Antes das cinebiografias se tornarem formulaicas, já tivemos filmes maneiros no gênero como esse que retrata Tina Turner. Angela Basset está em estado de graça como a artista e Laurence Fishburne também entrega ótima performance. O filme consegue retratar bem um pouco do que foi Tina Turner, sem ser chapa branca, mostrando momentos difíceis da vida cantora e, embora Ike seja desprezível, não coloca tudo na conta do ex da cantora.
Um filme melancólico, aborda temas importantes com seriedade. A dor e a solidão da protagonista é palpável, impossível não torcer por ela, mesmo sabendo que i cenário não é promissor. Porém, o ritmo é lento ate demais e prejudica o envolvimento com a trama, em certos momentos o marasmo toma conta.
Comédia divertida e despretensiosa, um veículo para Jennifer Lawrence mostrar seu talento como comediante. Algumas piadas funcionam, a química entre os protagonistas é boa, mas é bom não esperar mais que um entretenimento descompromissado.
Surpreendente drama japonês, sem maniqueísmos, que conta uma história por meio de três versões. O longa é tocante e trata de temas delicados com muita sensibilidade, com um desfecho que traz uma luz e uma mensagem positiva para coroar uma jornada dolorosa.
O anti-herói vivido por Jean-Paul Belmondo é carismático, mas precisa ser visto como fruto do seu tempo. O filme como um todo, aliás. <br/>O romance entre os protagonistas é divertido e é curioso ver os filmes do início da nouvelle vague. Não envelheceu como vinho, mas é divertido e provocador.
Não tinha muito conhecimento prévio acerca de backrooms mas fui surpreendido. O longa é assustador, cria um universo tenebroso e tem diálogos inspirados (fiquei surpreso quando soube da idade do roteirista/diretor). Renate Reinsve e Chiwetel Ejiofor estão sensacionais em seus papéis. O filme não funcionará para quem quer respostas fáceis, mas merece o sucesso que vem fazendo.
O gênero terror está em um ótimo momento e Obsessão é mais um ótimo exemplar a surgir nessa leva. Divertido, tenso e espirituoso, o filme não se leva a sério mas é coeso no universo que cria. Destaque para a surpreendente atuação de Inde Navarrette, que, inspirada, se sai bem em todas as facetas da personagem.
Assisti com grande expectativa, pois Juliette Binoche dirigida por Abbas Kiarostami, mas finalizei com certa decepção. A atriz francesa e a direção do iraniano são os grandes destaques do longa, que possui sequências tecnicamente irrepreensíveis e um final impressionante, mas que não cativa. As discussões artísticas se tornam repetitivas e quase beiram o marasmo em alguns momentos. O mais interessante é ficar em aberto o grau de intimidade entre eles, mas a ausência de carisma do protagonista não deixa embarcamos no romance (?), restando apreciar a luminosidade de Binoche e a inspirada ambiguidade da história.
História intrigante, realização aborrecida. Mesmo com o elenco talentoso, destaque para Paul Mescal, sempre intenso, o filme não envolve. A premissa pós-apocalíptica tinha tudo pra ser boa, inclusive um bom plot, mas não ornou, o longa é cansativo.
Eastwood, que, infelizmente se aposentou, aparentemente, é um artista cheio de facetas. Sua filmografia inclui faroeste, dramas pesados, road movies e romance, como o filme aqui avaliado. É impressionante como o romance entre as personagens de Meryl Streep e Eastwood é palpável, impossível não torcer e ficar tocado pela relação. Um filme impecável.
Um Almodóvar menos inspirado, talvez, mas digno de nota. O problema é que a história fictícia acaba sendo mais interessante do que a trama do autor em busca de inspiração, que, aliás, lembra bastante Dor e Glória. No elenco, destaque para Bárbara Lennie e Patrick Criado, que, apesar de iniciantes no universo do diretor se mostram super á vontade. O relacionamento amoroso dos personagens de ambos é o grande destaque do filme.
O filme começa muito bem, mostrando um elenco talentoso e entrosado, além de um suspense envolvente. Os plots da trama são vibrantes, mas no terço final o roteiro e a direção se entregam aos excessos, saindo do tom mais psicológico que estava sendo delineado.
A parte mais fraca da aclamada trilogia das cores, mas nem por isso deixa de ser um longa eficiente. Existe um tom satírico no filme que funciona bastante. Dessa vez, o filme é centrado em uma figura masculina, Julie Delpy está maravilhosa mas aparece relativamente pouco. Zbgniev Zamachowski é um ator carismático e dá conta do recado, mas o filme não envolve quanto as outras partes. Contudo, faz um bom retrato de uma Polônia recém-saída do regime socialista.
Almodóvar é sempre um diretor que vale à pena. O Quarto ao Lado não está entre seus melhores trabalhos, mas longe de ser um longa sem qualidades. O diretor e roteirista faz um estudo bonito sobre a amizade e mais uma vez conta uma história de sororidade que cativa. Julianne Moore e Tilda Swinton, essa última em mais uma atuação arrebatadora, têm uma ótima liga em cena. O filme traz um panorama interessante da sociedade atual discutindo temas como mudanças climáticas. Não é tão inspirado quanto filmes anteriores do diretor, mas não decepciona.
Selton Mello, em participação hilária, é o grande destaque dessa comédia que às vezes até diverte, mas no geral é bem boba e com soluções simplórias. O quarteto protagonista é bom, mas o resultado final não é satisfatório.
Uma continuação digna, traz boas discussões e atualiza a história pro mundo de hoje. Como ponto baixo, algumas conveniências narrativas e humanizam Miranda até demais e em determinado momento chegam a forçar a barra. O plot amoroso da personagem de Anne Hathaway em nada acrescenta, também. Porém, as questões que levanta sobre o analógico e o digital no jornalismo, e no próprio mundo da moda, são oportunas. Ainda que não tenha o encanto do original, é caloroso ver o quarteto (Meryl, Anne, Stanley e Emily) de volta após 20 anos na continuação de um filme está na memória afetiva de muitas pessoas.
O diretor Nicolas Winding Refn faz um retrato incisivo e inquietante do tráfico de drogas no primeiro mundo, mais especificamente na Dinamarca. Não há concessões, o mocinho é tão vacilão quanto os seus antagonistas e os diálogos são crus e por vezes politicamente incorretos. Curioso ver Madds Mikkelsen e Thomas Bo Larsen, antes do estrelato, no elenco, ambos viriam a ser colaboradores frequentes do cultuado diretor Thomas Vinterberg.
Bonitinho, inofensivo e com um elenco talentoso, Feitiço da Lua é uma comédia romântica à moda antiga. Não envelheceu tão bem, mas o carisma de Cher é uma motivação e tanto para apreciar a experiência.
Fui surpreendido com um documentário de sensibilidade única. Todos os relatos são fascinantes, todas as histórias emocionam, chega uma hora que nem importa mais se é ficção ou realidade, tudo é muito orgânico, mostrando que a vida imita a arte e vice-versa. Incrível ver mulheres desconhecidas com atrizes renomadas, aliás que falta a Marília Pêra faz.
Eletrizante filme dos anos 90, datado, mas um entretenimento de respeito. Nem todos os arcos envelheceram bem, mas a ação é vibrante e ver John Malkovich como um prisioneiro perigosíssimo é um deleite.
Revi essa obra-prima considerada menor na filmografia do mestre Scorsese e da qual tinha lembranças incríveis de quando assisti na adolescência. Queria saber se era memória afetiva ou realmente é um filme subestimado. Fico com a segunda opção tranquilamente. Os elementos do cinema de Martin Scorsese estão todos aqui, como a violência com contexto, a ambiguidade dos personagens, as tensões étnicas, além de um contexto sociohistórico fascinante. A produção é um deleite visual, as tomadas são fascinantes e a produção é grandiosa em tamanho e em substância. Leonardo DiCaprio está competente como sempre, mas Daniel Day-Lewis domina a cena com uma das maiores interpretações do século XXI. No elenco, uma curiosa participação de Stephen Graham, antes de se consolidar como ator. No fim das contas, Gangues de Nova York é um Scorsese maior.
Não sou tão entusiasta do primeiro, assisti com certa desconfiança, mas gostei. Esse terceiro é mais envolvente, com um humor mais funcional e umas pitadas de críticas sociais bem-vindas. No elenco, destaque para o carismático Josh O'Connor e Glenn Close, em mais uma ótima atuação para contar na sua filmografia.
Bohemian Rhapsody - que nem é tao bom assim - criou uns monstros em formato de cinebiografia. Whitney e Aretha Franklin tiveram filmes aquém de seu talento. Billie Holiday foi uma exceção, homenageada com uma boa produção. Michael tem como únicos trunfos a trilha (obviamente, isso não chega a ser mérito) e a presença magnética de Jaafar Jackson, uma força da natureza. Um fiapo de história, frases de efeito, situações não desenvolvidas com profundidade e pouco aprofundamento dos personagens. Até acho louvável não retratar toda a vida, como o filme da Whitney, mas o filme não se justifica.
Mais um remake desnecessário de uma obra irretocável. A produção não tem um terço da relevância e do charme da obra original, com sustos muitas vezes fáceis e personagens que não cativam. Nem a presença de Sam Raimi na produção agrega em algo com a mínima qualidade.
Tina - A Verdadeira História de Tina Turner
4.0 168 Assista AgoraAntes das cinebiografias se tornarem formulaicas, já tivemos filmes maneiros no gênero como esse que retrata Tina Turner.
Angela Basset está em estado de graça como a artista e Laurence Fishburne também entrega ótima performance.
O filme consegue retratar bem um pouco do que foi Tina Turner, sem ser chapa branca, mostrando momentos difíceis da vida cantora e, embora Ike seja desprezível, não coloca tudo na conta do ex da cantora.
Plano 75
3.5 12 Assista AgoraUm filme melancólico, aborda temas importantes com seriedade. A dor e a solidão da protagonista é palpável, impossível não torcer por ela, mesmo sabendo que i cenário não é promissor. Porém, o ritmo é lento ate demais e prejudica o envolvimento com a trama, em certos momentos o marasmo toma conta.
Que Horas Eu Te Pego?
3.3 566Comédia divertida e despretensiosa, um veículo para Jennifer Lawrence mostrar seu talento como comediante. Algumas piadas funcionam, a química entre os protagonistas é boa, mas é bom não esperar mais que um entretenimento descompromissado.
Monstro
4.2 398 Assista AgoraSurpreendente drama japonês, sem maniqueísmos, que conta uma história por meio de três versões. O longa é tocante e trata de temas delicados com muita sensibilidade, com um desfecho que traz uma luz e uma mensagem positiva para coroar uma jornada dolorosa.
Acossado
4.1 522 Assista AgoraO anti-herói vivido por Jean-Paul Belmondo é carismático, mas precisa ser visto como fruto do seu tempo. O filme como um todo, aliás. <br/>O romance entre os protagonistas é divertido e é curioso ver os filmes do início da nouvelle vague. Não envelheceu como vinho, mas é divertido e provocador.
Backrooms: Um Não-Lugar
3.2 462 Assista AgoraNão tinha muito conhecimento prévio acerca de backrooms mas fui surpreendido. O longa é assustador, cria um universo tenebroso e tem diálogos inspirados (fiquei surpreso quando soube da idade do roteirista/diretor).
Renate Reinsve e Chiwetel Ejiofor estão sensacionais em seus papéis. O filme não funcionará para quem quer respostas fáceis, mas merece o sucesso que vem fazendo.
Obsessão
3.9 938 Assista AgoraO gênero terror está em um ótimo momento e Obsessão é mais um ótimo exemplar a surgir nessa leva. Divertido, tenso e espirituoso, o filme não se leva a sério mas é coeso no universo que cria.
Destaque para a surpreendente atuação de Inde Navarrette, que, inspirada, se sai bem em todas as facetas da personagem.
Cópia Fiel
3.8 463 Assista AgoraAssisti com grande expectativa, pois Juliette Binoche dirigida por Abbas Kiarostami, mas finalizei com certa decepção.
A atriz francesa e a direção do iraniano são os grandes destaques do longa, que possui sequências tecnicamente irrepreensíveis e um final impressionante, mas que não cativa.
As discussões artísticas se tornam repetitivas e quase beiram o marasmo em alguns momentos. O mais interessante é ficar em aberto o grau de intimidade entre eles, mas a ausência de carisma do protagonista não deixa embarcamos no romance (?), restando apreciar a luminosidade de Binoche e a inspirada ambiguidade da história.
Intruso
3.1 145História intrigante, realização aborrecida. Mesmo com o elenco talentoso, destaque para Paul Mescal, sempre intenso, o filme não envolve. A premissa pós-apocalíptica tinha tudo pra ser boa, inclusive um bom plot, mas não ornou, o longa é cansativo.
As Pontes de Madison
4.2 886 Assista AgoraEastwood, que, infelizmente se aposentou, aparentemente, é um artista cheio de facetas. Sua filmografia inclui faroeste, dramas pesados, road movies e romance, como o filme aqui avaliado.
É impressionante como o romance entre as personagens de Meryl Streep e Eastwood é palpável, impossível não torcer e ficar tocado pela relação. Um filme impecável.
Natal Amargo
3.3 34Um Almodóvar menos inspirado, talvez, mas digno de nota. O problema é que a história fictícia acaba sendo mais interessante do que a trama do autor em busca de inspiração, que, aliás, lembra bastante Dor e Glória.
No elenco, destaque para Bárbara Lennie e Patrick Criado, que, apesar de iniciantes no universo do diretor se mostram super á vontade. O relacionamento amoroso dos personagens de ambos é o grande destaque do filme.
Dinheiro Suspeito
3.4 163 Assista AgoraO filme começa muito bem, mostrando um elenco talentoso e entrosado, além de um suspense envolvente. Os plots da trama são vibrantes, mas no terço final o roteiro e a direção se entregam aos excessos, saindo do tom mais psicológico que estava sendo delineado.
A Igualdade é Branca
4.0 380 Assista AgoraA parte mais fraca da aclamada trilogia das cores, mas nem por isso deixa de ser um longa eficiente.
Existe um tom satírico no filme que funciona bastante. Dessa vez, o filme é centrado em uma figura masculina, Julie Delpy está maravilhosa mas aparece relativamente pouco.
Zbgniev Zamachowski é um ator carismático e dá conta do recado, mas o filme não envolve quanto as outras partes. Contudo, faz um bom retrato de uma Polônia recém-saída do regime socialista.
O Quarto ao Lado
3.6 192 Assista AgoraAlmodóvar é sempre um diretor que vale à pena. O Quarto ao Lado não está entre seus melhores trabalhos, mas longe de ser um longa sem qualidades.
O diretor e roteirista faz um estudo bonito sobre a amizade e mais uma vez conta uma história de sororidade que cativa. Julianne Moore e Tilda Swinton, essa última em mais uma atuação arrebatadora, têm uma ótima liga em cena.
O filme traz um panorama interessante da sociedade atual discutindo temas como mudanças climáticas. Não é tão inspirado quanto filmes anteriores do diretor, mas não decepciona.
Anaconda
2.5 272 Assista AgoraSelton Mello, em participação hilária, é o grande destaque dessa comédia que às vezes até diverte, mas no geral é bem boba e com soluções simplórias. O quarteto protagonista é bom, mas o resultado final não é satisfatório.
O Diabo Veste Prada 2
3.3 434 Assista AgoraUma continuação digna, traz boas discussões e atualiza a história pro mundo de hoje.
Como ponto baixo, algumas conveniências narrativas e humanizam Miranda até demais e em determinado momento chegam a forçar a barra. O plot amoroso da personagem de Anne Hathaway em nada acrescenta, também.
Porém, as questões que levanta sobre o analógico e o digital no jornalismo, e no próprio mundo da moda, são oportunas.
Ainda que não tenha o encanto do original, é caloroso ver o quarteto (Meryl, Anne, Stanley e Emily) de volta após 20 anos na continuação de um filme está na memória afetiva de muitas pessoas.
Pusher
3.5 77O diretor Nicolas Winding Refn faz um retrato incisivo e inquietante do tráfico de drogas no primeiro mundo, mais especificamente na Dinamarca.
Não há concessões, o mocinho é tão vacilão quanto os seus antagonistas e os diálogos são crus e por vezes politicamente incorretos.
Curioso ver Madds Mikkelsen e Thomas Bo Larsen, antes do estrelato, no elenco, ambos viriam a ser colaboradores frequentes do cultuado diretor Thomas Vinterberg.
Feitiço da Lua
3.4 236 Assista AgoraBonitinho, inofensivo e com um elenco talentoso, Feitiço da Lua é uma comédia romântica à moda antiga. Não envelheceu tão bem, mas o carisma de Cher é uma motivação e tanto para apreciar a experiência.
Jogo de Cena
4.4 356 Assista AgoraFui surpreendido com um documentário de sensibilidade única. Todos os relatos são fascinantes, todas as histórias emocionam, chega uma hora que nem importa mais se é ficção ou realidade, tudo é muito orgânico, mostrando que a vida imita a arte e vice-versa.
Incrível ver mulheres desconhecidas com atrizes renomadas, aliás que falta a Marília Pêra faz.
Con Air: A Rota da Fuga
3.5 407 Assista AgoraEletrizante filme dos anos 90, datado, mas um entretenimento de respeito. Nem todos os arcos envelheceram bem, mas a ação é vibrante e ver John Malkovich como um prisioneiro perigosíssimo é um deleite.
Gangues de Nova York
3.8 796Revi essa obra-prima considerada menor na filmografia do mestre Scorsese e da qual tinha lembranças incríveis de quando assisti na adolescência. Queria saber se era memória afetiva ou realmente é um filme subestimado. Fico com a segunda opção tranquilamente.
Os elementos do cinema de Martin Scorsese estão todos aqui, como a violência com contexto, a ambiguidade dos personagens, as tensões étnicas, além de um contexto sociohistórico fascinante.
A produção é um deleite visual, as tomadas são fascinantes e a produção é grandiosa em tamanho e em substância.
Leonardo DiCaprio está competente como sempre, mas Daniel Day-Lewis domina a cena com uma das maiores interpretações do século XXI. No elenco, uma curiosa participação de Stephen Graham, antes de se consolidar como ator.
No fim das contas, Gangues de Nova York é um Scorsese maior.
Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out
3.6 258 Assista AgoraNão sou tão entusiasta do primeiro, assisti com certa desconfiança, mas gostei. Esse terceiro é mais envolvente, com um humor mais funcional e umas pitadas de críticas sociais bem-vindas.
No elenco, destaque para o carismático Josh O'Connor e Glenn Close, em mais uma ótima atuação para contar na sua filmografia.
Michael
3.7 537 Assista AgoraBohemian Rhapsody - que nem é tao bom assim - criou uns monstros em formato de cinebiografia. Whitney e Aretha Franklin tiveram filmes aquém de seu talento. Billie Holiday foi uma exceção, homenageada com uma boa produção.
Michael tem como únicos trunfos a trilha (obviamente, isso não chega a ser mérito) e a presença magnética de Jaafar Jackson, uma força da natureza.
Um fiapo de história, frases de efeito, situações não desenvolvidas com profundidade e pouco aprofundamento dos personagens. Até acho louvável não retratar toda a vida, como o filme da Whitney, mas o filme não se justifica.
Poltergeist: O Fenômeno
2.4 1,3K Assista AgoraMais um remake desnecessário de uma obra irretocável. A produção não tem um terço da relevância e do charme da obra original, com sustos muitas vezes fáceis e personagens que não cativam. Nem a presença de Sam Raimi na produção agrega em algo com a mínima qualidade.