final é bom pois não é óbvio. Tem um filme muito elogiado no ano passado chamado Barbarian. Um filme vergonhoso cujo desfecho não chega aos pés do que Silent House nos oferece. Cito este porque, em certo momento, eu estava certo de que a assombração era do mesmo tipo. Seria terrível. Enfim, não dá pra entender a crítica! A valorização do roteiro bizarro e o desprezo pela direção ousada.
"Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder" Dilma Rousseff especulando como seria o final de Succession.
Brincadeiras a parte, acho que é a melhor série de que já vi. Um roteiro cheio de referências complexas (ainda bem que existe fandom, wikis e uma comunidade grande pra ajudar a entender certas coisas ❤️). Uma linguagem complicada misturada com cinismo e sarcasmo. Uma trama que ao mesmo tempo que é situada no planeta terra, está em um mundo diferente e estranho a maioria de nós, porém se conecta a todos através do drama familiar, das provações sociais, etc
Eu termino cada episódio me perguntando onde diabos essas séries acham esses atores que eu nunca vi e que encaixam tão perfeitamente nos personagens.
Terminou muito bem. Agora aguardarei um especial de natal dos Roy. Acho que não é pedir demais 😅 Se eu fosse um fã com alguns 'bils' pra gastar, eu encomendaria esse especial, mas de bil aqui em casa só as bill pra pagar no fim mês...
A Lista Terminal (1ª Temporada)
3.9 115 Assista AgoraNo primeiro episódio eu só conseguia pensar: BURT MACKLIN!
Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo
2.3 132 Assista AgoraBela atuação do Pablo Marçal como vilão.
Entre Montanhas
3.2 313Quantos gêneros num filme só. Normalmente não dá certo.
Gostei do início. O romance não tava convencendo, mas tava divertindo.
Queria citar três coisas sobre esse filme:
- Aquela cena deles tocando bateria (?) kkk
- Quando o eixo do mal chega de helicóptero devia ter uma corda atravessando o desfiladeiro né? Se estava lá a chefona ignorou.
- O reencontro dos dois foi uma baita perda de oportunidade né? Foi bem ruim, sendo que a melhor parte do filme é o romance. Podiam ter colocado um tempero nessa parte de como ele achou ela.
Enfim, entretém.
Martha
3.7 11 Assista AgoraNem tentem procurar pela receita do peru com massa folhada. Não tá na internet.
O Dublê
3.3 360 Assista AgoraAhhhh cara, eu amei esse filme!
Tem vezes que eu só quero ver um bom filme de ação, sabe?
Filmes de ação tem muito mais do que só porradaria e explosões. Eles tem porradaria e explosões pensadas, planejadas e executadas. Se você voltar o olhar para o planejamento e execução de cada cena, vai admirar a produção, mesmo não gostando do gênero.
Se um dia você já ficou tirando foto de alguma coisa e nunca encontrou o ângulo certo, tente entender o quão irado é fazer uma cena de ação como as que tem nesse filme aqui. Uma cena com um minutinho de porradaria requer muita arte. Coreografia, direção, cenário, edição. Filme de ação é arte.
Eles nunca estão entre os melhores filmes do ano, mas sempre estão entre as melhores experiências cinematográficas que eu tenho.
David Leitch é um ex-dublê de Hollywood. Dois anos atrás ele lançou um dos mais divertidos filmes de ação que eu já vi: Trem-Bala. Nesse filme ele dirigiu Brad Pitt, o ator de quem ele era dublê alguns anos antes (!)
Em The Fall Guy, além de colocar um dublê como protagonista, ele faz uma operadora de câmera se tornar diretora. O cara está brincando com a própria história aqui.
Não é só com referências a própria história que ele brinca em The Fall Guy. Ele critica os block busters vazios (os sexy bacons da Gail), satiriza os atores malas e seus produtores, além de um discurso franco sobre tudo realmente doer, apesar dos "joinhas".
Eu li muita gente reclamando da química do Gosling com a Blunt, mas na moral, o Gosling nunca teve química com ninguém. Eu apenas me acostumei com isso e adoro o cara mesmo assim. E a Emily Blunt é uma baita isca pra mim, vou poupa-los da minha veneração. Então, pra mim, tudo certo com o casal.
A parte idiota do filme é a gangue sessão da tarde. Mas tirando isso, é um filmaço.
Uma ode aos dublês.
Chad Stahelski e David Leitch são os nomes pra se dar atenção no gênero de ação nessa década. Muito, muito promissores.
Twisters
3.1 450 Assista AgoraUm temporal de clichês.
A Kate procurando tornados parece eu olhando o mar tentando descobrir onde vai formar uma onda boa pra pegar jacaré kk
O filme traz muitas semelhanças com o de 96, e apesar de atualizado, não amadureceu. Acho que o Alisson de 10 anos teria adorado esse filme, tanto quanto gostou de Twister.
Diverte, veja aí.
(e continuo aguardando a Daisy fazer algo realmente bom depois de Normal People...)
Origem (2ª Temporada)
3.7 213Ainda é entretenimento, mas caiu demais a qualidade.
Muitos arcos abertos, pouca coerência e nada de coragem.
Eles não tem coragem de matar alguém que realmente faça falta.
E também vejo claramente a preparação do personagem para a morte (vocês percebem? eles tornam o personagem bocó a ponto de se tornar dispensável. Tipo o padre que mostrou um lado do seu ego que me fez perder a simpatia por ele, tornando-o dispensável). Por esse motivo achei que a Fatima morreria nessa temporada. Não duvido que vá morrer na próxima.
Quando começamos essa série eu falei pra minha mulher que esse tipo de série, que sarcasticamente botamos na categoria de 'mistério municipal', nunca termina de forma satisfatória. Sempre um bom mistério envolvendo uma comunidade, entregando uma boa primeira temporada, mas com muita dificuldade de continuar e finalizar a ideia.
LOST foi minha escola. Vocês não me enganam mais 😅
Maligno
3.2 1,2K Assista AgoraNão tava dando nada por aquele começo, mas o filme cresce demais.
Que plot maravilhoso 👏👏👏
Imaculada
3.0 535 Assista AgoraRuim.
Apressaaaaado. Sem desenvolvimento de personagem e terceiro ato parecia um se vira nos trinta.
Plot fraco (o cientista do mal ataca novamente).
Galera de capuz vermelho tá lá pra nada.
Sidney tá bem, mas o filme é uma M como a maioria dos filmes do gênero.
A Garota de Miller
2.3 153 Assista AgoraO texto é muito bom. A estética, como muitos disseram, é boa.
Tem bastante arte nesse filme, o que me faz gostar muito.
Minha experiência foi boa. Adoro o Martin Freeman. Jenna Ortega está em alta (merecidamente).
Quanto a história, podia tomar mais profundidade após a derrocada. Achei a última meia hora desleixada. Mais uns 15 minutos de filme e teríamos tempo suficiente para o drama ser tão denso quanto a sexualidade foi na primeira metade.
Mas um bom filme.
Chef 5 Estrelas
3.1 8 Assista AgoraEu adorei essa série.
Não conhecia nenhum dos jurados até então. Achei os três bem tranquilos e construtivos em suas críticas.
A seleção dos participantes parece estar causando algum espanto, principalmente por eles não terem o nível 5 estrelas tanto pedido no show. Mas eu acho que é isso mesmo, gente: tentar achar um tesouro escondido.
E meu amigo, eles cozinham muito!
O vencedor é um private chef, nem restaurante ele tem!
A Lara tinha 24 anos durante as filmagens. Independente de você gostar do estilo dela ou não, olha o nível dos pratos que ela entregou.
Todos tinham seus defeitos, afinal estão trilhando seus caminhos de aprendizado. Particularmente eu achei sensacional colocá-los em situações mais que desafiadoras, considerando suas experiências prévias.
E a parte mais legal dessa série é ter um restaurante de verdade como ambiente. Situações reais sendo emuladas, e não apenas uma competição aleatória.
Eu entendo que é muito satisfatório ver um profissional desempenhando seu trabalho com excelência, e o nome do show faz nossas expectativas ficarem lá em cima, mas também é gostoso de ver essas diferentes personalidades, estilos e histórias se encontrando numa competição e tentando superar suas dificuldades.
Eu recomendo!
Na Mira do Júri (1ª Temporada)
4.2 126 Assista AgoraO Show de Truman na vida real!
Essa série é magnífica, tanto quanto a postura do Ronald. Haja paciência pra aguentar o Marsden. Situações muito cômicas deixando a produção numa corda bamba entre o sucesso e a revelação do segredo. Achei que com o passar do tempo ele só se acostumou com a ideia de estar cercado de gente bizarra mesmo.
No fim, deu um pouco de pena ver ele descobrindo que foi logrado. Foram quase três semanas achando que estava no controle da situação, mas na verdade era o contrário.
Super recomendo.
Você é o que Você Come: As Dietas dos Gêmeos
3.3 30 Assista AgoraMuito fraco. No último episódio senti que estava assistindo uma apresentação de TCC inconclusiva que forçava uma conclusão.
Faltaram dados básicos pra compreensão do estudo, por exemplo a composição das dietas. Faltou também explicação mais detalhada do por quê aquelas gêmeas perderam massa magra ao invés de gordura. O teste de libido apenas em dois momentos é zero conclusivo, sendo que faze-lo da primeira vez deve ser muuuito desconfortável.
Pouquíssimo se aproveita.
Um ponto positivo foi apresentar a busca de uma alternativa para o criador de galinhas.
Não percam seu tempo.
A Última Coisa que Ele Queria
2.1 166 Assista AgoraTrama complexa envolvendo política, relações internacionais e jornalismo. Infelizmente complexa demais. Pretencioso com toda a sua poesia, porém mal executado.
Eu fiquei com muita vontade de ler o livro pra entender qual a verdadeira história que queriam contar, mas aparentemente esse livro nem tem versão para kindle em português.
A escritora, Joan Didion, apesar de desconhecida para mim, tem muito prestígio nos EUA. Colaborou no roteiro de Nasce uma Estrela (1976), escritora de romances e não ficções, e jornalista.
Tendo esse contexto, sinto um pesar pela Anne Hathaway. Uma boa atriz com uma filmografia que não a engrandece. Suas escolhas de trabalho (ou de seus empresários) foram 90% das vezes fracas.
Esse filme, um roteiro promissor baseado num livro de uma grande escritora, tinha tudo para elevar a média do seu trabalho, mas o tiro definitivamente saiu pela culatra.
Love Has Won: O Culto da Mãe Deusa
3.9 34 Assista AgoraEssa foi uma das histórias mais intensas no quesito insanidade que eu já vi.
Já assisti muitos documentários sobre seitas, e sempre o número de seguidores arrependidos, repensando suas atitudes, é grande. Mas dessa vez os adeptos mais próximos são ouvidos, e em pouquíssimo tempo após o desmantelamento do grupo. Esse é o grande trunfo desse documentário.
A certeza com que eles expõe sua visão de mundo é inebriante. A distância entre a minha realidade e a dos entrevistados é tão grande que só pude acompanhar de olhos arregalados e soltando algumas risadas de incredulidade.
Totalmente recomendado.
Uma Família Quase Perfeita
3.3 49 Assista AgoraNão tem nenhuma genialidade, mas entretém. É uma daquelas boas séries pra aumentar o catálogo na Netflix.
O ritmo é o esperado do cinema nórdico. Aliás, achei acertado o formato de minissérie, já que a frieza e lentidão costumeira dessa escola torna difícil de acompanhar séries com 10 episódios ou mais.
A nota só não é maior porque tem algumas bobeiras como a Ulrika não confiar ao advogado a verdade sobre a Amina. Os pais não contestarem o isolamento completo da Stella enquanto aguarda julgamento.
Senti que algumas escolhas foram feitas para aumentar o drama, porém sem muita coerência.
6/10
Adoráveis Mulheres
4.0 989 Assista AgoraFilme maravilhoso.
Greta provou seu potencial e se tornou uma diretora cujos filmes se aguardam.
Unir as presenças de tela dessas quatro mulheres com o texto fluído, caótico e dinâmico, nos trouxe um resultado exuberante e teatral.
Direção de arte, figurino e fotografia bem executados completam o que a direção e o casting fizeram por esse filme.
Muitos disseram achar monótono. Mas, para mim, tem cenas que dão vontade de ver em câmera lenta.
Garotas Inocentes
3.1 235 Assista AgoraAhh, é um filme ok.
A Naomi Foner é uma roteirista não muito brilhante. Suas histórias abraçam a masculinidade tóxica, destacam instabilidades emocionais femininas enquanto os homens permanecem lógicos, frios e sábios.
Eu não tenho gostado muito de avaliar insensivelmente o trabalho alheio, mas tem muitos delírios nesse roteiro. Como se a adolescente que vive na cabeça da Naomi tivesse passado para o papel suas fantasias românticas sem muita noção de como aplicar essas passagens com coerência na história.
Esse foi o único de seus roteiros que ela mesmo dirigiu, e não mostrou diferenciação, olhar ou qualquer coisa que tornasse a história especial.
Apenas um drama adolescente assistível.
Em Segredo
3.2 104 Assista AgoraA fotografia tem bons momentos e o roteiro, quando penso nele completamente separado do filme, é interessante, poético e dramático.
Porém a execução não me envolveu. A continuidade é afetada as vezes por saltos temporais, as vezes por decisões tomadas pelos personagens de forma abrupta, sem desenvolvimento (provavelmente necessidade de cortes durante a edição).
Jessica Lange é a melhor entre todos aí.
O Segredo de Marrowbone
3.7 497 Assista AgoraA média me parece alta demais para o que entregou.
Não explorou os talentos da Anya e Mia. Um grande desperdício.
Quem me surpreendeu foi o ator mirim Matthew Stagg, muito convincente em seu papel.
A distribuição dos pesos dos papéis é mal feita, não tem bons diálogos nem estilo na direção.
O plot twist do filme é bom, mas ilude o público. Faz o filme parecer melhor do que é.
Bem-vindos ao Wrexham (1ª Temporada)
4.2 23 Assista AgoraCara, eu amo futebol!
Não tem como eu não amar essa série. Outra coisa que eu amo é contexto, porque é contexto que faz a gente ficar fascinado, se aprofundar e criar conexão. Esse documentário soube me guiar pelos bastidores dessa pequena cidade e saio dessa primeira temporada pronto pra comprar uma camisa do Super Mullin!
Dou destaque ao episódio 17 (Wromance), que trouxe uma especialista mulher para falar logicamente sobre a amizade masculina. Fechou com chave de ouro o que, para mim, é um dos temas coadjuvantes da série: a vulnerabilidade masculina. Durante a série toda acompanhamos a ignorância do Ryan e o ego ferido do Rob serem piada pra eles mesmos. Além de adentrarmos nas frustrações e expectativas de alguns jogadores.
Caiu muito bem como penúltimo ep!
Calmaria
2.5 239 Assista AgoraIsso é mais Black Mirror que a sexta temporada de Black Mirror.
A Casa Silenciosa
2.5 717 Assista AgoraFoi muito além do que eu esperava!
Metade dos filmes que terror já feitos devem combinar esses ingredientes: uma casa enorme e assombrada com uma protagonista jovem e sensual. Por isso eu imaginava que não passaria de mais um clichê.
Mas logo de início se percebe a ousadia da direção mantendo um plano sequência admirável. Essa foi uma surpresa surreal! Eu dei play esperando uns sustinhos e de repente eu estava vendo um plano sequência claustrofóbico numa casa mal assombrada. É irado! Me faz pensar como a nota desse filme está tão abaixo do que merece.
Elizabeth Olsen, com seus 22 aninhos, mostra que é uma excelente atriz. Já vi praticamente tudo que ela fez até o momento (é uma carreira bem curta até então) e ela nunca foi uma extraterrestre de boa, mas sempre esteve acima da média.
Voltando ao enredo, tive outra surpresa! O final é bom pois não é óbvio. Tem um filme muito elogiado no ano passado chamado Barbarian. Um filme vergonhoso cujo desfecho não chega aos pés do que Silent House nos oferece. Cito este porque, em certo momento, eu estava certo de que a assombração era do mesmo tipo. Seria terrível.
Enfim, não dá pra entender a crítica! A valorização do roteiro bizarro e o desprezo pela direção ousada.
Succession (4ª Temporada)
4.5 251 Assista Agora"Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder" Dilma Rousseff especulando como seria o final de Succession.
Brincadeiras a parte, acho que é a melhor série de que já vi.
Um roteiro cheio de referências complexas (ainda bem que existe fandom, wikis e uma comunidade grande pra ajudar a entender certas coisas ❤️). Uma linguagem complicada misturada com cinismo e sarcasmo. Uma trama que ao mesmo tempo que é situada no planeta terra, está em um mundo diferente e estranho a maioria de nós, porém se conecta a todos através do drama familiar, das provações sociais, etc
Eu termino cada episódio me perguntando onde diabos essas séries acham esses atores que eu nunca vi e que encaixam tão perfeitamente nos personagens.
Terminou muito bem. Agora aguardarei um especial de natal dos Roy. Acho que não é pedir demais 😅
Se eu fosse um fã com alguns 'bils' pra gastar, eu encomendaria esse especial, mas de bil aqui em casa só as bill pra pagar no fim mês...